Auditório da Casa da Cultura de Paredes recebe Paulo Ferreira no âmbito de uma palestra relativa à “Arte de Fotografar a Natureza”

Paulo Ferreira

Paulo Ferreira marcou presença no Auditório da Casa da Cultura de Paredes, no âmbito de uma palestra relativa à “Arte de Fotografar a Natureza”. A par desta iniciativa da ABAE, realizou dois workshops de fotografia para os alunos da Escola Secundária de Paredes.

Mais informação em:

2022 | SEMINÁRIO JRA Paredes – Fotografias – Jovens Repórteres para o Ambiente (abae.pt)

Podem realizar o download do ficheiro da apresentação em formato *pdf aqui:

Palestra_Jovens_Reporteres_Ambiente_Paredes

Paulo Ferreira - Participa Evento ABAE

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Outono nos Moinhos de Jancido

O outono está à porta e é tempo de fotografar as pequenas coisas que abundam nos campos nas proximidades dos Moinhos de Jancido. Aqui ficam algumas fotografias que registei estes dias naquela zona. Desde a Salamandra-lusitánica aos cogumelos, todos eles são motivos mais do que suficientes para levantar bem cedo e ir em busca destas espécies.







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Paulo Ferreira no Instituto Politécnico do Cávado e do Ave (IPCA)

A convite do Instituto Politécnico do Cávado e do Ave (IPCA), realizarei uma palestra na Escola Superior de Design no próximo dia 27 de outubro.
A minha intervenção será no âmbito do projeto FASA 50+10 subordinado ao tema “Pensamento Crítico”.
As histórias e peripécias das viagens que realizei aos vários países onde produzi alguns filmes premiados internacionalmente, serão o assunto para a palestra e para o tema.

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Celito Medeiros pinta alguns frames do documentário Açores – Um novo desígnio

Certo dia, recebi um email do Celito Medeiros, a pedir-me autorização para pintar alguns frames do meu documentário “Açores – Um Novo Desígnio”. No inicio, confesso que não dei grande relevância ao assunto e permiti que fossem utilizados os frames que pretendia. Dias mais tarde, fiquei a saber (através de uma procura no Google), que afinal Celito Medeiros, era um artista plástico, escritor e poeta. Embaixador Universal da Paz (Embaixada de Genebra, Franco-Suíça) e Premio Unesco.

Hoje, recebi algumas dessas pinturas e fiquei maravilhado com a técnica utilizada. Um trabalho fantástico, memorável e apaixonante, dado que é uma outra forma de ver os mesmos locais que filmei e fotografei. O seu portefólio pode ser visualizado aqui: Cellito Medalros – Celito Medeiros (myportfolio.com)

As suas palavras:

Caro amigo Paulo Ferreira,
Eu assisti o seu documentário por diversas vezes, apreciando cada detalhe, cada palavra tão bem narrada por Eduardo Rêgo, em um texto que foi além de ser emocionante. Todos os que participaram em todas as áreas, conseguindo nesta soma de valores e talentos, produzirem os Desígnios dos Açores, passado e presente.
Fiquei apaixonado pelo Ilhéu das Cabras, sua rachadura mostra muito bem que foi resistente ao incidente dos vulcões, na bela ilha dividida pelo efeito e não formada por ele, no que antes era tudo unido entre vales, planícies e morros e montanhas. A visão do Pico mais alto de Portugal remete a todos os tempos, a todas as visões que dali foram observadas e o vôo que suas imagens proporcionaram em seu interior ainda incandescente.
O Bailar das Baleias tão lindamente descrito por Roxane e César.
O Moinho de vento, as plantações de vinícolas em resíduos vulcânicos, uma consistência de solo rico e produtivo gerando o Vinho do Pico. Quanto trabalho para chegar a tudo isto.
O Observador Antero, como guardião dos movimentos de tudo à sua vista e sua presença em tudo avistar, neste anseio de fazer o melhor e foi além…
As lagoas de São Miguel, um espetáculo em cada uma delas, em suas cores, a vegetação e lindas flores soavam como algumas canções de fados de Francisco e Amália.
A importância ambiental da Empresa Futurismo, tão bem relatada por Laura Gonzáles e Rui Rodrigues nesta Proteção efetiva.
O Diretor do Museu da Ilha, Manuel Costa Júnior, onde seu conhecimento e palavra viva, encheu-me de orgulho em sua narrativa. Dos momentos da pobreza e o retorno de glória para a riqueza da ilha, dantes não bem exploradas.

Acerca do autor:

– Celito (Freitas de) Medeiros, neto de imigrantes Açorianos no Brasil, nascido em 1951 numa Fazenda de Arroz e Haras de Cavalos. Desde criança um arteiro hiperativo, há mais de 65 anos na Pintura em todas as técnicas e áreas conhecidas.
(Nos intervalos da vida, fez dois cursos de engenharia, Escola de Belas Artes, Estudos de pós graduação em Psicologia, Master and Doctorate Course em Ciência Espiritual, finalmente homologada pela OMS, agora lecionado em diversas Universidades pelo mundo, em médio prazo disponível a todos, especialmente na área de Saúde Mental, a Psique – o Estudo do Espírito).
Celito Medeiros é um nome facilmente encontrado na busca do google e com páginas no Facebook. Mais de 200 exposições internacionais, incluindo algumas no Carroussel du Louvre. Aposentado por Invalidez permanente, mas permanece ativo em seus pincéis em nova técnica que adotou e ainda possibilita seu trabalho diário, com imenso prazer enquanto este corpo viver, pois como espírito será como todos os assemelhados, infinitos e eternos.

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Estreia online do documentário “Açores – Um novo desígnio”


Este filme de cerca de 41 minutos foi realizado em 2021, em 4 ilhas do arquipélago dos Açores. Terceira, Pico, Flores e São Miguel. Trata-se de um filme que aborda entre vários assuntos, a questão antiga da caça à baleia e consequentemente a mudança que está a ser implementada no arquipélago, dada a necessidade das pessoas procurarem novas fontes de recursos, como o turismo ou a investigação. O filme tem locução do Eduardo Rêgo e a banda sonora é de André Barros. Obrigado a todas as empresas e entidades que apoiaram esta produção.

Veja o filme aqui: Açores – Um Novo Desígnio on Vimeo

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Documentário “Açores – Um novo desígnio” premiado no festival de cinema “Finisterra Arrábida Film Art & Tourism Festival

O documentário “Açores – Um novo desígnio” foi premiado no conceituado festival de cinema “Finisterra Arrábida Film Art & Tourism Festival”. A cerimónia de entrega do prémio, será no próximo dia 6 de outubro, pelas 17H00, em Sesimbra. Aproveito para enaltecer o trabalho de todos os profissionais que fizeram parte desta produção. Ao mesmo tempo, agradeço o apoio de algumas entidades acorianas e de todos os patrocinadores, nomeadamente:
Apoio: Governo dos Açores através de Manuel Costa Júnior, Diretor do Museu do Pico, Vitorina Silveira da Câmara Municipal das Lajes das Flores, Carlos Picanço da Futurismo Azores Adventures, Armando Rodrigues da ExperienceOC.
Patrocínios: Claranet Portugal, Opticália de Gondomar, Delete Informática, LadoB Café, PTLapse e Viagens Gondomar.

Veja o “teaser” aqui:

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Documentário “No silêncio dos moinhos” premiado no Finisterra Arrábida Film Art & Tourism Festival

O documentário natural “No Silêncio dos Moinhos” foi premiado no festival internacional de cinema “Finisterra Arrábida Film Art & Tourism Festival”, em Sezimbra. Trata-se de um filme com cerca de 41 minutos que retrata alguma da fauna e flora da região nas proximidades dos Moinhos de Jancido, em Gondomar. Este trabalho demorou cerca de dois anos a produzir e contou com o apoio do Municipio de Gondomar.

Este filme teve estreia em televisão, no canal SIC, no passado dia 31 de julho de 2022.

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A Via Láctea sobre a ilha das Flores

À noite, na Ilha do Corvo, com vista para a Ilha das Flores. Separadas por um oceano profundo e uma Via Láctea imensa. O mundo é maravilhoso. Porque teimamos em destruí-lo?
Agosto, foi o mês que escolhi para realizar um documentário natural na ilha das Flores. O projecto iniciou-se nesta ilha, contudo, certa noite e porque as condições meteorológicas eram favoráveis, fiz a travessia de barco que liga as Flores, ao Corvo. O objectivo era muito claro:
Registar alguns planos de timelapse no Corvo. Este é apenas um deles e mostra-nos a Via Láctea por cima da ilha das Flores. 

