Saltar para o conteúdo principal

Astronomy Picture of the Day

Astronomy Picture of the Day

A NASA acaba de escolher a minha fotografia do eclipse lunar como Astronomy Picture of the Day (APOD)
A imagem foi registada na madrugada do dia 28, às 06h18. Enquanto captava uma sequência de fotografias para criar um timelapse, um avião que acabara de descolar do Aeroporto do Porto cruzou a Lua no momento exato.
A meteorologia não facilitou: o céu manteve-se muito enevoado durante toda a madrugada. Ainda assim, acabei recompensado por ter saído da cama às quatro da manhã com o objetivo de fotografar o eclipse.
Imagino que os passageiros sentados do lado direito do avião estivessem a observar o fenómeno. Mas, tendo em conta a sua longa duração, quero acreditar que também os passageiros do lado esquerdo se levantaram para o contemplar.
Perante um acontecimento destes, não faltam razões para nos levantarmos — dentro ou fora de um avião — mesmo que seja a horas “indecentes”. Devemos reconhecer cada oportunidade e agarrá-la com entusiasmo. Caso contrário, corremos o risco de ficar para sempre sentados no sofá, à espera de que alguma coisa nos caia do céu.

Mais informação nos seguintes links:

APOD: 2026 September 1 – A Plane Lunar Eclipse

https://www.facebook.com/APOD.Sky/posts/pfbid0PWLv92ZXERp3BHPUQTPJdsPFyF5BYSuxWfgkY2ma37KxCbPU91pqe3BC3mRW6YpWl

https://asterisk.apod.com/viewtopic.php?t=45034https://www.facebook.com/photo/?fbid=1064077302987513&set=a.1063776469684263

Fotografia de Paulo Ferreira captada em Gondomar escolhida para o Astronomy Picture of the Day da NASA

Continuar a ler

Fotografia do eclipse da lua divulgada pela NASA

Avião Lua Eclipse

Uma fotografia minha divulgada pela NASA

O Sky, página de ciência associada ao *Astronomy Picture of the Day* da NASA (APOD), acaba de divulgar nas suas redes sociais uma fotografia que registei ontem, durante o eclipse da Lua.
A imagem capta um instante verdadeiramente único: o momento exato em que um avião, pouco depois de ter descolado do Aeroporto do Porto, atravessa o disco lunar, já na fase descendente do eclipse.
A bordo seguiam dezenas de pessoas que, muito provavelmente, observavam o eclipse sem imaginarem que, naquele preciso instante, também elas passavam a fazer parte desta fotografia.
É uma enorme alegria ver este momento raro partilhado por uma página ligada à NASA e poder levar um pouco do céu visto a partir de Gondomar até pessoas de todo o mundo.
A publicação pode ser vista aqui:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1064077302987513

Fotografia registada em Gondomar, Portugal.

Continuar a ler

VI Cinema nos Moinhos: um encontro com a natureza e a nossa casa comum

Os Moinhos de Jancido voltaram a ser, no passado dia 1 de agosto, palco de mais uma noite especial com a realização da VI edição do Cinema nos Moinhos. Num cenário onde natureza, património e comunidade se encontram, a iniciativa proporcionou mais um momento de partilha e de sensibilização para a beleza e a preservação do mundo natural. Entre os momentos da noite, destaco a intervenção do Padre Tony Neves, que, partindo da literatura e das experiências vividas nas suas viagens por vários continentes, deixou uma reflexão particularmente feliz sobre a forma como aprendemos a “ver com olhos de ver” a natureza que nos rodeia e sobre a responsabilidade coletiva de cuidar da nossa “casa comum”. Partilho aqui as palavras que Tony Neves dirigiu a todos os presentes nesta VI edição do Cinema nos Moinhos:

