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Etiqueta: paulofwild

Concurso de fotografia “Ecos da natureza”

CONCURSO FOTOGRAFIA ECOS NATUREZA

CONCURSO “ECOS DA NATUREZA”

REGULAMENTO

ENQUADRAMENTO

  1. O concurso de fotografia é dinamizado pela Biblioteca Escolar (BE) do Agrupamento de Escolas Júlio Dinis, Gondomar (AEJD), em articulação com os grupos disciplinares 230 e 520 (Ciências Naturais), e patrocinado pelo gondomarense Paulo Ferreira, produtor e realizador de vídeo e fotógrafo de natureza.

Surge no âmbito do tema geral do Projeto Educativo do Agrupamento “Valorizar o presente… preparar o futuro”; em homenagem ao ilustre naturalista Sir David Attenborough (assinalando-se o centenário do seu nascimento) e na vontade de contribuir, com Paulo Ferreira, na consciencialização ambiental e na valorização de locais singulares da Terra.

OBJETIVOS

  1. O concurso tem como principais objetivos:
  • Sensibilizar para a preservação ambiental;
  • Consciencializar para o contributo de cada um na sustentabilidade do planeta;
  • Valorizar o património natural local;
  • promover a criatividade artística, valorizando a fotografia enquanto forma de expressão cultural.

PARTICIPANTES

  1. O concurso é aberto a todas as crianças e a todos os alunos do AEJD.

3.1. Cada participante só poderá apresentar uma fotografia a concurso.

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DE ENTREGA E AUTORIA

  1. As fotografias a concurso devem apresentar elementos da natureza (fauna e/ou flora), evidenciando a sua beleza e singularidade.

4.1. As fotografias devem ser originais e da autoria do participante.

4.2. A fotografia deverá ter pelo menos 3000px no lado maior e o tamanho deverá ser inferior a 10 Mb. 

4.3. O envio é para o seguinte contacto: paulo@pauloferreira.pt

4.4. Cada fotografia deve fazer-se acompanhar das seguintes indicações:

– legenda;

– local fotografado e data;

– identificação do autor (nome completo, número e turma).

PRAZOS

5.1. O concurso inicia no dia 6 de março e encerra no dia 30 de maio de 2026.

5.2. Os resultados serão divulgados e atribuídos os prémios na festa final do ano letivo, dia 12 de junho.

JÚRI E CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO

6.1. A seleção das fotografias vencedoras fica a cargo do patrocinador do concurso Paulo Ferreira.

6.2. Os critérios de avaliação incluem:

  • adequação ao tema;
  • impacto visual/emocional,
  • composição, iluminação;
  • criatividade e originalidade, sem manipulação digital excessiva;
  • qualidade técnica.

PRÉMIOS

7.1. Serão atribuídos prémios monetários às três melhores participações no valor:

  • 1º lugar: 300 Euros;
  • 2º lugar 150 Euros;
  • 3º lugar: 50 Euros.

7.2. Todos os concorrentes receberão um certificado de participação digital.

DISPOSIÇÕES GERAIS

8.1. Ao participar, os concorrentes autorizam tacitamente a divulgação das fotografias.

8.2. Os casos omissos neste regulamento serão resolvidos por deliberação da organização.

Agrupamento de Escolas Júlio Dinis, Gondomar, 2 de março de 2026

Coordenadora do Departamento de Ciências Exatas: M.ª José Tavares

Coordenadora das BE do Agrupamento: Rita Cordeiro

Patrocinador: Paulo Ferreira

Recomendações técnicas:

A fotografia em formato digital deve ser enviada por email (contacto em cima):
O tipo de ficheiro deverá ser JPEG ou PNG ou TIF
A proporção da fotografia deverá ser  3:2 ou 2:3 ou 4:3 ou 3:4 ou 1:1 
O formato físico para impressão, caso seja exigido deverá ser : 20×30 ou 30×40 cm.
Manter os dados EXIF para verificação de autoria.

Nota: Todas as fotografias fora do formato ou tipo recomendado, serão excluídas sem qualquer notificação.

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Naturalmente Pico estreia em Gondomar

paulofwild estreia pico

Paulo Ferreira, natural e residente em Gondomar, estreou ontem, dia 6, no Auditório Municipal de Gondomar, o seu mais recente documentário, Naturalmente Pico, numa sessão que decorreu com casa cheia.
Integrando a série televisiva “Naturalmente Açores”, o documentário conduz o público numa viagem visual pela riqueza natural da Ilha do Pico, destacando a ligação profunda entre a natureza e as comunidades locais.
A estreia de Naturalmente Pico em Gondomar, com o apoio do Município, constituiu um momento de afirmação cultural do concelho, valorizando o percurso de um criador local com projeção internacional e reforçando o compromisso municipal com a promoção da criação artística e cultural de excelência.








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Naturalmente Pico – estreia oficial

Estreia Naturalmente Pico

NATURALMENTE PICO — ESTREIA OFICIAL

No meio do Atlântico, ergue-se uma ilha onde a terra ainda respira.
É aí que começa Naturalmente Pico.

No próximo dia 6 de fevereiro, às 21h00, o Auditório Municipal de Gondomar recebe a estreia de um documentário que percorre paisagens de pedra negra, campos de lava e vinhas desenhadas à mão — lugares onde o tempo não corre, acompanha.

Da presença imponente da montanha mais alta de Portugal às profundezas do oceano, Naturalmente Pico revela a alma da Ilha do Pico: um território de força primordial, memória viva e equilíbrio frágil. Entre grutas escondidas, mares habitados por tubarões, baleias e golfinhos, e comunidades moldadas pelo fogo e pelo sal, o filme conduz-nos por uma ilha onde a vida nasce da terra, prolonga-se no mar e permanece guiada pela força silenciosa da natureza.