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JN Online divulga a produção do documentário natural na Ilha das Flores

JN – dia 9 – Paulo Ferreira mergulhou nas Lajes das Flores a poucos dias de concluir documentário

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JN – dia 8 – Paulo Ferreira continua a reunir imagens no Poço da Ribeira do Ferreiro

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JN – dia 7 – Poço da Ribeira do Ferreiro é um dos pontos de passagem do documentário de Paulo Ferreira

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JN – dia 6 – Viagem pelo Parque Natural das Flores e da Alagoa com Paulo Ferreira

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JN – dia 5 – Paulo Ferreira explora a fauna e a flora da Ilha das Flores para novo documentário

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JN – dia 4 – Paulo Ferreira viaja pela ilha das Flores para novas gravações do documentário

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JN – dia 3 – Filmagens do documentário de Paulo Ferreira condicionadas por anticiclone nos Açores

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JN – dia 2 – A paisagem das Lajes registada no novo documentário de Paulo Ferreira

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JN – dia 1 – Iniciaram as filmagens para o documentário natural na ilha das Flores

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Realização de documentário natural na ilha das Flores

Documentário Ilha das Flores

É já este mês, que Paulo Ferreira dará início à realização de um novo documentário natural. Desta vez o palco será a Ilha das Flores e as filmagens iniciam-se no próximo dia 22 de agosto. Esta produção tem o apoio do Município de Lajes das Flores.
Um agradecimento especial a todos os patrocinadores deste projeto identificados na imagem, nomeadamente o LadoB Caffé, a agência de Viagens Gondomar, a Opticália de Gondomar, a Delete Soluções Informáticas, a Ptlapse, a Ppsec Engenharia, a Socidias e a Goldnature.
Diáriamente, o JN online irá mostrar os locais onde serão realizadas as filmagens para o documentário.

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Filmes de Paulo Ferreira premiados em Los Angeles

Paulo Ferreira foi premiado em Los Angeles, no festival internacional de cinema independente “Los Angeles Independent Film Festival Awards”. Os filmes curtos “LOCKDOWN PORTO”, “HOPE” e “THE LAND OF MEN” foram premiados respetivamente com o troféu de “Best Director Documentary Short”, “Best Experimental Short” e “Best Foreign Short”. 

A cerimónia de entrega de prémios terá lugar no próximo dia 27 de agosto na passadeira vermelha dos estudios Raleigh Studios, Hollywood, US.

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Documentário No Silêncio dos Moinhos

O documentário de história natural “No Silêncio dos Moinhos”, da autoria do realizador e fotógrafo de natureza, Paulo Ferreira, foi totalmente filmado durante o período de pandemia, num pequeno trecho do vale do rio Sousa, nas proximidades de um conjunto de moinhos de água, designados por Moinhos de Jancido.
As imagens apresentadas são o culminar de dois anos de trabalho naquele território, com recurso a várias técnicas e câmaras dissimuladas em alguns locais na procura de fauna que fosse autóctone daquele local.
Com a duração de cerca de 41 minutos, o documentário aborda pequenas histórias de vida natural, possíveis de ver por quem ali passa, se em silêncio.
Nele podemos ver as aves como a Garça-real, o Guarda-rios, a Águia-de-asa-redonda, o Pica-pau-malhado-grande ou o Pisco-de-peito-ruivo, algumas plantas típicas da região e ainda animais como o Morcego, a Salamandra-de-pintas-amarelas, a Salamandra-lusitânica, o Esquilo-vermelho, o Texugo e a Raposa, a Gineta ou os Pirilampos.
Este trabalho tem como objetivo principal, alertar as pessoas que vivem no concelho de Gondomar e não só, para o facto de que é necessário preservar alguns nichos ecológicos, como é o caso deste nas margens do Sousa. Dado o atual modo de vida, a maioria das pessoas não repara que nas proximidades das suas casas, existe uma significativa variedade de fauna e flora e que nem sempre são preservadas, uma vez que estamos constantemente a ocupar o habitat destes animais e plantas.

Este filme teve a sua estreia em televisão, no passado dia 31 de julho de 2022, integrado na rubrica “O Nosso Mundo”.

Veja aqui o documentário: OPTO | SIC – No Silêncio dos Moinhos

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Documentário – As Raparigas de Jancido


Há um lugar em Gondomar, nas proximidades do Porto, designado por Moinhos de Jancido. Trata-se de um conjunto significativo de moinhos de água que estão a ser reconstruídos por um conjunto de pessoas denominados por “Rapazes de Jancido”. Esta é a história das suas mulheres. Uma história de vida individual e coletiva. São as “Raparigas de Jancido”.

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SIC – Nosso Mundo: No Silêncio Dos Moinhos

Nosso Mundo: No silêncio dos moinhos - SIC

No próximo domingo, a partir das 12H15, não percam a estreia em televisão, no canal SIC, do documentário “No Silêncio dos Moinhos”. O habitual programa de vida selvagem aos domingos, será preenchido desta vez, pela fauna e flora ao redor dos Moinhos de Jancido, no concelho de Gondomar.

Um trabalho que demorou 2 anos a realizar e que envolveu o Eduardo Rêgo na locução, o Miguel Berkemeier na banda sonora e o João Sousa na engenharia de aúdio.
#paulofwild #pauloferreirapt #moinhosdejancido #gondomar

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Lançamento do livro “No Silêncio Dos Moinhos”

Lançamento do livro

No próximo dia 16 de Julho, pelas 15H00 na Fundação Júlio Resende em Gondomar, será lançado o livro No Silêncio Dos Moinhos “O Livro”. Trata-se de um livro de fotografia da autoria de Paulo Ferreira, onde é possivel visualizar algumas espécies de fauna e flora existente nas proximidades dos Moinhos de Jancido, na margem esquerda do rio Sousa.

A entrada é livre até à lotação máxima de 55 pessoas.

Este trabalho surge depois de Paulo Ferreira ter realizado naquele local, um documentário de história natural, intitulado “No Silêncio Dos Moinhos” e que será dado a conhecer em breve num canal de televisão.

O livro mostra-nos um conjunto significativo de fotografias realizadas durante os últimos dois anos, onde é possivel visualizar alguns animais e plantas existentes naquele território. Este trabalho teve a colaboração do Biólogo Joel Neves, que fez a revisão cientifica. A maioria das fotografias vem acompanhada com uma pequena legenda da autoria dos “Rapazes de Jancido” e seus familiares. 

O prefácio é da autoria da Professora Isaura Lima e o posfácio é do Paulo Santos. De realçar ainda as notas existentes no livro, que são da autoria de António Mota, um amigo de longa data e do Padre Tony Neves, um jancidense em Roma.

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Vislumbre da Cabra-montês

Vislumbre da Cabra-montês

Esta fotografia em cima, foi registada ao final de um longo dia de caminhada no Parque Nacional da Peneda-Gerês. Habitualmente percorro os trilhos do parque em busca de fotografias de fauna e flora e de vez em quando alguns planos de timelapse e video. Desta vez encontrei a Cabra-montês no topo de uma rocha em busca de alimento. A luz do final de tarde fez o resto. E eu estava lá para admirar esse momento.

A Cabra-montês esteve desaparecida do parque durante largas dezenas de anos e agora aos poucos vai surgindo novamente, como dá para perceber na fotografia em baixo. Admirável mundo.

Cabra-montês

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Paulo Ferreira premiado na Turquia

Paulo Ferreira premiado na Turquia

Foi no dia 17 de junho, pelas 21H00, na cidade de Gaziantep, na Turquia, que Paulo Ferreira recebeu um prémio no Festival Internacional de Cinema “International Tourism Film Festival Turkey”. A cerimónia em ambiente de gala decorreu no Zeugma Mosaics Museum. O prémio “Jury Special Award”, foi atribuído ao filme curto “A Terra dos Homens”.
O júri do conceituado festival (um dos mais emblemáticos da Europa ao nível do cinema temático) premiou o filme curto “A TERRA DOS HOMENS” – que tem imagens de Paulo Ferreira e a voz de Eduardo Rêgo.
Trata-se do mais recente filme curto de Paulo Ferreira, que reúne imagens de vários pontos do mundo e que prima pela mensagem de sensibilização, face ao desnorte dos comportamentos humanos em relação ao planeta e a nós próprios.
Produzido em tempo de pandemia, o filme é um alerta pungente para a multiplicidade de problemas que assolam a humanidade. Nas palavras do realizador “Este é o tempo de repensar comportamentos; o tempo de lembrar que as nossas ações têm sempre consequências; o tempo de mostrar que somos merecedores de habitar a casa a que chamamos Terra.”

O filme pode ser visualizado aqui:

Portefólio de filmes – pauloferreira.pt

#TOURISMFILMFEST

Paulo Ferreira premiado na Turquia
Paulo Ferreira premiado na Turquia
Paulo Ferreira premiado na Turquia

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Paulo Ferreira receberá um prémio no International Tourism Film Festival Turkey

Paulo Ferreira, recebe no próximo dia 17 de junho, pelas 21H00 (hora local), um prémio no festival internacional de cinema na Turquia “International Tourism Film Festival Turkey”. A cerimónia em ambiente de gala irá decorrer no Zeugma Mosaics Museum na cidade de Gaziantep. O prémio que só será conhecido no dia do evento, foi atribuído ao filme curto “A Terra dos Homens”.
O júri do conceituado festival (um dos mais emblemáticos da Europa ao nível do cinema independente), premiou o documentário curto A TERRA DOS HOMENS – que tem imagens do fotógrafo/videógrafo PAULO FERREIRA e voz de EDUARDO RÊGO.
Trata-se do mais recente filme curto de Paulo Ferreira, que reúne imagens de vários pontos do Mundo e que prima pela mensagem de sensibilização, face ao desnorte dos comportamentos humanos em relação ao planeta e a nós próprios.
Produzido em tempo de pandemia, o filme é um alerta pungente para a multiplicidade de problemas que assolam a humanidade. Nas palavras do realizador “Este é o tempo de repensar comportamentos; o tempo de lembrar que as nossas ações têm sempre consequências; o tempo de mostrar que somos merecedores de habitar a casa a que chamamos Terra.”
O trabalho de Paulo Ferreira é já bem conhecido, dentro e fora das fronteiras.
O reconhecimento, cada vez mais expressivo, do trabalho desenvolvido por Paulo Ferreira, é a prova cabal da urgência que existe em interiorizar os valores acumulados ao longo da história. A sua abordagem de consciencialização ambiental e de promoção de locais singulares da Terra, é um sério contributo para a Consciência Global. E esta postura adquiriu uma nova dimensão, ao associar-se a Eduardo Rêgo – o conhecido locutor e guionista de natureza – que tem uma visão holística do mundo e da vida. É expectável que o futuro traga novas experiências videográficas em que esta dupla se propõe ajudar a recentrar o caminho que conduz ao equilíbrio.

