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Inserir blocos dentro de células em tabelas tipo excel

Escrito por Paulo Ferreira. Publicado em Profissional

" target="_blank" title="Inserir blocos dentro de células">No seguimento de outras publicações, acabei de publicar um vídeo no youtube onde é possível verificar a forma de inserção de blocos em células de tabelas do tipo excel, no AutoCAD. Dá imenso jeito quando pretendemos fazer corresponder um determinado desenho a uma listagem de peças ou acessórios existentes num qualquer trabalho. Podem ver aqui:

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Array com caminho

Escrito por Paulo Ferreira. Publicado em Profissional

Array segundo um caminhoUma das mais recentes funcionalidades do AutoCAD 2012 passa pela melhoria do comando ARRAY que permite alteração de vários parâmetros, de entre os quais se destaca a possibilidade de agora fazermos um "array" segundo um caminho que se estabelece previamente como por exemplo uma polilinha ou spline, conforme video que coloquei recentemente no youtube e que pode ser visto neste link:

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Imprimir ficheiros *plt

Escrito por Paulo Ferreira. Publicado em Profissional

Plotar PLTNos dias de hoje é muito pouco provável que seja necessário imprimir um ficheiro com formato PLT proveniente do AutoCAD, seja lá qual for a razão, em virtude dos diversos formatos disponiveis para publicação actualmente.
Contudo se houver mesmo necessidade e se não tivermos o AutoCAD instalado no nosso PC podemos imprimir este tipo de ficheiros que foram previamente preparados para que possam ser "plotados" em qualquer sitio, sem necessidade de configurar tamanhos de papel, estilos de plotagem...etc.
Para o fazermos podemos abrir uma janela de Prompt de Comandos, usando o seguinte método (Windows 7):
1 - Botão "INICIAR" e depois na caixa de pesquisa de programas e ficheiros digita-se CMD
2 - Quando estiver a janela do DOS aberta, usar o comando 'CD' para mudar para a pasta onde está o ficheiro PLT, e então usar o comando 'copy' para enviar o ficheiro para a impressora.
3 - Se ela estiver ligada na porta paralela local (LPT) - na primeira LPT por exemplo, basta escrever na linha de comandos do DOS:
copy ficheiro.lpt lpt1
Neste exemplo de comando atribuído o nome 'ficheiro' deverá ser substituído pelo nome que deram ao PLT.
Se o acesso à impressora for através da rede, então deverá ser da seguinte forma:
copy ficheiro.plt \\computador\impressora
Neste exemplo, o nome 'computador' e 'impressora' são o nome do computador onde a impressora está ligada e o nome da sua partilha na rede, respectivamente.
Para finalizar basta pressionar 'ENTER'

Imprimir uma listagem de layers

Escrito por Paulo Ferreira. Publicado em Profissional

Layer StateA maioria de nós já necessitou alguma vez de imprimir uma listagem de layers para relacionar os estados, ou mesmo para trocar informação entre colegas de trabalho. Recentemente têm surgido algumas normas elaboradas por certas entidades de gestão urbanistica que pedem que seja criada uma listagem de layers usados no projecto que irá ser sujeito a apreciação. É pois necessário, criar rapidamente uma listagem dos layers e usa-los em certos documentos tipo "Índices" ou de outra forma e nos mais variados formatos. Uma maneira de resolvermos isto rapidamente pode ser transformar a listagem existente no Layer Manager para uma imagem que irá ser usada mais tarde noutro suporte, contudo a forma mais simples é a que irei apresentar neste tutorial:

  1. Escrevemos na linha de comandos "-layer"
  2. De seguida escolhemos "?" para obter uma listagem de layers
  3. Clicamos F2 para chamar a caixa de diálogo
  4. Selecionamos o texto e copiamos (Ctrl+c)
  5. Abrimos o Notepad ou o Word ou mesmo o Excel e colamos (Ctrl+v)

Qualquer destes suportes será suficiente para os fins que pretendemos.

Aproveito para relembrar que o gestor de layers permite gravar estados de layer e usa-los para fazer "reset" por exemplo num ficheiro que entretanto alteramos (estados de layers) e que a dada altura queremos restaurar, bastando para o efeito importar o ficheiro que é criado aquando da gravação (Layer State File).

