Etiqueta: Filme

Prémio de cinema em Riga

Aotearoa – We Are All Made Of Stars foi premiado recentemente no festival internacional de cinema “Tour Film Riga”. Selecionado para melhor documentário curto sobre ecologia, acabou por obter o terceiro lugar nessa categoria. Mais informação pode ser consultada em: http://www.tourfilmriga.lv/tourfilm/aotearoa

[…]12th INTERNATIONAL TOURISM FILM FESTIVAL “TOURFILM RIGA 2019”
The International Tourism Film Festival Tourfilm Riga is the member of the International Committee of the Tourism Film Festivals (CIFFT ) since 2009. The Festival “Tourfilm Riga” is organized by the Riga City Council already for the 12th time. At the 12th International Tourism Film festival “Tourfilm Riga 2019” the professional international jury judged previously selected entries – 173 films. […]

“Aotearoa” na seleção oficial do Viva Film Festival

Viva Film Festival
Viva Film Festival

De regresso à terra natal, após duas semanas de viagem na Islândia – onde rodou o seu próximo documentário –, Paulo Ferreira viu o filme “Aotearoa – We Are All Made Of Stars” nomeado para o melhor filme da quinta edição do Viva Film Festival, na categoria Ecologia.
O Viva Film Festival, sedeado em Sarajevo (Bósnia-Herzegovina), realiza-se anualmente e destaca filmes em torno de temas religiosos, ecológicos, turísticos e relacionados com a juventude. Para a edição deste ano, foram submetidos a concurso 1768 filmes, provenientes de 107 países.
O festival foi criado por uma equipa internacional de profissionais do cinema, ambientalistas, diplomatas, líderes religiosos e académicos que inclui o ex-vice-presidente dos Estados Unidos da América, Al Gore.
“Aotearoa – We Are All Made Of Stars”, divulgado publicamente no último Dia Mundial da Terra, é um documentário curto realizado na Nova Zelândia e pretende ser um filme que consciencialize as pessoas para a temática do ambiente. Nomeadamente para a conservação dos recursos fundamentais à vida. Os maori acreditavam que as “glowworms” (uma espécie de larva florescente) zelava pela preservação da água que circulava no interior das cavernas e isso está bem patente no filme. Acreditavam que estes seres eram os espíritos dos seus antepassados. Eram as estrelas lá no céu. “We Are All Made Of Stars”. “Aotearoa” tem argumento de Cristina Alves e voz de Cristina Alves e Conrad Harvey.

Mais informação em: Viva Film Festival

Islândia – Aventura para realização de novo filme

Paulo Ferreira está a preparar uma aventura para realizar um novo filme sobre o ambiente, procurando consciencializar para a problemática das alterações climáticas. Desta vez, o palco para as filmagens dos planos de timelapse e de vídeo será na Islândia.

Em termos geológicos, a Islândia é uma zona da Terra ainda particularmente recente. Ali, a Natureza continua fortemente empenhada em ser o mais criativa possível, para gerar as paisagens vulcânicas e glaciares o mais estranhas que alguma vez se possa imaginar.

Não se contentando com isto, é ainda a terra de “Trolls e de Elfos”, de músicos e musicas e de contadores de histórias. Histórias que nos levam para as noites e dias sem fim. É também a terra das auroras boreais e dos céus dramáticos, de montanhas coloridas e de praias monocromáticas, de fogo e de gelo.

Tudo isto é matéria-prima para um filme sobre a consciência ambiental, à semelhança de trabalhos anteriores de Paulo Ferreira. A aventura na Islândia será muito mais do que uma viagem no seu território. Será, sobretudo, uma viagem no tempo, uma viagem para uma era em que os humanos ainda não pisavam a Terra.

Serão estas paisagens frias, áridas e inóspitas, contudo repletas de vida, que darão o mote para o próximo filme de Paulo Ferreira.

No momento, o protejo está a ser estudado e delineado ao pormenor, procurando-se por patrocinadores que estejam interessados em financiar esta viagem. Afinal de contas, todos nós temos a nosso cargo a responsabilidade de deixar a nossa casa às gerações futuras, o mais natural e sustentável possível.