A TERRA DOS HOMENS, com realização de Paulo Ferreira e narração de Eduardo Rêgo, afirma a marca de Portugal no mundo, difundindo uma mensagem que não tem fronteiras.

O filme pode ser visto online em: Portefólio de filmes (https://pauloferreira.pt/portefolio-de-filmes/)

Mais informações sobre os prémios atribuídos a este e outros trabalhos, em:

Cinema (https://pauloferreira.pt/cinema/)

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Final de tarde no Parque Natural do Alvão

Aqueles que me conhecem, sabem que a minha vida tem sido pautada pela procura de imagens fora do habitual. Enquadramentos únicos e momentos singulares. Quer lá fora, quer cá dentro. Este foi um deles. Daqueles que já não assistia há imenso tempo. Estar no sitio certo, há hora certa, não é fácil, já dizia o antigo baleeiro Antero Soares, pessoa que ainda hoje recordo com admiração.

A minha abordagem de consciencialização ambiental e de promoção de locais singulares da Terra, é um sério contributo para a Consciência Global. Este é o tempo de repensar comportamentos; o tempo de lembrar que as nossas ações têm sempre consequências; o tempo de mostrar que somos merecedores de habitar a casa a que chamamos Terra.

Esta fotografia é parte integrante de uma sequência de 250, que deram origem a um plano de timelapse. Siga-me no facebook em https://www.facebook.com/paulofwild

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Gondomarense Paulo Ferreira apresenta “Açores – Um novo desígnio” no Auditório Municipal de Gondomar

O documentário “Açores – Um novo desígnio” – cuja estreia oficial se realizou na Ilha das Flores, no passado dia 22 de abril (Dia da Terra), será apresentado no próximo dia 14 de maio, pelas 21 horas, no Auditório Municipal de Gondomar.
Trata-se de um filme realizado pelo gondomarense Paulo Ferreira, com a duração de 41 minutos e que para além de mostrar a beleza das quatro ilhas (Terceira, Pico, Flores e São Miguel), aborda a mudança que está a ser feita pelos açorianos em quererem “um novo desígnio” para o arquipélago. Outrora palco de caça à baleia, é agora um paraíso para a observação de cetáceos e estudos científicos.
O filme tem a participação de Eduardo Rêgo na locução, André Barros na banda sonora, Gui Costa nas imagens do fundo marinho e João Sousa na sonoplastia.
Este projeto foi patrocinado pelas empresas Claranet Portugal, PTlapse, Opticália de Gondomar, LadoB Café, Delete Informática, Viagens Gondomar e PPSEC Engenharia; e contou também com o apoio da Futurismo Azores Whale Watching, do Museu do Pico e da ExperienceOC.
A apresentação em Portugal Continental, conta com o apoio da Câmara Municipal de Gondomar.

Veja o “teaser” aqui: Youtube

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Filmes de Paulo Ferreira premiados no Brasil

Filmes de Paulo Ferreira premiados no Brasil

Três filmes realizados por Paulo Ferreira foram premiados pelo Finisterra Brazil Film Art & Tourism Festival, de Cachoeira, Bahia. As produções “Hope”, “Lockdown Porto” e “The Land Of Men”, realizadas por Paulo Ferreira, arrecadaram três prémios.

O festival internacional de cinema “Finisterra Brazil Film Art & Tourism Festival”, que atribuiu os prémios, dá destaque à ligação entre a cultura, a história e o turismo e recebeu trabalhos brasileiros, mas também de muitos lugares do mundo, incluindo vários países europeus.

Paulo Ferreira criou em 2017 a PTLAPSE, uma empresa que está vocacionada para o registo de timelapse de longa duração, mas que também produz filmes e documentários, alguns dos quais já premiados por inúmeras vezes em festivais internacionais de cinema.

Conheça alguns dos prémios aqui: https://pauloferreira.pt/cinema/

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“Açores – Um novo desígnio” estreia na ilha das Flores

O documentário “Açores – Um novo desígnio”, tem estreia oficial marcada para a Ilha das Flores, no próximo dia 22 de Abril, Dia da Terra. O evento tem o apoio da Câmara Municipal de Lajes das Flores. Trata-se de um filme com cerca de 41 minutos, cujas imagens das ilhas Terceira, Pico, Flores e São Miguel, ilustram a vontade do arquipélago na procura de um novo desígnio.

Um filme da autoria de Paulo Ferreira, narrado por Eduardo Rêgo e com banda sonora de André Barros. A Sonoplastia ficou a cargo de João Sousa. Este documentário tem ainda imagens subaquáticas de Gui Costa. Um agradecimento especial ao Museu do Pico, à Futurismo e à Experience OC.

Um projeto realizado com o patrocínio de Lado B Café, Opticália de Gondomar, Ptlapse, Delete Informática, Claranet Portugal, Viagens Gondomar.

Veja o “teaser” aqui: Açores – Um novo desígnio

Mais informação no site do Município de Lajes das Flores

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Memórias Dos Leilões de Melres

Paulo Ferreira estreou no passado dia 26 de março, pelas 20H30, o seu mais recente documentário intitulado “Memórias Dos Leilões de Melres”. Trata-se de um filme com cerca de 1H20 de duração, que reúne vários depoimentos de pessoas que no passado participaram nos leilões mais emblemáticos da Vila de Melres. Essas memórias partilhadas pelas gentes de Melres, são ilustradas com imagens antigas dos vários leilões que se realizaram nessa localidade do concelho de Gondomar.

A memória ainda viva, fica assim disponivel para memória futura, através de imagens que relembram os tempos de outrora em que as pessoas trabalhavam em conjunto para atingir determinado fim.

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3 filmes, 3 prémios, 3 narrativas que ilustram o mundo de hoje

3 filmes. 3 prémios. 3 narrativas que ilustram o mundo de hoje.

Paulo Ferreira foi recentemente premiado no festival internacional de cinema Finisterra Brasil Film Art & Tourism Festival.

Os filmes “The Land Of Men”, “Lockdown Porto” e “Hope” foram reconhecidos pelos jurados do referido festival. A cerimónia de entrega de prémios realiza-se no próximo dia 18 de abril de 2022, em Cachoeira – Bahia – Brasil.

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Making Of do documentário “Açores – Um novo desígnio”

O documentário “Açores – Um novo desígnio” está quase pronto. Entretanto e enquanto se ajusta o “Teaser”, aqui fica o “Making Of”. Relembro que este trabalho teve o patrocínio, apoio e colaboração de imensas entidades.
Patrocinadores: Claranet Portugal | Delete Informática | Lado B – A Melhor Francesinha do Mundo | Opticalia Gondomar | PTlapse | Viagens Gondomar | PPSEC – Engenharia.
Apoio: Futurismo Whale Watching Azores
Colaboração: Experience OC | Museu do Pico

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Evento “À conversa com Paulo Ferreira” na Escola Dramática e Musical Valboense

No dia 5 de Março de 2022, pelas 21H30, estive presente na Escola Dramática e Musical Valboense, a convite do Agrupamento de Escolas de Valbom, no âmbito do evento “À conversa com Paulo Ferreira”.

O ficheiro “powerpoint” que os alunos me fizeram chegar, pode ser visualizado aqui:

www.pauloferreira.pt/download/ProjetoTurmaEscolaValbom.ppsx

A versão em pdf pode ser visualizada aqui:

www.pauloferreira.pt/download/ProjetoTurmaEscolaValbom.pdf

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O vídeo “Lapso de tempo” foi hoje notícia no programa da RTP “Bom dia Portugal”

O vídeo “Lapso de tempo” foi hoje notícia no programa da RTP “Bom dia Portugal”, na rubrica “A última fronteira” do Miguel Gonçalves. Sensivelmente ao minuto 09:25.
O vídeo pode ser integralmente visualizado aqui:
https://lnkd.in/dyPyXQFr
#timelapse #world #pauloferreirapt


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Lapso de Tempo

Este video “Lapso de Tempo”, surge no seguimento das minhas viagens pelo mundo. Tive a oportunidade de conhecer países como por exemplo a Norugea, Espanha, Chile, Argentina, Nova Zelândia e Islândia, bem como mais aprofundadamente Portugal, nomeadamente a parte continental e insular. Em todos eles, consegui registar alguns planos de timelapse noturnos e que agora fazem parte deste trabalho.

