Bem vindo ao site pauloferreira.pt. Esta página e todos os seus conteúdos são propriedade de Paulo Ferreira. Encontrará temas relacionados com a sua actividade profissional, nomeadamente a informática, o AutoCAD, o Revit, o Civil 3D ou o 3ds max, a fotografia e o timelapse.

Criar novos layers com "macros"

Escrito por Paulo Ferreira. Publicado em AutoCAD

Macros no AutoCADO AutoCAD é uma ferramenta que nos permite trabalhar de forma mais expedita, se recorrermos ao uso da funcionalidade de gravação de macros. Para o efeito vou demonstrar como se criam novos layers de uma forma automática, em novos ficheiros dwg, por exemplo. A maioria dirá que podemos recorrer a templates pré-definidos, onde temos os nossos layers já criados, contudo há sempre necessidade de acrescentar novos, mais dia, menos dia. Assim sendo, e usando a funcionalidade de macro, vamos ao botão de "Record" em Manage tab -> Action Recorder. Depois de acender a "luz" que indica que a macro está a gravar, procedemos á inserção na linha de comandos, das orientações que pretendemos dar. Por exemplo, neste caso de criação de layers, damos os seguintes comandos:

  -LAYER (Enter) ->N (Enter) ->ARQUITECTURA (Enter) ->N (Enter) ->ENGENHARIA (Enter) ->S (Enter) ->ARQUITECTURA (Enter)

Após estas indicações paramos a gravação "Stop" e escolhemos o nome a dar á macro para posteriormente a podermos usar noutros ficheiros. Essencialmente, o que fizemos foi criar dois layers novos e colocamos o layer "ARQUITECTURA" activo. Sempre que precisarmos de criar estes layers, basta que escolhamos o nome da macro desejada (Avaiable Action Macro) no menu Manage, e de seguida, clicamos em "Play". É tão simples, quanto isto, a criação de novos layers com base em macros. Espero ter dado meu contributo, para de alguma forma aligeirar o processo de criação de novos layers. Abraço.

 

Compilação de "timelapses"

Escrito por Paulo Ferreira. Publicado em Timelapse

Longe vai o tempo em que comecei a aproveitar algumas fotografias que fazia, no sentido de lhes dar alguma "animação". Gostaria de partilhar com os leitores deste espaço, a minha compilação de "timelapses" que tenho vindo a realizar e que tento melhorar a cada nova versão. Trata-se de uma técnica que requer bastante tempo livre e locais naturais que se enquadrem com o tema que mais gosto, ou seja, a natureza. Faço questão de tentar melhorar e dar a conhecer os meus trabalhos a titulo pessoal, como forma de lazer. Neste sentido, deixo aqui o link para o canal do youtube e do vimeo onde poderão ver estes trabalhos que vou fazendo com alguma regularidade e outros que já estão em produção há algum tempo. vimeo

embed video plugin powered by Union Development

Dica - "Fillet" multiplo com raio

Escrito por Paulo Ferreira. Publicado em AutoCAD

poli filletMuito provavelmente esta dica já é conhecida de muitos utilizadores do AutoCAD, mas nunca é por demais lembrar pois dá imenso jeito em certas situações. Assim sendo, gostaria de falar de uma possibilidade de efectuar multiplos "Fillets" a um determinado desenho em AutoCAD. Trata-se de usar o comando "Fillet" mas onde fazemos uso da opção "Polyline" e seguido de "Radius". Desta forma aplicamos uma instrução "Fillet" com um determinado valor e de uma só vez, a todos os vértices de um desenho, tal como mostro na imagem ao lado e nas seguintes ordens dadas na linha de comandos:

 

Command: _fillet
Current settings: Mode = TRIM, Radius = 0.0000
Select first object or [Undo/Polyline/Radius/Trim/Multiple]: p (escolha da opção Polyline)
Select 2D polyline or [Radius]: r (escolha da opção Raio)
Specify fillet radius <0.0000>: 1 (Escolha do valor 1 unidade)
Select 2D polyline or [Radius]:
4 lines were filleted