Boa noite a todas e a todos. Ando a ler a ‘Misericórdia’ de Lídia Jorge, o mais recente Prémio Camões. A determinada altura, a Dª Maria Alberti, utente da luxuosa Residência Sénior ‘Hotel Paraíso’, está a falar com uns vizinhos que a visitavam, falam de campos, florestas e jardins e ela conclui: ‘Se Deus quiser, apesar da natureza estar desorientada, a vida vai melhorar. O futuro vai ser um esplendor’.
Esta visão tão otimista é hoje contracorrente. Mas o trabalho ecológico dos Rapazes de Jancido aqui nesta área dos Moinhos e do Rio Sousa é também contracorrente, quando vemos como destruímos florestas, poluímos mares e rios, enchemos o mundo de lixo e de plásticos… Também o trabalho do Paulo Ferreira e sua equipa pode e deve ser visto com este rasgo, numa permanente luta contra os terríveis efeitos das alterações climáticas. Mostrar as belezas destes lugares, bem como doutros lugares por esse mundo além, é colaborar com Deus na preservação de uma Terra que é a nossa casa comum. E – como tantas vezes repetiu o Papa Francisco – estamos todos no mesmo mar, a enfrentar a mesma tempestade e ou nos salvamos juntos ou nos afogamos todos’. Cabe a nós decidir o que queremos fazer e os compromissos do Paulo falam alto e calam fundo a este propósito. A nossa presença aqui é um obrigado coletivo a estes dois compromissos, protagonizados pelo Paulo e sua equipa e pelos Rapazes dos Moinhos de Jancido.
Desde a última sessão do Cinema dos Moinhos, estive em Itália e Portugal (como habitualmente), mas tive ainda o privilégio de estar na RCA, Camarões, França, México. Angola e Moçambique. Os filmes documentários do Paulo e sua equipa têm-me reforçado a sensibilidade às belezas e originalidades da natureza. Vejo com olhos de ver pássaros nas árvores, pegadas no chão, reflexos nas águas, estética nas folhas e ramos de árvores a dançar ao ritmo dos ventos…
Por isso, apreciei de forma diferente o chilreio de periquitos de várias cores que comem as cerejas, framboesas e ameixas do nosso Parque do Seminário de Chevilly, mesmo ao lado do aeroporto de Orly, em Paris. Nos Camarões, apreciei a brancura dos campos de algodão prontos para a colheita, no extremo norte deste país. Na RCA, fiquei extasiado com a beleza das mangueiras que oferecem doçura aos viajantes nas estradas esburacadas do país. No México, deixei-me espantar pela mancha roxa dos jacarandás de San Luis de Potosi e pela elegância das manadas de vacas perdidas nas imensidões das pradarias. Angola marca-me sempre pela força incontrolável das águas nas Quedas de Kalandula, em Malanje. Em Moçambique, são belas as plantações de lichias nas áreas do Chimoio… e, em Roma, encanta-me, ano a pós ano, a mancha dourada das ruas habitadas pelas gingko biloba, a bela nogueira do Japão, símbolo de resiliência e de paz, pois foram as únicas plantas que resistiram às bombas atómicas lançadas sobre Hiroshima e Nagazaki.
Faço um convite: deixemo-nos envolver e possuir pela beleza da mãe natureza, a nossa casa comum. Deixemos que o Paulo e sua equipa nos fale ao coração. Obrigado e boa noite.
Tony Neves


Continuar a ler

Pirilampos: as luzes que se apagam das noites portuguesas

Pirilampos

O pirilampo-lusitânico é um pequeno inseto fascinante, conhecido pela luz que emite durante a noite. Embora seja um parente próximo dos escaravelhos, distingue-se pela capacidade de produzir luz, um fenómeno designado por bioluminescência.

Na fase larvar, alimenta-se sobretudo de caracóis e lesmas, desempenhando um papel importante no controlo natural destas populações.

Quando atinge a idade adulta, os machos voam à procura de uma companheira. As fêmeas, apesar de possuírem asas, permanecem no solo. Em vez de voarem, acendem as suas pequenas “lanternas”, permitindo que os machos as encontrem e que a reprodução aconteça.

Contudo, esta estratégia torna os pirilampos muito vulneráveis à iluminação artificial. As luzes das cidades e das estradas dificultam o encontro entre machos e fêmeas, contribuindo para o desaparecimento das suas populações em algumas regiões. Ainda assim, a principal ameaça à sua sobrevivência continua a ser a destruição do habitat natural.

Além do seu espetáculo luminoso, os pirilampos são excelentes bioindicadores da qualidade ambiental: a sua presença revela ecossistemas saudáveis e bem preservados.

Continuar a ler

No reino dos pirilampos

Pirilampos

No Reino dos Pirilampos

Nas noites silenciosas dos Moinhos de Jancido, quando a escuridão toma conta da paisagem e os sons da natureza se tornam mais presentes, pequenos pontos de luz começam a surgir entre a vegetação. Foram esses instantes mágicos que procurei captar nesta série de seis fotografias, realizadas com recurso a técnicas de longa exposição e a equipamento fotográfico de última geração, incluindo objetivas de elevada luminosidade, fundamentais para registar um fenómeno tão delicado.

A concretização destas imagens exigiu longas horas no terreno, numa espera paciente e atenta aos ritmos da natureza. Tive a felicidade de partilhar esta experiência com António Gonçalves, cuja curiosidade e entusiasmo por tudo o que envolve o mundo natural tornaram a jornada ainda mais enriquecedora e agradável.

Para mim, foi profundamente gratificante poder fotografar os pirilampos neste cenário singular. Entre os antigos moinhos, a vegetação densa e a penumbra da noite, criou-se uma atmosfera de mistério e beleza difícil de descrever. Cada rasto luminoso registado nestas fotografias representa não apenas a presença destes fascinantes insetos, mas também a magia efémera de um património natural que merece ser valorizado e preservado.