É notória a diferença de qualidade de alguns planos. Contudo são o registo da minha evolução ao longo do tempo. Comecei com uma simples 500D e nos dias de hoje já utilizo 5DSR ou até mesmo a α7.

Trata-se de um vídeo que pretende mostrar o lado noturno, reunindo imagens que vão desde a aurora boreal, á via láctea e até a Lua, nos hemisférios Norte e Sul. Um retrato do tempo. Um lapso de tempo. Uns insignificantes segundos na imensidão do espaço-tempo.

Como dizia Carl Sagan, trata-se de uma breve história do tempo. Do meu tempo. Diante da vastidão do tempo e do universo.

Música de André Barros.

Clique na imagem para visualizar o vídeo.

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A Terra dos Homens obtém duas distinções em Las Vegas

A TERRA DOS HOMENS

O júri do conceituado Festival Internacional de Cinema VEGAS MOVIE AWARDS premiou, no início desta semana, o documentário curto A TERRA DOS HOMENS – que tem imagens do fotógrafo PAULO FERREIRA e texto e voz de EDUARDO RÊGO.

O trabalho da dupla portuguesa concorreu a uma só categoria, mas os jurados foram tão sensíveis à pertinência da mensagem, que lhe atribuíram uma segunda estatueta.

BEST DOCUMENTARY SHORT – Award of Prestige

BEST INSPIRATIONAL FILM – Award of Merit

Trata-se do mais recente documentário curto e motivacional de Paulo Ferreira, que reúne imagens de vários pontos do Mundo e que prima pela mensagem de sensibilização, face ao desnorte dos comportamentos humanos em relação ao planeta e a nós próprios.

Produzido em tempo de pandemia, o filme é um alerta pungente para a multiplicidade de problemas que assolam a humanidade. Nas palavras do realizador “Este é o tempo de repensar comportamentos; o tempo de lembrar que as nossas ações têm sempre consequências; o tempo de mostrar que somos merecedores de habitar a casa a que chamamos Terra.”  

O trabalho de Paulo Ferreira é já bem conhecido, dentro e fora das fronteiras. Foi recentemente agraciado com três prémios pelo Festival internacional de Cinema Finisterra Arrábida Film Art & Tourism; e, a estas distinções, juntou-se uma Menção Honrosa atribuída pelo Presidente do Júri.

O reconhecimento, cada vez mais expressivo, do trabalho desenvolvido por Paulo Ferreira, é a prova cabal da urgência que existe em interiorizar os valores acumulados ao longo da história. A sua abordagem de consciencialização ambiental e de promoção de locais singulares da Terra, é um sério contributo para a Consciência Global. E esta postura adquiriu uma nova dimensão, ao associar-se a Eduardo Rêgo – o conhecido locutor e guionista de natureza – que tem uma visão holística do mundo e da vida. É expectável que o futuro traga novas experiências videográficas em que esta dupla se propõe ajudar a recentrar o caminho que conduz ao equilíbrio.

A TERRA DOS HOMENS, com realização de Paulo Ferreira e texto e narração de Eduardo Rêgo, afirma a marca de Portugal no mundo, difundindo uma mensagem que não tem fronteiras.

O filme pode ser visto online em: Portefólio de filmes – pauloferreira.pt

Mais informações sobre os prémios atribuídos a este e outros trabalhos, em:

Cinema – pauloferreira.pt

É impossível ficar indiferente a esta honra – desenhada em LAS VEGAS – que premeia o sentimento profundo que perpassa o pequeno filme A TERRA DOS HOMENS!
Felizmente, hoje, o reconhecimento não se deixa amordaçar pela pequenez de um país; não tem fronteiras! Da mesma forma que extravaso alegria, sempre que vejo um português subir ao pódio de um qualquer evento internacional, também aqui fico radiante e feliz por ter tido a oportunidade de emparelhar a palavra e a voz com as imagens de Paulo Ferreira.
Tudo, e só, para celebrar a GRANDEZA DA VIDA!

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Encontros noturnos com a Garça-real

Garça-real

Esta fotografia registada nas proximidades de Couce, em Valongo, no Parque das Serras do Porto, foi conseguida depois de algumas tentativas. Á primeira vista pode parecer bastante simples, mas o processo para a conseguir foi algo moroso e difícil. No seguimento de um trabalho de fotografia que ando a registar para o Município de Valongo, tenho-me deslocado para aquele território, desde finais de 2020. A Garça-real (Ardea cinerea), é uma das espécies que tenho de fotografar. Fotografá-la neste local  foi complicado, pois nem sempre lá estava (a meio do Rio Ferreira), e se estava, não me deixava aproximar mais do que 50 metros. Após muitas tentativas ao final da tarde para reduzir a luz ao máximo e ocultar a vegetação que ladeia o Rio, lá consegui. Mas o que mais me surpreendeu nesta ave, foi observá-la enquanto a fotografava. E reparei que ela bebe a água do Rio, em intervalos de minutos. É do conhecimento de todos que o Rio Ferreira é um dos cursos de água bastante poluído e observar esta ave a beber da sua água é algo que me preocupa. Espero com esta fotografia, sensibilizar as entidades competentes, para esta situação.

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Sobredotação: abrindo caminhos

De vez em quando surgem novos desafios. Este, em especial, envolveu-me bastante. Um projeto para o Observatório para a Sobredotação e Talento, através da ANEIS. Um vídeo realizado em Gondomar, com os futuros Gondomarenses, para o mundo. Operadores do programa: Fundação Calouste Gulbenkian | Fundação Bissaya Barreto. Promotor: Aneis. Parceiros: Adolescere | Colégio Paulo VI

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O Meu Mundo – As Histórias e os Filmes de Paulo Ferreira

O evento realiza-se no próximo dia 4 de dezembro, pelas 21H30 no Auditório Clotilde Mota (Banda Musical de Melres), na união de freguesias de Melres e Medas.
Será de entrada livre e contará com a participação da turma de Biologia do 12.º ano da Escola Básica e Secundária À Beira Douro, orientada pela Professora Elisabete Carvalho.
A viagem inicia-se na Noruega, desce ao Chile e Argentina, passa pela Nova Zelândia, sobe até à Islândia e termina em Gondomar.

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Porque o mundo tem todo o tempo para mim

Era Outono. A Patagónia vestia-se de cores absolutamente extraordinárias. As Lengas (Nothofagus pumilio) cobriam-se de um manto malhado, mosqueado, todo ele remendado nas diversas cores. Uma espantosa paleta de tons nas cores amarela, vermelha, branca ou verde. Achei que nem mesmo um pintor, conseguiria aqueles tons. Eu, sozinho, munido de uma mochila às costas e de uma camara fotográfica ao pescoço, caminhava há algumas horas. Partira bem cedo de “El Chaltén” (pequena povoação na Argentina), com destino ao “Fitz Roy” (Cerro Chaltén).
O nome “Fitz Roy” provém da homenagem ao capitão do navio que levou Charles Darwin na sua volta ao mundo. No seu sopé existe uma lagoa muito bonita de nome “Laguna de los Tres”. Eu queria vê-la, fotografá-la, memorizá-la. Uma forma de enriquecer, não o bolso, mas a mente.

A meio do caminho, dou por mim envolto naquele manto malhado, mosqueado. A fotografia em cima é retrato disso mesmo. Mais parece uma pintura. As árvores (que morrem de pé) adornam-se com cores de outono. Algumas, já no fim de vida, deixam transparecer os ramos secos, velhos, brancos e negros. Nus. A longevidade da sua vida, deixa marcas. Nós, Humanos, somos parecidos. Tal como a árvore, podemos tentar minimizar as marcas que a vida nos impôs, cobrindo-nos de adornos. Mas seremos incapazes de apagar as marcas da longevidade.

Eu olhei ao meu redor e registei algumas fotografias. Qual memória para mais tarde recordar, como está a acontecer com este texto.
Minutos depois, desviei o olhar destas árvores e prossegui o meu caminho. De certa maneira há que prestar atenção e valorizar aquilo ou aqueles que nos rodeiam. Mas, a vida deve continuar. O caminho faz-se caminhando, disse-o o poeta espanhol António Machado. E eu concordo.

Duas horas depois, o meu olhar já só via tudo em tons de amarelo e vermelho. Dei por mim a tentar retirar os óculos de sol. Mas para meu espanto não os tinha comigo. Estava embebecido com todo aquele colorido. Era essa a realidade.

Uns passos mais à frente, começo a ouvir o barulho ténue de uma cascata. A água a correr pelos rios e ribeiros de alta montanha, deixa marcas nos ouvidos daqueles que admiram a natureza em silêncio. Tentei não fazer muito barulho com os pés. Hoje, penso que cheguei a levitar, pois só me lembro do claro som da água a correr por entre as pedras. Tentei vislumbrar por entre as Lengas, esse som. Ouvir com os olhos. Ver primeiro e ouvir depois. Procurar a imagem da água algures por detrás dos troncos velhos das árvores. O som confirmaria depois esse vislumbre. E assim foi. Serpenteei por entre as árvores e vislumbrei o Rio de montanha. Águas límpidas e selvagens. Corri na sua direção e só voltei a sentir os pés, quando dei por mim quase a cair à água.