"Flatten" em blocos

Escrito por Paulo Ferreira. Publicado em AutoCAD

Flatten em blocosEste texto pretende dar a conhecer uma situação que pude verificar há alguns dias atrás. Trata-se de descrever aquilo que poderá ser considerado um "Bug" quando corremos o comando "Flatten" num bloco que tenhamos feito inadvertidamente e que esteja num determinado valor de Z (ou seja, com elevação). O problema torna-se mais grave quando depois de termos criado o bloco, o copiamos ou inserimos noutros locais do desenho e aplicamos o comando "Flatten". Ora, imaginem que posteriormente necessitavam de por qualquer motivo, alterar o bloco. Pois muito bem, o problema reside aqui. É que o AutoCAD depois de aplicarmos o "Flatten" transforma todas as copias dos blocos em novos blocos e renomeia-os (adicionando sufixos "flat-1, flat-2, etc a partir do nome do bloco inicial).Na realidade os objectos passaram a estar na posição Z=0 mas fez muito mais estragos ao desenho, na medida em que após esta pequena alteração será uma tarefa imensa ter de alterar um a um cada bloco. Sei que a maioria dirá que existe uma ferramenta nas Express Tools para este efeito, mas não funciona em todos os blocos de uma só vez e na maioria das situações nem recoloca o bloco na posição correcta.

Serve este pequeno texto para dar a conhecer esta situação e ajudar aqueles colegas que porventura possam estar mais descuidados no uso do comando "Flatten" (dá imenso jeito numas situações mas noutras nem por isso). Seria bem mais prático se a Autodesk resolvesse este problema e não deixasse que o comando Flatten possa interferir com os blocos (não os renomeando, tal como acontece actualmente).

Junto em cima uma imagem que demonstra um bloco designado "EXEMPLO" e que foi feito na posição Z=20 inadvertidamente. Espero com isto ter ajudado de certa forma aqueles que já poderam verificar esta situação, mas que não encontraram ainda uma justificação para o sucedido.

Fotografia - Star Trail no Alvão

Escrito por Paulo Ferreira. Publicado em Fotografia

Recentemente estive a fazer umas fotografias nocturnas, com uns amigos, na zona do Parque Natural da Serra do Alvão. Tratou-se de uma das poucas vezes em que foi possível fotografar á noite, quer devido ás condições meteorológicas, quer devido à luminosidade do motivo que foi seleccionado. Ultimamente não tem sido possivel fotografar quando bem queremos, pois esta época do ano é um pouco "agreste" para quem quer passar algumas horas na montanha. Contudo e mesmo contrariando algumas adversidades, foi possivel fazer algumas fotografias e gostaria de partilhar uma delas, com os leitores deste site.

Avão Star Trail

AutoLisp

Escrito por Paulo Ferreira. Publicado em Lisp

Este artigo visaAuto LISP introduzir no meu site, um tema que não será para muitos, uma novidade. A partir de agora irei tentar introduzir no site alguns conteúdos que possam ajudar a entender melhor o que é afinal o "AutoLisp". Como primeiro passo tentarei explicar o que é e de onde vem esta forma de programação, bastante conhecida entre os utilizadores experientes de AutoCAD. Fundamentalmente o AutoLisp provém do LISP (uma linguagem de programação desenvolvida nos anos 50, que pretendia solucionar problemas de decisão, bem como desenvolver aplicações ao nível da inteligência artificial.

A característica que ressalta logo numa primeira abordagem é o facto de a maioria das funções e dos blocos funcionais, serem delimitados por parêntesis. Exemplo: (setq ponto '(4 8)). Esta função cria uma variável designada "ponto" e que contém os valores (4 8).