Folhas de desenho e formatos

Escrito por Paulo Ferreira. Publicado em Profissional

A utilização crescente de programas de CAD, no processo de desenho, a interligação com outras interfaces e equipamentos, bem como necessidade de visualização por parte das mais variadas entidades, através de novos meios para o efeito, leva a que cada vez menos se utilize o papel.
Contudo a impressão e reprodução de desenhos, continua a desempenhar uma função de assinalável importância no que concerne á documentação técnica do produto.

Assim, a escolha do formato ou dimensão da folha de papel que é usado, é da responsabilidade do desenhador ou projectista. É um facto que, as folhas de menor dimensão são fáceis de usar, contudo obriga a que se incluam escalas de redução que prejudicam a compreeensão do desenho. Por outro lado, se aumentarmos o tamanho da folha, ela terá um custo de produção mais elevado e será mais difícil o seu manuseamento.

Os formatos de papel a usar, e a sua orientação, estão actualmente regulamentados, nas normas internacionais ISO 5457:1980 e ISO 216:1975

As dimensões dos formatos de papel da série A, segundo a norma ISO 216, são as indicadas na seguinte tabela:
Formatos de papel:
DESIGNAÇÃO (A) DIMENSÕES (mm)
A0 841 x 1189
A1 594 x 841
A2 420 x 594
A3 297 x 420
A4 210 x 297



Estes formatos têm sempre origem no A0 cuja área é de 1,00 m2. O lado maior de cada formato é igual ao lado menor do formato imediatamente seguinte. Por sua vez, o lado maior do formato seguinte é o dobro do lado menor do formato anterior. Em qualquer dos casos, a razão dos lados é a raíz quadrada de 2, sendo esta a mesma razão para os caracteres na escrita normalizada.

Todos estes formatos podem ser obtidos por sucessiva divisão do formato A0.

Nos casos especiais, podem ser usados os seguintes formato:
Formatos alongados:
DESIGNAÇÃO (A) DIMENSÕES (mm)
A3 x 3 420 x 891
A3 x 4
420 x 1189
A3 x 3
297 x 630
A4 x 4
297 x 841
A4 x 5
297 x 1051
Existem ainda outros formatos extra-longos normalizados com a ISO 5457, mas que não são recomendados.
Em qualquer dos casos, os diferentes formatos podem ser usados ao "alto", ou ao "baixo", conforme necessário.
Abraço,
Paulo Ferreira