Estanquei. Respirei fundo, enquanto retirava a mochila das costas. Peguei na camara fotográfica, (tive de a procurar pois já não a sentia ao pescoço) e registei esta fotografia. Uma, duas, três, quatro… Talvez umas duas dúzias delas, enquanto tentava respirar mais calmamente. Passada toda aquela emoção, sentei-me ao lado da mochila. E ali fiquei a ouvir a água. A ouvir o vento. A ouvir o Condor. A ouvir o balouçar das folhas nas árvores. Ver, era quase impossível, tamanho o êxtase. E deixei-me levar pelos sentidos. Impossível adormecer ali. Sozinho, ali fiquei até me lembrar de que tinha de continuar. O “Fitz Roy” era o destino final. Depois eu teria todo o tempo do mundo. Porque o mundo tem todo o tempo para mim.

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“No Silêncio dos Moinhos” estreia no Auditório Municipal de Gondomar

No passado dia 23 de Outubro, foi oficialmente apresentado o documentário de História Natural “No Silêncio dos Moinhos”, no Auditório Municipal de Gondomar.
Com a duração de cerca de 40 minutos, nele são narradas pequenas histórias de vida natural, possíveis de ver por quem passa em silêncio, nas margens do Rio Sousa, nas proximidades dos Moinhos de Jancido. São aves como a Garça-real, o Guarda-rios, a Águia-de-asa-redonda, o Pica-pau-malhado-grande ou o Pisco-de-peito-ruivo, algumas plantas típicas da região e ainda animais como o Morcego, a Salamandra-de-pintas-amarelas, a Salamandra-lusitânica, o Esquilo-vermelho ou os Pirilampos, que protagonizam o trabalho.
A estreia oficial do documentário, cujo projeto conta com o apoio do Município de Gondomar, teve a presença de Eduardo Rêgo, Miguel Gonçalves e Miguel Berkemeier como convidados.

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Glaciares da Islândia perdem 750 km2 em 20 anos

Em 2019 tive a oportunidade de conhecer a Islândia. Estive naquela ilha durante cerca de 15 dias a registar imagens para o filme curto “This Is Our Time”, que pode ser visualizado aqui no site. Em 2021 foi publicado um estudo que confirma que os glaciares da Islândia perderam perto de 750 km2, cerca de 7% da sua superfície. Tudo isto desde a passagem do milénio e devido ao aquecimento global.

Em todo o Mundo, 220 mil glaciares estão a perder massa num ritmo acelerado, contribuindo para o aumento global da subida do mar neste século, de acordo com um estudo publicado na revista científica “Nature”.

Percorri toda a ilha e registei algumas imagens aéreas, que pese embora o facto de serem bonitas visualmente, são ilustrativas do fenómeno do degelo dos glaciares. Aqui ficam alguns exemplos.





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Palestra Cineteatro – Casa Municipal da Cultura de Seia

Paulo Ferreira esteve presente no Cineteatro – Casa Municipal da Cultura de Seia, no dia 12 de outubro de 2021. No âmbito de uma pequena palestra, antecedida pela mostra do seu filme curto “HOPE” no festival de cinema CINEECO, teve ainda oportunidade de falar com os alunos que ali estavam presentes. De entre alguns temas, foi abordado o atual momento pandémico e a sua relação com o ambiente, à semelhança da mensagem que o seu filme curto pretende passar ás pessoas.



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Documentário No Silêncio dos Moinhos

O documentário No Silêncio dos Moinhos do realizador Paulo Ferreira, foi totalmente filmado num pequeno trecho do vale do Rio Sousa, nas proximidades dos Moinhos de Jancido, no território de Gondomar. As imagens que nos são apresentadas, são o culminar de dois anos de registos no terreno. É um filme de cerca de 35 minutos que narra pequenas histórias de vida natural, possíveis de ver por quem ali passa em silêncio. São as aves como a Garça-real, o Guarda-rios, a Águia-de-asa-redonda, o Pica-pau-malhado-grande ou o Pisco-de-peito-ruivo, algumas plantas típicas da região e ainda animais como o Morcego, a Salamandra-de-pintas-amarelas, a Salamandra-lusitânica, o Esquilo-vermelho ou os Pirilampos, entre outros. Todos estes seres vivos são possíveis de encontrar na região, desde que as pessoas lhes dêem espaço e não interfiram com o silêncio do local.

Documentário No Silêncio dos Moinhos

O documentário será dado a conhecer em breve, aqui: pauloferreirapt – Produtor executivo, Produtor de vídeo e Diretor de arte (vimeo.com)

Até lá, podem vislumbrar um pequeno resumo com imagens do filme, no canal do Youtube:

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A Via Láctea na Torre de Vigia de Siza Vieira

A Serra das Talhadas, um local onde já estive por várias vezes a convite do Refugio do Raposo, um espaço de turismo rural na pacata aldeia do Casalinho, recebeu recentemente uma Torre de Vigia da autoria de Siza Vieira. Se já no passado haviam motivos mais do que suficientes para visitar aquele local, agora tornou-se quase uma necessidade. A necessidade das coisas terrenas, como querer a simpatia das pessoas, querer aquele abraço, ou querer admirar o horizonte. Mas também das coisas que nos libertam, um desejo de ir mais alto, mais além. Olhar o universo. Viver um olhar eterno.

E estas fotografias são o meu olhar eterno. Desligo-me das coisas terrenas e catapultado por elas, vou ao encontro do eterno. Do passado, na ânsia de perceber o futuro. Viver. De noite e de dia. Somos demasiado breves e pequenos. Aquele abraço do tamanho da nossa Galáxia, a Via Láctea.

Via Láctea na Serra das Talhadas
Via Láctea na Serra das Talhadas
Via Láctea na Serra das Talhadas
Via Láctea na Serra das Talhadas
Via Láctea na Serra das Talhadas
Via Láctea na Serra das Talhadas

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Exposição de fotografia “No Silêncio Dos Moinhos”

No Silêncio dos Moinhos. No próximo dia 3 de Julho pelas 15H00, será inaugurada a exposição de fotografia com imagens de fauna, registadas nas proximidades dos Moinhos de Jancido. Este será um pequeno vislumbre do documentário natural que está a ser realizado naquele local. Visita a exposição e aventura-te a descobrir o local de cada uma das 16 fotografias. Mais informação em: https://www.cm-gondomar.pt/eventos/no-silencio-dos-moinhos/

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A Via Láctea e o efeito “airglow” na ilha das Flores

Milky Way Açores

Esta fotografia foi registada na ilha das Flores, no arquipélago dos Açores. Já tive a oportunidade de fotografar a Via Láctea em alguns lugares remotos ao redor do mundo. Poucos são aqueles onde o preto da noite impera. Este, em especial, foi uma surpresa para mim. Uma surpresa boa, pois a luz artificial quase não existia. Com o objetivo de registar um plano de timelapse, desloquei-me ao local, marcava o relógio 23H35. O caminho para esta enseada é bastante escuro e ao chegar é possível ver a olho nu o núcleo central da Via Láctea. Ali chegado, parei uns breves minutos para a observar e sentir o quão pequenos nós somos. Olhar a Via Láctea é perceber de onde vimos. Sabemos que vimos dali e pouco mais.

De salientar ainda a cor verde por cima das rochas. Este fenómeno dá pelo nome de “airglow”, (muito parecido com as auroras boreais). Na realidade são partículas excitadas eletricamente e que ao longo da noite vai perdendo a energia extra proveniente do Sol.

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Campanha Açores – Atlântico de vida

Nos últimos anos tenho estado envolvido na realização de documentários que têm como objetivo, apelar à consciência das pessoas para a realidade do momento que atravessamos. As alterações climáticas são um facto que salta à vista de todos e como tal é necessário trazer as pessoas à responsabilidade que é de todos. Os meus trabalhos que podem ser consultados em www.pauloferreira.pt mostram o lado positivo da nossa casa. Acredito que só assim será possível apelar á consciência das pessoas, dado que no passado as imagens negativas não causaram nenhuma alteração de comportamentos. Este ano e depois de um período de confinamento e de vida em pandemia, decidi realizar um novo filme, desta vez em Portugal. Face á impossibilidade de juntar o número de patrocinadores necessários para cobrir todas as despesas inerentes ao projeto, resolvi apelar à ajuda de todos aqueles que se interessam por esta causa. Assim sendo, pretendo com esta campanha angariar os fundos em falta, para a realização de um documentário natural no arquipélago dos Açores. O valor total do projeto é de 6.500,00 Euros. Até ao momento só consegui 4.000,00 Euros, vindos de patrocinadores que acreditam no meu trabalho. Esta verba destina-se a suportar os custos da viagem, estadia, alimentação, mobilidade e outras despesas diversas (taxas de acesso, guias, barcos, captura de imagens subaquáticas, etc.). Assim sendo, decidi criar este projeto de financiamento numa tentativa de angariar o valor que ainda me falta, ou seja 2.500,00 Euros.