Breve história:

A partir de 1986, o AutoLISP tornou-se numa linguagem nativa dentro do AutoCAD (penso que a partir da versão 2.18. Mais tarde (cerca de 10 anos) e na famosa versão 14, passou a ser introduzido como opção o ambiente Visual Lisp, que incorporava uma interface de programação e que incluía ferramentas de correcção de erros , bem como um compilador para tornar mais fácil a criação de aplicações (por exemplo no formato VLX). No ano de 1999 surge o AutoCAD 2000 (boa edição) e que possuía o Visual Lisp. A partir daí o VBA teve um maior peso e o Visual Lisp foi deixado no esquecimento. Aparentemente a própria Autodesk não demonstrava grande interesse em fazer prevalecer a linguagem mais fácil e ao contrário, optou durante um bom período de tempo por outras linguagens, como por exemplo, VB.NET ou C#.NET. Recentemente na versão 2011 do AutoCAD o VBA não foi suportado. Isto prova que apesar de terem surgido outras linguagens concorrentes, o Visual LISP continua a ser uma forma fácil, prática e eficaz para o desenvolvimento de aplicações dentro do AutoCAD. Apesar de todas estas mudanças o Visual LISP ainda é uma boa ferramenta de programação para quem necessita de "escrever pequenos programas" que facilitam muito as tarefas rotineiras do dia-a-dia.

Esta é pois uma ferramenta de eleição para quem deseja desenvolver aplicações e para concretizar esta tarefa, basta que simplesmente faça uso da linha de comandos, ou de um ficheiro de texto do notepad, no formato "lsp, que será "carregado posteriormente".

Em breve colocarei mais conteúdos no site, sobre esta matéria, e que podem ser consultados aqui: Programação em AutoLisp.

Tramas com erros na densidade

Escrito por Paulo Ferreira. Publicado em AutoCAD

Porque motivo o AutoCAD não reproduz uma trama da forma mais correcta? Aparentemente a trama não tem um padrão correcto!

Esta é uma pergunta que a maioria de nós já fez em algum dado momento. Na realidade não se trata de um erro na trama, antes sim de um problema de coordenadas demasiadamente grandes. No passado, o AutoCAD trabalhava com "Limits" e definiamos uma determinada área para colocarmos o nosso desenho. Pois bem, neste momento e com as melhorias que têm sido incutidas no software de pojecto, quase já não há limites para representarmos o que quer que seja. Actualmente é mais um problema de desempenho da máquina (ao nível do hardware) do que propriamente de recursos do software. Resolvi colocar aqui esta dica para ajudar quem tem problemas com a representação de tramas. Sempre que a trama não "renderize" como deve ser, podemos sempre recorrer a este método para solucionar o problema:

  • Chamar o comando "Command: HATCHSETORIGIN" e definir um novo ponto a partir do qual iremos recriar a trama (resolvendo a questão do excessivo afastamento ao ponto 0,0).

Existem outras formas de alterar o ponto origem com recurso ao comando transparente "_hatchedit" e usar as várias opções tal como surgem na imagem em baixo:

 

 

Autodesk Certified Professional AutoCAD 2013

Escrito por Paulo Ferreira. Publicado em Profissional

AutoCAD 2013 Certified Professional RGBApós alguns anos de espera, para poder realizar um dos meus sonhos na área do AutoCAD, nomeadamente a obtenção de uma certificação dada pela Autodesk, finalmente consegui concretizar este desejo. O meu agradecimento á Autodesk Portugal (através da Tech Data) que me indicaram os locais onde poderia obter esta certificação e em especial à EDICAD em Coimbra que me conseguiram incluir numa sala de realização dos exames de certificação. O meu muito obrigado pela forma como fui recebido nas instalações (excelentemente equipadas) no Parque Industrial de Taveiro. Foi um dia onde houve necessidade de concentração máxima e extremamente exigente ao nível das questões colocadas no exame (até porque era a 1ª vez que este tipo de exames eram facultados em Portugal e havia uma grande ansiedade, relativamente aos conteúdos das questões em Inglês). Contudo e uma vez terminadas as cinco horas de exame (entre pausas pois a duração do exame era de 2 horas), e após saber o resultado obtido (86% de um mínimo exigido de 74%), acho que valeu a pena! Entendo que se trata de uma mais valia, quer para mim, quer para a entidade patronal uma vez que a certificação tem o valor que a Autodesk incute nos profissionais que usam o seu sotware diáriamente.