Continuar a ler

Paulo Ferreira estreia documentário sobre a Patagónia na Alfândega do Porto

Paulo Ferreira Patagonia

No passado dia 17 de junho vivi mais um momento marcante nesta caminhada que tem sido a minha vida. Uma noite carregada de emoção, daquelas que acompanham sempre as estreias oficiais dos meus documentários de natureza.
Patagónia – Um Mundo Extremo, apresentado na Alfândega do Porto, encheu o auditório e proporcionou uma moldura humana verdadeiramente especial. Ver a sala repleta foi gratificante, mas houve algo que tornou esta estreia ainda mais memorável: pela primeira vez, as gentes da minha terra, Melres/Medas, marcaram presença em grande número.
Sentir o apoio, o carinho e a proximidade daqueles que partilham as minhas raízes deu a esta noite um significado muito especial e tornou tudo ainda mais emocionante.
O meu sincero agradecimento a todos os que estiveram presentes e fizeram parte deste momento. Deixo-vos algumas imagens de uma noite que guardarei na memória com enorme carinho.


Continuar a ler

Obrigado, Sir David Attenborough e parabéns pelos seus extraordinários 100 anos

Sir David Attenborough

Hoje, dia 8 de maio de 2026, Sir David Attenborough celebra 100 anos de vida. Um século dedicado a aproximar o planeta das pessoas, a despertar consciências e a mostrar a beleza frágil do mundo natural como ninguém antes dele conseguiu.
Cresci a ver os seus documentários na televisão. Foram eles que despertaram em mim a paixão pela natureza, pela vida selvagem e pela vontade de contar histórias através da imagem. Primeiro na fotografia de natureza, mais tarde nos documentários de história natural para televisão.
Em 2019, durante a recolha das primeiras imagens para o documentário “Islândia Natureza Ígnea”, tive o privilégio de o conhecer na Islândia. Um daqueles momentos raros que ficarão para sempre na minha memória. Conhecer pessoalmente alguém que, sem o saber, ajudou a definir a minha vida e o nosso caminho, é algo difícil de colocar em palavras.
Obrigado, Sir David Attenborough. E parabéns pelos seus extraordinários 100 anos.

Continuar a ler

Cinema nos Moinhos está de volta para a sua 6.ª edição!

Cinema nos moinhos

Cinema nos Moinhos está de volta para a sua 6.ª edição!

No próximo 1 de agosto de 2026, às 21h00, os encantadores Moinhos de Jancido, em Gondomar, voltam a transformar-se numa sala de cinema ao ar livre para mais uma noite memorável.

Uma iniciativa de Paulo Ferreira, em parceria com os Moinhos de Jancido, este evento afirma-se já como uma verdadeira marca no concelho, atraindo há seis anos consecutivos visitantes de dentro e fora de Gondomar.

Mais do que cinema, será uma celebração da natureza, através da exibição de documentários naturais realizados por Paulo Ferreira, num cenário único onde património, cultura e ambiente se encontram.

Muitos dos participantes das edições anteriores descrevem esta noite como uma experiência que miúdos e graúdos deveriam viver pelo menos uma vez — desde o encanto de percorrer os trilhos à noite até à magia de assistir a cinema ao ar livre rodeado pela natureza.

Bilhetes disponíveis em breve, em local a anunciar.

Reserve a data e venha viver connosco mais uma noite mágica entre moinhos, estrelas e cinema.

Continuar a ler

Documentário sobre Luís Monteiro é apresentado no IV Edição do Festival das Reservas da Biosfera de Portugal

Há histórias que pedem luz. E há vidas que continuam a voar muito para além do silêncio.
No âmbito da IV Edição do Festival das Reservas da Biosfera de Portugal – Graciosa, no próximo dia 13 de março, às 21h00, no Centro Cultural da Graciosa, apresento o documentário “O Voo de Monteiro – A Vida e Legado de Luís Monteiro” — uma homenagem profunda a um Homem que transformou a paixão em ciência e inscreveu o seu nome na eternidade da natureza.
De Baião às ilhas dos Açores, percorremos a extraordinária viagem de Luís Monteiro, o biólogo que dedicou a vida ao estudo das aves marinhas e cuja investigação conduziu à descoberta do raro Hydrobates monteiroi, o Painho-de-Monteiro — uma espécie que hoje perpetua o seu nome e o seu legado, rasgando os céus do Atlântico.
Entre testemunhos comoventes, paisagens arrebatadoras e a força de uma memória que se recusa a desaparecer, este filme é um convite à reflexão: sobre a delicadeza da vida, sobre a responsabilidade que herdamos, sobre a urgência de proteger o património natural que nos define.
Conto com todos os graciosenses para esta noite de memória, ciência e inspiração.
Porque há voos que nunca tocam o chão.
Este documentário conta com o apoio da Secretaria Regional do Ambiente e Ação Climática, do Município de Santa Cruz da Graciosa e do Município de Baião.