Clica na seguinte ligação para acederes à campanha de financiamento: Açores – Atlântico de vida | PPL

Açores - Atlântico de vida

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A Terra dos Homens

A TERRA DOS HOMENS

Tem sido habitual no Dia da Terra, Paulo Ferreira publicar um vídeo que assinale esta data. Este ano e à semelhança de anteriores, realizou um vídeo com este propósito. Dado o momento que atravessamos (impossibilitado de viajar em virtude da pandemia), este ano foi buscar imagens de timelapse e vídeo ao seu arquivo. São imagens registadas nos Noruega, Patagónia, Nova Zelândia e Islândia. Imagens provenientes das suas viagens pelo mundo, com a finalidade de consciencializar as pessoas para a atual problemática ambiental.
São imagens obtidas através da técnica de timelapse que nos fazem sentir como é bela a Terra dos Homens. Elas mostram a beleza da “nossa casa”, ao mesmo tempo que a voz de Eduardo Rêgo (autor da locução) nos faz meditar sobre o nosso maior problema.
Ao longo do vídeo (de cerca de 4 minutos e meio) é possível viajar por paisagens naturais, retratadas pelo Paulo Ferreira, ao sabor da mensagem de que é importante mudarmos de rumo. Um rumo que nos leve de regresso à natureza, dado que estamos a perder o sentido da complementaridade. Do afeto, do gosto pela cooperação. Falta vivermos mais próximos, mesmo que fisicamente distantes. É urgente o regresso à natureza, pois ainda existem lugares onde a vida respira plenitude e paz.
Tal como é dito no vídeo, a felicidade é a utopia permanente da criança que há em Paulo Ferreira. Inocente, que tropeça, cai, mas vai em frente à procura do que não vê…, mas sente! É por isso ele gosta de “namorar” a natureza e mostrá-la às pessoas, para que elas reencontrem o caminho para “casa”. Um objetivo claro que nos coloque mais próximos dela, pois só assim a vida será sustentável e talvez possamos fazer regredir as alterações climáticas.

Veja o vídeo em baixo.

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A cegonha-preta

Situado no Parque Natural do Douro Internacional, o miradouro do Penedo Durão, proporciona uma vista pouco comum. Não existem muito lugares no mundo, onde se possa observar de cima, o voo das aves.

No cimo do maciço rochoso, à beira de escarpas de cortar a respiração, rodeado por uma paisagem que realça a mão do Homem ao longo de várias eras, o mais fácil é avistar uma ave em voo. 

O sossego é ensurdecedor. Não fosse a leve brisa que se fazia sentir no momento destes registos, quase que se ouvia as penas das asas a deslizarem sobe a camada de ar quente que se eleva neste local, ao final da tarde.

O objetivo era fotografar os “Grifos”, mas a surpresa é sempre bem vinda. E como nestas coisas da vida selvagem e da imprevista natureza, não há garantias de nada, eu até fiquei algum tempo a duvidar do que os meus olhos me queriam transmitir. Lá ao longe, bem por cima do Douro, uma cegonha-preta (Ciconia nigra) planava com as asas bem abertas. O bico e as patas de tons vermelhos realçavam ainda mais o majestoso voo.

Depois de uma troca rápida de objetivas (200 por 600mm) ainda fui a tempo de realizar esta fotografia:

Cegonha Preta

HOPE vence no Vegas Movie Awards

VEGAS MOVIE AWARDS

O filme “HOPE” tem vindo a arrecadar prémios em festivais internacionais de cinema independente. Foi com enorme surpresa que Paulo Ferreira recebeu a notícia de que venceu em 3 categorias no VEGAS MOVIE AWARDS™. Sim, 3 prémios:
BEST DOCUMENTARY SHORT – Award of Excellence
BEST CINEMATOGRAPHY – Award of Excellence
BEST DRONE VIDEO – Award of Merit
O filme foi produzido e realizado por Paulo Ferreira. A voz foi de Conrad Harvey. A tradução ficou a cargo de Maria José Moura Castro.
A realização decorreu durante os períodos de confinamento entre Março de 2020 e Março de 2021.
 
Uma nuvem desceu sobre o mundo.
Pela primeira vez, na nossa atarefada civilização global, todos nós parámos.
Embora isto continue a ser incrivelmente desafiante para todos nós, há uma certa beleza nesta quietude.
E, enquanto partes do nosso mundo ardem nas chamas de um tempo passado, aos que ficam é-lhes dado a escolher.
Uma oportunidade, não de voltar ao passado, mas de sonhar e agir, e criar o que será.
Como todas as tempestades, também estas nuvens passarão.
Do outro lado destas nuvens, há um sol que irradia esperança para o nosso mundo.
Há uma oportunidade para todos nós vermos além da mera sobrevivência e abraçarmos o futuro, no qual nós e o nosso planeta podemos prosperar como um só.
Prepara-te. O mundo como o conhecemos, mudou para sempre.
O laço que nos liga a todos é a esperança.
Esperança de voltar às coisas que todos nós amamos.
E, contudo, a esperança de que não regressemos ao modo como fazíamos as coisas anteriormente. Esta viagem começa… com ESPERANÇA.
 
O filme pode ser visualizado aqui:

Hope – premiado em Nova York

O filme “HOPE” realizado por Paulo Ferreira, foi premiado este sábado (06.03.2021), no festival internacional de cinema “ONIROS FILM AWARDS“, em Nova York. O filme foi premiado na categoria de “DRAMA” e obteve o troféu “GRAND JURY AWARD”. Este consagrado festival de cinema, também qualifica para o IMDb, sitio onde Paulo Ferreira já tem listados alguns prémios internacionais.

Um agradecimento especial ao Conrad Harvey que deu voz a este filme e à Maria José Moura Castro, responsável pela tradução da narrativa. O filme pode ser visualizado, clicando aqui.

Uma nuvem desceu sobre o mundo.
Pela primeira vez, na nossa atarefada civilização global, todos nós parámos.
Embora isto continue a ser incrivelmente desafiante para todos nós, há uma certa beleza nesta quietude.
E, enquanto partes do nosso mundo ardem nas chamas de um tempo passado, aos que ficam é-lhes dado a escolher.
Uma oportunidade, não de voltar ao passado, mas de sonhar e agir, e criar o que será.
Como todas as tempestades, também estas nuvens passarão.
Do outro lado destas nuvens, há um sol que irradia esperança para o nosso mundo.
Há uma oportunidade para todos nós vermos além da mera sobrevivência e abraçarmos o futuro, no qual nós e o nosso planeta podemos prosperar como um só.
Prepara-te. O mundo como o conhecemos, mudou para sempre.
O laço que nos liga a todos é a esperança.
Esperança de voltar às coisas que todos nós amamos.
E, contudo, a esperança de que não regressemos ao modo como fazíamos as coisas anteriormente. Esta viagem começa… com ESPERANÇA.

O Rio Sousa lá do alto

São incontáveis os locais quer em Portugal, quer lá fora, onde já tive a oportunidade de fotografar. Fosse na paisagem mais plana ou mais montanhosa, ao nível do solo, ou num plano mais elevado. Na sua maioria acabam sempre por me surpreender. A vista lá do alto é sempre diferente. Pois a nossa existência restringe-se à nossa capacidade de locomoção. Mas contam-se pelos dedos, os sítios que realmente me fascinaram verdadeiramente, no que toca à vista aérea. Este é um deles. Mas não é obra do acaso. É o resultado da nossa capacidade de imaginar, de ver mais longe, se sonhar e concretizar. Aqui fica o resultado de uma miragem. O Rio Sousa, numa das suas curvas que só ele tem.

Que esta fotografia consciencialize as pessoas (principalmente aqueles que detêm a capacidade de mudar, arriscar, ir mais longe), para a necessidade de se preservar um local único.

HOPE

Uma nuvem desceu sobre o mundo.
Pela primeira vez, na nossa atarefada civilização global, todos nós parámos.
Embora isto continue a ser incrivelmente desafiante para todos nós, há uma certa beleza nesta quietude.
E, enquanto partes do nosso mundo ardem nas chamas de um tempo passado, aos que ficam é-lhes dado a escolher.
Uma oportunidade, não de voltar ao passado, mas de sonhar e agir, e criar o que será.
Como todas as tempestades, também estas nuvens passarão.
Do outro lado destas nuvens, há um sol que irradia esperança para o nosso mundo.
Há uma oportunidade para todos nós vermos além da mera sobrevivência e abraçarmos o futuro, no qual nós e o nosso planeta podemos prosperar como um só.
Prepara-te. O mundo como o conhecemos, mudou para sempre.
O laço que nos liga a todos é a esperança.
Esperança de voltar às coisas que todos nós amamos.
E, contudo, a esperança de que não regressemos ao modo como fazíamos as coisas anteriormente. Esta viagem começa… com ESPERANÇA.

Clique na imagem em baixo para visualizar o vídeo.