Projecções - breves noções

Escrito por Paulo Ferreira. Publicado em Profissional

Para o projectista, torna-se importante saber esboçarà mão livre um determinado objecto. Esta capacidade é particularmente importante, por exemplo, quando é necessário transmitir uma ideia numa oficina.
Na fase inicial de um projecto, o engenheiro pode fazer esboços simplificados, muitas vezes à mão livre, que depois passa aos desenhadores para elaboração dos desenhos pormenorizados. Para representação de uma dada peça à mão livre, a utilização de algumas regras básicas pode ajudar muito na sua correcta e rápida execução.
Os objectivos primordiais do desenho técnico são definir a forma e dimensão de um determinado objecto. A leitura de um desenho deve por isso ser isenta de ambiguidades, e proporcionar ao leitor todos os dados necessários para o fabrico. O desenho funciona como elo de ligação entre a concepção e o fabrico.
Estudar convenientemente a combinação de vistas que melhor e mais simplesmente descrevem o objecto a representar.
  1. Estudar o posicionamento das vistas na folha de desenho, bem como a orientação de todo o conjunto, optando assim pelo formato da folha e orientação mais adequados;
  2. Imaginar o menor paralelepípedo que contém o objecto, e desenhar com traço muito leve, as figuras geométricas simples circunscritas às projecções;
  3. Desenhar, em todas as vistas onde existam, as linhas correspondentes às projecções que se vão representar;
  4. Pormenorizar as vistas, trabalhando simultaneamente em todas;
  5. Acentuar com traço definitivo os contornos de cada vista - traço contínuo grosso;
  6. Com o mesmo traço, acentuar em cada projecção os pormenores visíveis;
  7. Desenhar com traço próprio as linhas convencionais - linhas de eixo e de corte, tracejados, etc.;
  8. Verificar a correcção do desenho;
  9. Cotar o desenho.
PROJECÇÕES
A representação de objectos em desenho técnico efectua-se através de um sistema apropriado de projecções. Pretende-se que a representação gráfica de um determinado objecto seja clara, simples e convencional, de tal forma que a linguagem utilizada seja facilmente compreendida pelos técnicos que a terão de utilizar.
Existem dois métodos para a representação de peças em projecções ortogonais: o método europeu, também chamado método do 1º Diedro, e o método americano, também chamado método do 3º Diedro. Após a representação dos dois métodos, utiliza-se apenas o método europeu.
Considere-se a situação ilustrada na figura 1, constituída por um polígono plano [ABCD], um ponto O e um plano p. Supondo que em O existe um foco de luz, este polígono irá projectar-se no plano p, formando um novo pogono [A'B'C'D']. O ponto O designa-se, habitualmente, por um ponto de vista ou centro de projecção. O plano p designa-se por quadro ou plano de projeccão.
fig.1 fig.2
Na figura 1 e na figura 2 usou-se o método europeu. No método americano, o plano de projecção encontra-se entre o centro de projecção e o objecto a projectar, como se pode observar na figura 3, ao contrário do m?todo europeu, no qual o objecto a projectar se encontra entre o ponto de vista e o plano de projecção.
figura 3fig.3
A projecção representada na figura 3 é menor que o polígono original [ABCD] por duas razíes: porque [ABCD] se situa para lá do plano de projecção e porque a distância entre o centro de projecção O e [ABCD] ? finita.
figura 4fig.4
Método Europeu e Método Americano
O desenho é uma linguagem internacional, sendo para tal necessário que todos os países usem regras comuns para representação dos objectos. Em Portugal seguem-se, tanto quanto possível, as regras usadas no Continente Europeu. Contudo no Continente Americano usa-se uma representação de objectos com os mesmos princípios, mas com uma pequena diferença, que origina uma mudança completa no raciocínio.
Os focos de luz que passam nos vértices chamam-se linhas de projecção ou linhas projectantes. No caso da figura 1, em que as linha projectantes são concorrentes no centro de projecção, estamos perante uma projecção cónica ou central.
O polígono [A'B'C'D'], que passará a designar-se simplesmente por projecção, é maior que o polígono original [ABCD] por duas razíes: porque [ABC] se situa entre o ponto de vista e o plano de projecção e porque a distância entre o ponto de vista O e [ABCD] é finita.
Admitindo, no exemplo anterior, que afastamos infinitamente o centro de projecção do objecto da figura 2, as linhas projectantes são paralelas. A este tipo de projecção chama-se paralela (ou cilíndrica), podendo ser ortogonal ou oblíqua, conforme as linhas de projecção sejam, respectivamente, perpendiculares ou oblíquas ao plano de projecção.
As projecções ortogonais são um subconjunto das projecções geométricas planas, tal como o esquema na figura 4 mostra.
Representação em Múltiplas vistas
A representação de peças em Desenho Técnico faz-se , principalmente, com projecções ortogonais paralelas de múltiplas vistas ( ver figura 3). A projecção de uma figura sobre um plano é formada pela projecção de todos os seus pontos (ver figura 1, figura 2 , figura 3) . A figura a projectar pode não ser plana e em geral não o é. Será por isso necessário, ao contrario dos exemplos das figuras 1, 2 e 3 usar mais do que um plano de projecção para as projectar convenientemente e completamente.
figura 5fig.5
Na figura 5 apresenta-se alguns exemplos de projecções de objectos simples em planos de projecção vertical. Como facilmente se pode ver, a projecção num plano vertical de um circulo, de um cilindro ou de uma esfera, apresenta a mesma forma. Como forma de precaver possíveis situações idênticas, torna-se necessário usar dois ou três planos de projecção ortogonal:
  • Plano de projecção vertical (PV)
  • Plano de projecção horizontal (PH)
  • Plano de projecção lateral (PL)
Os três planos são perpendiculares entre si, e daqui resulta que a intersecção do plano de projecção vertical com o plano de projecção horizontal cria a chamada linha de terra (LT). Chama-se vista à  projecção ortogonal paralela de um objecto num plano de projecção.
Sendo assim, daqui resulta:
  • Vista da frente ou alçado principal - projecção sobre o plano de projecção vertical.