Continuar a ler

Concurso de fotografia “Ecos da natureza”

CONCURSO FOTOGRAFIA ECOS NATUREZA

CONCURSO “ECOS DA NATUREZA”REGULAMENTO

ENQUADRAMENTO

  1. A iniciativa deste concurso de fotografia nasceu da visão de Paulo Ferreira, produtor, realizador de vídeo e fotógrafo de natureza gondomarense, movido pela vontade de sensibilizar os mais jovens para a importância da preservação ambiental e para a valorização dos lugares mais singulares do planeta. A partir desta ideia inicial, surgiu posteriormente a oportunidade de o Agrupamento de Escolas Júlio Dinis, Gondomar (AEJD), através da Biblioteca Escolar, em articulação com os grupos disciplinares 230 e 520 (Ciências Naturais), dinamizar e desenvolver o projeto junto da comunidade escolar.

    O concurso enquadra-se no tema geral do Projeto Educativo do Agrupamento — “Valorizar o presente… preparar o futuro” — e presta igualmente homenagem ao ilustre naturalista Sir David Attenborough, assinalando o centenário do seu nascimento. Pretende-se, assim, unir a fotografia e a educação ambiental numa iniciativa que incentive a observação da natureza, a reflexão sobre os desafios ambientais atuais e a valorização da biodiversidade e dos ecossistemas do planeta.

OBJETIVOS

  1. O concurso tem como principais objetivos:
  • Sensibilizar para a preservação ambiental;
  • Consciencializar para o contributo de cada um na sustentabilidade do planeta;
  • Valorizar o património natural local;
  • promover a criatividade artística, valorizando a fotografia enquanto forma de expressão cultural.

PARTICIPANTES

  1. O concurso é aberto a todas as crianças e a todos os alunos do AEJD.

3.1. Cada participante só poderá apresentar uma fotografia a concurso.

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DE ENTREGA E AUTORIA

  1. As fotografias a concurso devem apresentar elementos da natureza (fauna e/ou flora), evidenciando a sua beleza e singularidade.

4.1. As fotografias devem ser originais e da autoria do participante.

4.2. A fotografia deverá ter pelo menos 3000px no lado maior e o tamanho deverá ser inferior a 10 Mb. 

4.3. O envio é para o seguinte contacto: paulo@pauloferreira.pt

4.4. Cada fotografia deve fazer-se acompanhar das seguintes indicações:

– legenda;

– local fotografado e data;

– identificação do autor (nome completo, número e turma).

PRAZOS

5.1. O concurso inicia no dia 6 de março e encerra no dia 30 de maio de 2026.

5.2. Os resultados serão divulgados e atribuídos os prémios na festa final do ano letivo, dia 12 de junho.

JÚRI E CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO

6.1. A seleção das fotografias vencedoras fica a cargo do patrocinador do concurso Paulo Ferreira.

6.2. Os critérios de avaliação incluem:

  • adequação ao tema;
  • impacto visual/emocional,
  • composição, iluminação;
  • criatividade e originalidade, sem manipulação digital excessiva;
  • qualidade técnica.

PRÉMIOS

7.1. Serão atribuídos prémios monetários às três melhores participações no valor:

  • 1º lugar: 300 Euros;
  • 2º lugar 150 Euros;
  • 3º lugar: 50 Euros.

7.2. Todos os concorrentes receberão um certificado de participação digital.

DISPOSIÇÕES GERAIS

8.1. Ao participar, os concorrentes autorizam tacitamente a divulgação das fotografias.

8.2. Os casos omissos neste regulamento serão resolvidos por deliberação da organização.

Agrupamento de Escolas Júlio Dinis, Gondomar, 2 de março de 2026

Coordenadora do Departamento de Ciências Exatas: M.ª José Tavares

Coordenadora das BE do Agrupamento: Rita Cordeiro

Patrocinador: Paulo Ferreira

Saiba mais no site do Agrupamento de Escolas Júlio Dinis em:

Concurso de fotografia “Ecos da Natureza” 

Recomendações técnicas:

A fotografia em formato digital deve ser enviada por email (contacto em cima):
O tipo de ficheiro deverá ser JPEG ou PNG ou TIF
A proporção da fotografia deverá ser  3:2 ou 2:3 ou 4:3 ou 3:4 ou 1:1 
O formato físico para impressão, caso seja exigido deverá ser : 20×30 ou 30×40 cm.
Manter os dados EXIF para verificação de autoria.

Nota: Todas as fotografias fora do formato ou tipo recomendado, serão excluídas sem qualquer notificação.

Continuar a ler