Notícia jornal Vivacidade Janeiro 2021

Notícia Jornal Vivacidade Janeiro 2021

Paulo Ferreira

O jornal Vivacidade (edição de Janeiro de 2021), publicou uma entrevista realizada ao Paulo Ferreira. Nela é possível ler o que ele pensa relativamente a vários assuntos, dos quais se salienta o trabalho em torno da consciência ambiental. Pode saber mais aqui:

A Lontra Europeia ou Lontra Euroasiática

Vale do Rio Sousa, nas proximidades dos “Moinhos de Jancido”. O relógio marcava 08H30 e a temperatura rondava os 4 ºC. Ao descer a serra, por entre as árvores e a caminho de um local isolado para fotografar aves, reparei que havia alguma ondulação nas margens do Rio. Cautelosamente, procurei descer ainda mais na ânsia de encontrar um sitio mais aberto, de onde pudesse clarificar o motivo para tal ondulação. Por momentos não vislumbrei absolutamente nada. A ondulação havia desaparecido.

Desanimado, comecei a caminhar ao longo da margem do Rio. Rio acima, alguns minutos depois, como por magia, os meus olhos fixaram-se nos olhos de uma Lontra. Inacreditável! Tentei não fechar os olhos. Não queria acreditar que diante de mim, talvez a uns 50 metros, a cabeça de uma Lontra deslizava sobre a água fria, naquela manhã de Janeiro. Inconscientemente, levei a câmera fotográfica aos olhos e comecei a fotografar. Incrédulo, duas fotografias depois, ela mergulhou e não mais a voltei a ver. Por sorte, a objetiva que estava a utilizar no momento, era de 600mm.

O seu gosto pela água (se for preciso, aguenta-se mais de cinco minutos submersa), aliada ao facto de ter uma dieta maioritariamente carnívora, tornam-na um animal de hábitos especiais. A começar pela sua performance enquanto predadora: com olhos que vêem mais no breu da noite, com olfato que chega longe (têm um dispositivo ao nível do nariz que deteta vibrações abaixo da linha de água), e com uma audição superior à de muitas outras espécies, a Lontra espera pelo pôr do sol para utilizar as suas armas. As presas são sobretudo peixes ou crustáceos, em menor escala outros mamíferos, e eventualmente répteis à falta de melhor.

Aqui fica a fotografia.

Regulamento do Passatempo “PULSEIRA LAVA DA ISLÂNDIA”

Paulo Ferreira, produtor e realizador de vídeo e fotógrafo de natureza, natural e residente em Gondomar, tem dedicado uma parte da sua vida a realizar documentários curtos ao redor do mundo. Procura uma forma de fazer chegar às pessoas, a mensagem de que é necessário preservar os poucos espaços naturais que possuímos na nossa casa, o Planeta Terra. Procura incutir nas pessoas uma maior consciência ambiental. Um problema que nos afeta cada vez mais.

Neste sentido, Paulo Ferreira está a realizar um passatempo designado por “PULSEIRA LAVA DA ISLÂNDIA”, entre os dias 5 e 12 de janeiro de 2021, na sua página de Facebook (https://www.facebook.com/ptpauloferreira).

O regulamento do passatempo pode ser consultado na seguinte hyperligação:

Regulamento

A neblina da manhã ao redor do Monte Crasto

Numa manhã fria dos primeiros dias de Janeiro de 2021, acordei pelas 06H30 com o objetivo de fotografar e filmar alguma fauna e flora nas proximidades dos Moinhos de Jancido. Quando me dirigia para o local, circulando nas proximidades do Monte Crasto, verifiquei que a neblina estava muito densa. Logo imaginei como é que seria a vista lá do alto. Será que conseguiria ver algum pormenor do Monte Crasto, destacado no meio do manto branco que o envolvia?
Não havia outra forma de o saber e como tal decidi fazer uma paragem e levantar o drone.
Para espanto meu, tudo ao redor estava envolto numa neblina branca que refletia a luz do sol da manhã e no meio, surgiu o Monte Crasto. Primeiro estava quase completamente tapado, mas dois minutos depois abriu mais um pouco. Foi quando pude registar esta fotografia. Um minuto depois e estava novamente tapado pela neblina. Fiquei ali uns 20 minutos a fotografar e a filmar, sempre que a neblina destapava o monte.
Ver assim o Monte Crasto é uma experiência única. E como nem toda a gente tem a possibilidade de voar, aqui fica esta fotografia. Espero que vos motive e inspire para a vida que todos temos que enfrentar. Bom 2021.

Pela manhã nos Moinhos de Jancido

Pela manhã nos Moinhos de Jancido

Pela manhã nos Moinhos de Jancido

Moinhos de Jancido

O Outono é para mim, uma das estações do ano, mais produtivas ao nível da fotografia. Normalmente quando faço viagens escolho sempre entre o Outono e a Primavera. São as duas fantásticas para quem gosta de fotografia. Esta fotografia que divulgo agora no meu site, tem um significado especial para mim. Ela foi obtida há alguns dias atrás, quando no seguimento de um trabalho que estava a realizar, fiquei motivado para outro. E quase todos os fins de semana tenho levantado bem cedo e percorro os caminhos dos Moinhos de Jancido. Foi numa dessas manhãs, que registei este momento. Seriam cerca das 07Hoo quando este cenário se proporcionou diante de mim, Esta fotografia foi obtida pelo método de HDR. Esta é uma técnica que procura alargar o alcance dinâmico de uma determinada fotografia. Basicamente é representar o melhor possível, quer as áreas mais escuras, quer as mais claras, criando vários pontos de ajuste numa única fotografia. Esta em especial, dedico-a aos “Rapazes de Jancido”.

Viagens e Memórias – Museu Mineiro de São Pedro da Cova

Viagens e Memórias – Museu Mineiro de São Pedro da Cova

Em Maio de 2020 recebi um convite da União de Freguesias de Fânzeres e São Pedro da Cova, para realizar um vídeo. Esse vídeo seria para dar a conhecer o Museu Mineiro de São Pedro da Cova, dado que face à pandemia as pessoas não visitavam o espaço. Era pois necessário utilizar as redes sociais e levar um video ás escolas, nomeadamente aos mais novos para assim colmatar este problema. Aceitei o desafio e iniciei o trabalho em Julho de 2020.

Um trabalho diferente dos que tenho realizado (a sua maioria sobre a consciência ambiental). No entanto revelou-se motivador e o mais difícil foi criar uma história que narrasse uma visita ao interior do Museu e por outro lado contasse histórias de gente que viveram “os tempos da mina”. Tudo isto se tornou mais fácil quando a Micaela Santos se envolveu no trabalho e deu voz á narrativa.

São Pedro da Cova foi moldada pelas minas de carvão existentes nesta freguesia do concelho de Gondomar, durante cerca de 140 anos. A sua atividade encerrou há cerca de 60 anos. Atualmente, tudo o que resta é história, um legado e uma identidade única em Portugal.

Quase 6 meses depois, chegou a altura de dar a conhecer esse vídeo. Face á pandemia que atravessamos, é impossível agendar um evento com publico para divulgar este vídeo. Assim e porque a vida não pode parar, aqui fica o video agora publicado pela página da União de Freguesias de Fânzeres e São Pedro da Cova. 

Veja o vídeo (disponível apenas a partir do dia 20 de Dezembro pelas 16H00), clicando na imagem seguinte:

Nova Zelândia – A aventura do drone

Nova Zelândia, 07 de Maio de 2018. Acordei bem cedo, depois de uma noite onde pernoitei em Taupo. O meu objetivo para esse dia era percorrer um trilho de cerca de 16 Km que me levaria a visitar os lagos “Blue Lake” e “Nga Puna a Tama” no Parque Nacional Tongariro na ilha Norte. Estava também prevista uma passagem pelo cume do vulcão se fosse possível.

Depois de um pequeno almoço à pressa, que a luz do dia não tardava a surgir, desloquei-me até ao Parque Nacional. A distância que separa Taupo de Tongariro é de cerca de 100 Km. A viagem foi rápida pois a ânsia de iniciar o trilho era enorme. No entanto antes de chegar ao Parque, decidi colocar no ar o meu drone, o Inspire 1, dado que a paisagem era avassaladora e não quis perder aquele enquadramento. Foi um erro enorme, é a minha convicção ainda hoje. Fascinado com o local, não me apercebi da distância que o drone tinha percorrido, pois queria que ele fosse até muito perto do cone do vulcão. Já se tinha afastado talvez uns 4 ou 5 Km quando dei por mim a olhar para os dados no controlador. Motivo mais do que suficiente, para perder a ligação entre o drone e o controlador. Não fosse isso suficiente, o facto de haver atividade vulcânica na zona, ajudou a que as coisas se complicassem ainda mais, dada a interferência rádio.

Sei agora (pois tive acesso mais tarde ás imagens do drone), que o equipamento esteve parado na mesma posição, durante cerca de 2o minutos e depois aterrou sozinho. Só que pousou no topo de uma árvore, pois o local é repleto de vegetação muito densa.

Na imagem anexa é possível ver os pontos 1, 2 e 3. O ponto 1 era o local onde eu estava a controlar o drone. O ponto 2 era o único acesso possível (de carro) ao interior da floresta e não foi mais do que 500 metros a partir da estrada principal. O ponto 3 foi o local onde o drone pouso sozinho. A linha amarela, era o rilho que eu pretendia fazer nesse dia.