Espionagem Industrial

Escrito por Paulo Ferreira. Publicado em Profissional

Partilha de ficheirosNos dias de hoje, a maioria de nós tem aderido à modalidade de partilha e sincronia de ficheiros em diferentes dispositivos via internet, sem qualquer reticência no que conserne à guarda de dados pessoais, ou mesmo profissionais. É um facto que estas formas que agora usamos para enviar um ficheiro a um amigo ou colega de profissão, ou mesmo para um colaborador do local de trabalho, são evidentemente bastante intuitivas e fáceis de usar. Contudo e porque surgiu recentemente na minha área de trabalho (AutoCAD) uma noticia que dava conta de um virus em código "lisp" e que enviava ficheiros *dwg via email para um endereço (ao que parece na China) a partir de alguns países latinos (onde não havia bloqueio da porta 25 no ISP), rapidamente dei por mim a pensar em espionagem industrial. Ora, se todos nós usamos (sem olhar a meios e sem medir as consequências do alojamento desses dados em servidores internacionais), certamente teremos razões para questionar o que fazem com esses dados (por exemplo, na minha área, ficheiros *dwg) onde na maioria das vezes são usadas técnicas construtivas particulares de projecto para projecto e muitas das vezes até, soluções construtivas inovadoras. Pessoalmente tenho uma opinião relativamente a estes serviços de alojamento de dados gratuitamente e outros onde se pede até quantias monetárias para aumentar a capacidade, que gostaria de dar a conhecer e sobre a qual lanço algumas questões, para análise individual de quem lê este artigo:

Não seria bem melhor, se todos aqueles que alojam ficheiros nos servidores da especialidade (serviços que são muito populares e que não necessito de dizer o nome), recorressem a formas de distribuição alternativas, como por exemplo, via ftp (funcionalidade bastante usada e com largos anos de uso e experência), ou outras, até porque a maioria das empresas possui domínios próprios? Para quê investir em firewalls e soluções de bloqueio à rede nos servidores empresariais extremamente dispendiosas, de tal forma que na maioria das vezes nos bloqueamos a nós próprios, se por outro lado estamos a enviar as nossas formas de trabalho, as nossas soluções de projecto, os nossos dados pessoais, as nossas propostas para concursos, os nosso métodos de trabalho, o nosso valor acrescentado e até o nosso conhecimento ao nível da investigação, para servidores externos em países que não sabemos quais são, nem o que fazem com esses dados?

Este arttigo retrata meramente a minha opinião pessoal sobre este assunto.

Ferramenta MDITabs

Escrito por Paulo Ferreira. Publicado em AutoCAD

Não sou um adepto das multiplas janelas, do AutoCAD como forma de aceder aos variados ficheiros que porventura tenhamos aberto ao mesmo tempo, numa única sessão do programa. Mas mesmo assim gostaria de poder contribuir com a informação, de que para aqueles que usavam em versões anteriores, a chamada MDITabs, ainda está em uso e funciona muito bem, principalmente no AutoCAD 2013. Desta vez, a Autodesk implementou na sua App Store, esta funcionalidade, pelo que basta aceder ao site e instalar a partir de lá, directamente para o AutoCAD. Para o efeito deverão usar este link: App Store MDITabs Esta é uma ferramenta disponibilizada gratuitamente na App Store e agora chama-se "Drawing Tabs".

Para as versões mais antigas pode-se sempre recorrer a este link, que contém as famosas MDITabs mas para AutoCAD 2010, 2011 e 2012.