Na eventualidade de haver interesse em patrocinar, entre em contacto através do email (paulo@pauloferreira.pt) ou através do telefone: 966454440

Cortinarius Porphyroideus – um cogumelo raro

Cortinarius Porphyroideus

A minha aventura pela Nova Zelândia previa um dia para subir ao glaciar Rob Roy para realizar algumas fotografias,  planos de timelapse e vídeo. A ideia era sair de Wanaka bem cedo e conduzir por uma estrada de terra, durante cerca de uma hora. Era o tempo previsto para percorrer os quase 50 quilómetros que ligam Wanaka ao início do trilho para o Rob Roy. Um trilho de alta montanha com cerca de 12 quilómetros.

Rapidamente verifiquei que era um percurso em muito mau estado e cujo fim poderia não ser atingido, pois haviam muitos cursos de água provenientes das montanhas que atravessavam a estrada de terra. A sinalização, essa, estava lá constantemente em todas as travessias e informava que, caso a chuva fosse intensa, deveria regressar a Wanaka. Com calma e atento às mudanças de tempo, avancei. Pensava para mim: E se, depois de caminhar durante duas horas para chegar ao Rob Roy, começar a chover?, terei tempo para regressar? Olhei o horizonte e percebi que talvez o tempo não mudasse. Confiante e esperançado, avancei.

Depois de chegar ao fim da estrada era altura de colocar a mochila às costas. Aparentemente pesada, pois todo o equipamento de fotografia estava no seu interior, rapidamente esqueci-me disso e comecei a percorrer o trilho que ia pelo vale fora. O Rob Roy chamava-me.

A manhã estava fria e havia gelo no trilho que serpenteava ao longo do rio proveniente do glaciar Rob Roy.

Depois de caminhar durante cerca de 30 minutos, cheguei a uma ponte pedonal que permitia a passagem para a outra margem. Uma vez na margem oposta, subi a bom ritmo e rapidamente dei por mim a tirar alguma roupa. A cada passo que dava a subida parecia cada vez mais íngreme. Parei várias vezes para descansar um pouco debaixo de uma das árvores da imensa floresta de faias que polvilha todo o vale em direção ao glaciar. Lá no alto, um Kea (um papagaio muito inteligente) voa sob a copa das árvores, abrindo as suas asas coloridas, assinalando a sua presença.

Foi numa dessas paragens que retirei a câmara fotográfica e tentei enganar-me a mim próprio. – Não, não estava cansado. Havia parado para fotografar a natureza ao meu redor! Encostei a mochila a uma árvore e enveredei pelo interior do bosque na ânsia de ver qualquer coisa que fosse surpreendente e que me fizesse esquecer que estava a apenas meio caminho para o glaciar.

Depois de caminhar alguns metros para dentro da floresta de faias, aninhei-me para fotografar uma aranha muito colorida que por ali tecia a sua teia e comecei a fotografá-la. Confesso que estava completamente concentrado na procura da melhor perspetiva para enquadrar aquele aracnídeo. Por isso, decidi deitar-me no solo repleto de musgo e foi aí que os meus olhos se fixaram num pequeno cogumelo de uma cor estranha. Perguntei a mim próprio: Agora?, agora que ia descansar um pouco? Nunca tinha visto nada igual. Enquanto procurava acertar os parâmetros corretos para o registo daquele momento dei comigo a imaginar-me num dos filmes do Harry Potter.

As minhas mãos tremiam e eu, surpreendido com aquele cogumelo, não conseguia registar o momento. Todos os meus sentidos estavam ativos e inundavam-me de sensações e de emoções que só consegui controlar ao fim de dois ou três minutos. O próprio silêncio daquele lugar já era audível!

Eu queria continuar a subir para o Rob Roy, mas aquele cogumelo não me deixava! Acho que fiquei ainda mais cansado, tal era a adrenalina do momento. Acho que no total devo ter feito mais do 20 fotografias. Eu próprio tive de colocar um fim ao registo fotográfico, ou não fosse eu que ali estava.

Sozinho, no meio da floresta de faias, a caminho do glaciar Rob Roy, eu havia encontrado um cogumelo raro (só mais tarde soube através de uma procura na internet). O seu nome: Cortinarius Porphyroideus. Confesso que tentei encontrá-lo noutras regiões da Nova Zelândia, mas nunca mais o vi. No entanto, foi um momento marcante na minha aventura para produzir o filme “Aotearoa”. Tal como a vida, o  mundo é feito de pequenas coisas. Surpreendentes.

Aotearoa – Listado no IMDb

Aotearoa – Listado no IMDb

O documentário curto “Aotearoa – We Are All Made Of Stars” está desde hoje listado na famosa plataforma mundial de filmes IMDb (Internet Movie Database). Depois de ter vencido na sua categoria, no TMFF – The Monthly Film Festival, este festival possibilitou a entrada direta no IMDb.