Nesse dia tentei entrar na floresta, com o o objetivo de encontrar o drone, mas após percorrer 100 metros, olhei para trás e já não sabia para onde ficava o local de onde parti. Isto porque a vegetação era muito densa e não permitia olhar as referências. Desolado, deixei o local e regressei a Taupo. Acabei por não fazer o trilho.

Passei a 2ª noite em Taupo e na manhã seguinte, ao pequeno almoço, comecei a pensar que não iria deixar o drone no Parque Nacional, pois era um objeto estranho. Dei por mim a pensar de que forma o iria recuperar. Eu sabia a ultima localização conhecida do drone, mas também não tinha a certeza que assim fosse. Nunca havia experienciado uma coisa assim. Uns minutos depois, já no fim do pequeno almoço, ocorreu-me uma ideia. Taupo é uma cidade pequena mas com muitas lojas de artigos para os pescadores. E se eu comprasse um rolo de fio de pesca? Isso poderia ajudar–me a encontrar o drone. Sempre seria mais seguro para mim, enveredar pela floresta dentro.

E assim foi. Comprei um rolo de fio com 350 metros. Não seria suficiente mas era o maior que havia. Regressei ao Parque Nacional nessa manhã, decidido a encontrar o drone.

Pelo caminho ainda tentei ajuda junto de um posto da policia do parque, mas o “Crocodilo Dundee” (vestido a rigor), não estava disposto a ajudar, dado que eu havia infringido uma regra do Parque. Por muito que eu explicasse que estava fora do Parque, ele não quis saber e a única coisa que fez foi dar-me um contacto telefónico de uma pessoa que conhecia muito bem a região e que poderia ajudar na localização. Azar o meu, liguei para esse contacto e naquele dia estava na Ilha Sul.

Parecia que estava tudo contra mim. Mas não desisti. Regressei ao local e avancei pela floresta dentro. Percorri os 100 metros do dia anterior pois as minhas pisadas ainda estavam marcadas no terreno e só depois é que amarrei o fio de pesca a uma árvore. Fui desenrolando o fio e olhando para o controlador que me orientava no sentido da localização do drone. Se eu pretendia seguir a direito, quando olhava para trás, era tudo curvo. Pelo meio tinha de descer aos regatos e subir de novo por entre as árvores densas da floresta. As folhas das plantas agarravam-se à roupa e tudo parecia colar ao corpo.

Uma meia hora depois, estava muito perto da localização do drone dada pelo controlador e o rolo do fio também chegava ao fim. Comecei a olhar para a copa das árvores, pois era natural que estivesse lá, uma vez que eram muito densas. Mas por muito que olhasse não via nada branco (a cor do drone).

Uns minutos depois, já quase a desistir, os meus olhos fixaram-se no drone. Estava no chão. Vi um conjunto de peça de cor branca e avancei da sua direção. A alegria era imensa. Tinha encontrado o drone, não queria acreditar. Era como se tivesse encontrado uma agulha num palheiro. Só que assim como fiquei feliz, rapidamente esmoreci, pois reparei que o drone estava partido em muitos locais. E a parte mais importante para o meu trabalho, a câmera, estava partida uns metros mais ao lado.

Peguei no drone e disse para mim mesmo que pelo menos o tinha recuperado e não iria ficar com a sensação de que um dos meus equipamentos tinha ficado num local tão natural como aquele. 

Regressei ao ponto de partida, enrolando novamente o rolo de fio e a pensar como é que iria resolver o problema de ficar impossibilitado de registar imagens aéreas para o filme que ali tinha ido fazer (AOTEAROA – We Are All Made Of Stars).

Os dias seguintes foram difíceis pois não tinha comigo todas as ferramentas que havia levado de Portugal até à Nova Zelândia. No entanto quando me desloquei para a ilha Sul, percebi que não valia a pena ficar agarrado a esse problema e dediquei-me fortemente ao registo de timelapse e video. A ilha Sul é mais montanhosa do que a ilha Norte e favorece imenso a captura de imagem, quando nos deslocamos para pontos elevados.

Esta foi apenas uma das histórias que vivi na Nova Zelândia.


Islândia – depois da tempestade

Durante a minha passagem por Vík í Mýrdal, na Islândia, local onde estive durante 3 dias com o objetivo de recolher imagens para o filme “This Is Our Time“, poucos foram os períodos de tempo em que me foi possível filmar ou fotografar (timelapse). Isto porque durante todos esses dias, choveu intensamente. No entanto no final do ultimo dia e já a caminho de um outro local mais a Oeste, deparei-me com este final de tarde maravilhoso. Poucos minutos, no entanto memoráveis e que não deixei de registar. Este local designa-se por Reynisdrangar, e aqui é possível ver os enormes rochedos vulcânicos que se erguem do mar, nas proximidades da montanha Reynisfjall.

20 Anos da Carta dos Direitos Fundamentais da União Europeia

20 anos depois da proclamação solene (aconteceu no dia 7 de dezembro de 2000), pelo Parlamento Europeu, Conselho da União Europeia e Comissão Europeia da Carta dos Direitos Fundamentais da União Europeia, fui convidado a realizar um vídeo que assinalasse este momento.
Claro está que aceitei este desafio, mesmo sendo eu uma pessoa mais ligada aos vídeos e filmes sobre o ambiente. Isto porque muito para lá do desafio, estava o facto de se tratar de um vídeo sobre um documento tão importante para Portugal e para a Europa. Não nos devemos esquecer que este documento veio a ganhar natureza jurídica vinculativa sete anos mais tarde, num momento de grande significado político, com a aprovação do Tratado de Lisboa.

Segundo a Dra. Isabel Santos, deputada ao Parlamento Europeu:
[…]Este é também um momento em que se revela muito importante recordar e valorizar os fundamentos em que devem assentar as nossas sociedades: Democracia e Liberdade. É preciso reafirmar que, apesar das dificuldades provocadas pela pandemia de Covid19, os direitos não estão – não podem estar – suspensos. Existem e são uma garantia para todos os cidadãos europeus.[…]

Fundamentalmente trata-se de um vídeo para assinalar o vigésimo aniversário da Carta dos Direitos Fundamentais da União Europeia, um passo fundamental na construção da cidadania europeia. É importante que os cidadãos conheçam os seus direitos e os exerçam.
Espero que este vídeo e o e-book que o acompanha, sejam motivos suficientes para que os mais jovens se interessem mais por este assunto.

Veja o vídeo, clicando na seguinte imagem:

Dias de neve são dias de magia

Dias de neve são dias de magia no Parque Natural do Alvão. Aproveitando um desses dias, decidi realizar uma caminhada pelos locais mais naturais e recônditos do parque, com o objetivo de produzir conteúdos para atuais e futuros trabalhos. Aqui ficam algumas fotografias e o vídeo com imagens da neve e planos de timelapse do Parque Natural do Alvão. Imagens de 2019 e 2020.

Vê o vídeo no meu canal do Youtube, clicando na imagem seguinte:

Documentário sobre os “Rapazes de Jancido”

Fotografia com os

Documentário sobre os “Rapazes de Jancido”

Há alguns meses atrás, a convite do António Gonçalves, um dos “Rapazes de Jancido”, fui conhecer melhor o local a que chamam “Os moinhos de Jancido”. Surpreendentemente fiquei pasmado com o que na altura vi com os meus olhos. Uma área imensa, onde é possível ver os moinhos de água envoltos pela natureza. E tudo isto foi possível graças ao trabalho árduo de 5 pessoas que sábado após sábado marcam presença nos vales ao redor do Rio Sousa, por onde os ribeiros correm naturalmente e a fauna e flora existem como em poucos lugares do concelho de Gondomar.

Na altura, o António Gonçalves fez questão de me mostrar tudo o que havia para ver, ouvir e saber. Confesso que saí de lá, quase de noite e com a sensação de que não tinha visto tudo. Como tal, decidi regressar mais tarde. Alguns dias depois, tive a possibilidade de conhecer os restantes membros, o Albino Sousa, o Fernando Sousa, o Manuel Sousa e o Paulo Campos. “Rapazes” de uma humildade natural, de um saber e experiência única e de uma paixão pelos “Moinhos”, como nunca vi. Encontrei-os várias vezes a trabalhar arduamente no local. Umas vezes a reconstruir as paredes de pedra dos moinhos, outras a limpar terrenos na envolvente.

Sempre me questionei porque razão se dedicavam tanto a um sitio, sem qualquer interesse como contrapartida. A resposta foi chegando aos poucos, à medida que fui falando com eles. Fundamentalmente era a paixão que os unia em torno da reconstrução dos moinhos. Gente que não perde o tempo em vícios supérfluos, muito comuns nos dias de hoje. Gente que contagia quem por lá passa. Gente com alma e coração. Simplesmente…Gente. 

Meses mais tarde, estava eu a trabalhar num vídeo promocional, quando percebi que tinha de realizar um documentário sobre o trabalho que estes “Rapazes” fizeram e continuam a fazer nos Moinhos de Jancido.

Finalmente, hoje é possível visualizar esse documentário. São cerca de 16 minutos de conversa com estes 5 amigos. Os “Rapazes de Jancido” contam histórias de vida. Aqui fica o filme na plataforma do Youtube.

Os Rapazes de Jancido