Traçado geométrico - arco abatido

Escrito por Paulo Ferreira. Publicado em Profissional

Construção de um arco abatido.

Arco Abatido

Dados:

O vão ou abertura A-B e a flecha ou altura C-D. Sobre o eixo de A-B marca-se, a partir de C, a flecha C-D, e o segmento C-P igual ? metade do vão. Une-se o ponto D com os pontos de nascença do arco A e B.

A circunferência de centro em D e raio D-P determina em AD e DB os pontos F e H.

Os eixos dos segmentos A-F e H-B interseptam-se em M e determinam na linha de nascença ou arco, os pontos J e L. Estes pontos são centros dos arcos de raio AJ=LB, concordantes em I e I1 com o arco de centro em M e raio M-D.

 

Nota: No arco abatido, a flecha é inferior a metade do vão.

Nomenclatura de uma cobertura

Escrito por Paulo Ferreira. Publicado em Profissional

Normalmente as coberturas adoptam a seguinte designação:

 

As superficies inclinadas dos telhados, designam-se por águas, utilizando-se muito em edifícios com planta rectangular. Nestes casos, aparecem normalmente as coberturas de duas e quatro águas (mais comuns).

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Nas coberturas de quatro águas, tem-se normalmente as águas maiores que se chamam por águas-mestras e as menores que se designam por tacaniças. A aresta de intersecção das duas águas opostas pode chamar-se fileira e a de intersecção das duas águas adjacentes, rincão se for saliente, designando-se laró se for reentrante, como se mostra na imagem seguinte.

Nomenclatura de coberturas

LEGENDA:

A - Rincão B - Laró C - Cumieira D - Tacaniça E - Água - mestra

Divisão de um segmento de recta em n partes iguais

Escrito por Paulo Ferreira. Publicado em Profissional

Dado o segmento A-B, pode-se dividir o mesmo num numero qualquer de partes iguais.

 

Divis?o segmento recta

  1. Dado A-B, vai-se dividir em oito partes iguais (por exemplo).
  2. Traçar uma recta AX inclinada à vontade e marcar sobre ela oito segmentos iguais.
  3. Unir o ponto 8 com B
  4. Traçar as paralelas a XB, passando pelos pontos 7,6,5,4,3,2,1, que irão dividir o segmento dado, nas partes iguais pretendidas.

Representação de um prisma regular

Escrito por Paulo Ferreira. Publicado em Profissional

Representação de um prisma regular com as bases em planos projectantes

Começamos por considerar o prisma pentagonal regular, recto [GHIJLG1H1I1J1L1], com as bases em planos de topo como se mostra na imagem am baixo.

Prisma regular

 

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Assim, determina-se as projecções de uma das bases através da construção, em rebatimento, do pentágono que a constitui. As arestas laterais do prisma, uma vez que ele é recto, são perpendiculares ao plano de topo, logo trata-se de rectas de frente. Desta forma podem assim, ser traçadas em VG em projecção vertical, o que permite determinar as projecções verticais dos vértices da base oposta.

O passo seguinte passa por determinar as projecções horizontais que se situam no mesmo afastamento dos vértices correspondentes da primeira base construída.

Após esta etapa, traça-se os contornos aparentes horizontal e vertical, constituídos pela linha envolvente de v cada uma das projecções do sólido, que são respectivamente [IHGG1H1I1I] e [HIJLL1G1H1H].

No que respeita às faces, duas são visiveis em projecção vertical, [HII1H1] e [GHH1G1] e na projecção horizontal são visiveis três faces e a base superior, respectivamente, [HII1H1], [IJJ1I1], [JLL1J1] e [G1H1I1J1L1]