O filme com cerca de 11 minutos de duração, totalmente gravado na Nova Zelândia, tenta chamar a atenção para a atual problemática ambiental, mostrando paisagens naturais, quer diurnas, quer noturnas.

Paulo Ferreira, o seu realizador, tem procurado usar o lado belo das suas imagens, para consciencializar as pessoas para um problema que todos nós devemos ter em conta, as alterações climáticas. Alterações essas que afetam a casa de todos nós, a Terra. O filme ainda não é publico.

O IMDb é uma base de dados online de informação sobre música, cinema, filmes, programas e comerciais para televisão e jogos de computador, propriedade da Amazon. Mais informação, disponível em: Internet Movie Database

 

À Conversa com Paulo Ferreira – Melres

Dia 12 de Janeiro 2019, sábado, pelas 21 horas, no Auditório Clotilde Mota da Banda Musical de Melres. Uma oportunidade para ver o filme Aotearoa – We Are All Made Of Stars.

Para além deste filme, serão visionados mais três (Picos de Europa, Nordlys, Patagónia – A Ponta Do Mundo), todos eles uma tentativa de suscitar a consciência de que é preciso mudar o nosso comportamento no que respeita à preservação do ambiente.

Paulo Ferreira estará também em conversa aberta para explicar a técnica utilizada no filme e responder a questões e curiosidades do público.

A entrada é livre e o público poderá ouvir algumas histórias e peripécias que aconteceram durante a aventura na Nova Zelândia.

Palestra no Instituto Politécnico do Cávado e do Ave

Cartaz do evento

Paulo Ferreira é convidado do Instituto Politécnico do Cávado e do Ave (IPCA) para realizar uma palestra no Auditório Eng. António Tavares – EST (Escola Superior de Tecnologia), em Barcelos, no próximo dia 6 de Dezembro. Trata-se de um acontecimento solidário designado por “Imagem e Cinema em movimento” e consiste num evento académico organizado por um grupo de alunos do 3º ano da Licenciatura de Gestão de Atividades Turísticas, com o principal objetivo de contribuir para o fundo de emergência do IPCA.

Terá a duração de um dia preenchido por um ciclo de palestras em que estarão presentes vários profissionais ligados à área de vídeo e fotografia de viagens e turismo interessadas em partilhar a sua experiência na área. Ao mesmo tempo, permitirá divulgar o trabalho dos profissionais através da apresentação de vídeos ou fotografias de viagens. É o caso do Paulo Ferreira que irá abordar a técnica de fotografia em movimento (timelapse) e apresentar o seu mais recente filme, “Aotearoa – We Are All Made Of Stars”.

Mais informação em: Imagem e cinema em movimento

Prémio NATOURALE – Nature & Tourism Film Festival

Paulo Ferreira viu ontem o seu filme “Patagónia – The Tip Of The World” premiado no “NATOURALE – Nature & Tourism Film Festival”, na categoria de “Scientific and Engineering Award”. Trata-se de um prémio duplamente especial, por se tratar de um festival alemão e de uma categoria muito específica.

O “NATOURALE – Nature & Tourism Film Festival” edição de 2018 decorreu entre 30 de Novembro e 1 de Dezembro, em Wiesbaden, uma das cidades mais antigas da Alemanha. A cerimónia de entrega de prémios decorreu, no dia 1, no famoso Murnau-Filmtheater.

“Aotearoa – We Are All Made of Stars“ – Estreia de novo filme

Estreia Aotearoa
Estreia Aotearoa

No passado dia 17 de Novembro, na Casa de Montezelo, em Fânzeres, Gondomar, foi apresentado ao público, pela primeira vez, o mais recente filme de Paulo Ferreira: “Aotearoa – We Are All Made of Stars”. Tratou-se de uma cerimónia aberta a convidados especiais e patrocinadores do filme.

Este novo filme, rodado na Nova Zelândia, aborda a atual problemática ambiental na perspectiva do povo maori, tendo por base a sua relação com a Natureza e a possibilidade de vida além da morte. Durante a apresentação do documentário, com cerca de 10 minutos, Paulo Ferreira revelou algumas das peripécias que viveu na produção deste trabalho, enquadrado pelas alterações climáticas que tanto afectam a nossa casa: a Terra.