Mais do que um documentário, Naturalmente Pico é um convite à contemplação.
Uma ilha.
Uma história.
Uma força que não se vê — mas sente-se.

🎬 Estreia: 6 de fevereiro
🕘 Hora: 21h00
📍 Local: Auditório Municipal de Gondomar

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Numa noite gélida de inverno

Numa noite gélida de inverno, o silêncio do Parque Natural do Alvão parece suspender o tempo. O frio cristaliza o ar e, acima, o céu escreve a sua própria caligrafia luminosa: longos arcos de estrelas e planetas, com centro na Polar, denunciam, com elegância lenta, a rotação incessante da Terra. Não é o céu que se move. Somos nós, passageiros de um planeta em viagem.
Em primeiro plano, as árvores. Algumas iluminadas, outras quase despidas erguem-se como sentinelas antigas. Os ramos nus, desenhados a carvão contra a abóbada noturna, emolduram a dança cósmica e acrescentam profundidade à paisagem. Há beleza na escassez: folhas ausentes que revelam a estrutura, o essencial, a nudez do inverno.
A fotografia guarda esse instante raro em que o humano toca o infinito. Um encontro entre a quietude da serra e o movimento do universo, onde o frio não afasta, antes aproxima, e a noite ilumina aquilo que o dia não ousa mostrar.
É este, o nosso mundo!

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Almourão Selvagem – A Wildlife Sanctuary

Almourão Selvagem

2025 foi um ano extraordinário. Um ano de histórias contadas com tempo, silêncio e respeito pela natureza — muitas delas nascidas no coração da Região Autónoma dos Açores. Um ano de aprendizagem, de encontros improváveis e de imagens que ficaram gravadas para lá das minhas objetivas.
Mas 2026 já se anuncia maior. Mais exigente. Mais desafiador.
E com isso vem também um peso bonito: o da responsabilidade. A responsabilidade de fazer melhor. De ir mais longe. De honrar cada projeto com ainda mais dedicação.
Mais paixão. Mais entusiasmo. Mesmo nos dias em que regressamos a casa de mãos vazias, sem imagens, sem ideias. Porque a vida (tal como a natureza), não se revela sempre de imediato. Nem tudo é fácil. Nem tudo vem sem esforço. E quase nada acontece sem trabalho.
A vida é feita de contrastes: alegrias e silêncios, conquistas e frustrações. E o caminho, esse, faz-se sempre para a frente, com os olhos erguidos, coração atento e a certeza de que cada passo conta.
Este é um dos desafios de 2026. Almourão Selvagem – A Wildlife Sanctuary

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Descobrindo Orion

Há um trabalho silencioso e paciente por trás de cada imagem da Nebulosa de Órion. Um trabalho que começa muito antes do clique final — começa nas noites frias e límpidas, quando o ar corta a pele e o céu parece mais próximo, mais honesto. São nessas horas, longe do ruído do mundo, que a câmara aponta para aquilo que, a olho nu, insistimos em chamar de estrela.

Montar o equipamento é um ritual: tripé firme, câmara preparada, objetiva alinhada, ferramentas de tracking a compensar a rotação da Terra com uma precisão quase humilde. Não há tecnologia de outro mundo, não há telescópios espaciais nem instrumentos milionários. Há apenas fotografia, persistência e a vontade de ir mais além do que os nossos olhos permitem.

Cada imagem individual é frágil. O sinal é ténue, quase tímido, afogado no ruído eletrónico e nas imperfeições inevitáveis do equipamento simples. Mas é aqui que entra a segunda parte da viagem — invisível, silenciosa, mas absolutamente transformadora: o stacking. Centenas de exposições curtas, captadas ao longo de horas, são alinhadas e somadas com rigor matemático. O ruído dilui-se. O sinal emerge. Aquilo que parecia impossível começa, lentamente, a revelar-se.

É neste ponto que a fotografia se encontra com o conhecimento informático. Algoritmos, processamento de imagem, calibração, paciência. No meu caso, um passado profissional ligado à informática torna-se uma extensão natural do olhar. O computador deixa de ser apenas uma ferramenta; passa a ser um laboratório onde a luz é decifrada, camada após camada.

E tudo começa, curiosamente, com um engano. Olhamos para o céu e vemos uma estrela. Um ponto branco, aparentemente simples. Mas a curiosidade muda tudo. Quando nos interessamos pela descoberta, procuramos conhecimento — e com ele, ganhamos profundidade. Aquilo que era uma estrela revela-se uma nebulosa. Ou talvez uma galáxia distante. Uma cidade de gás, poeira e nascimento estelar, suspensa no vazio.

Nesse momento, algo muda. É como se os nossos olhos vissem a luz pela primeira vez. Não uma luz qualquer, mas uma luz antiga. No caso da Nebulosa de Órion, uma luz que partiu dali há cerca de 1400 anos, quando a história humana era outra, quando o mundo era outro. E, ainda assim, essa luz chega agora, silenciosa, paciente, à minha modesta câmara.

A astrofotografia é isso: um diálogo entre tecnologia simples e conhecimento profundo, entre frio e espera, entre erro e revelação. Um exercício de humildade cósmica. Porque quando por fim vemos a imagem final, já não estamos apenas a observar o céu — estamos a testemunhar o tempo.

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Entre Moinhos e Natureza Selvagem chegou à televisão

“Entre Moinhos e Natureza Selvagem” chegou à televisão… e que estreia! Foi líder de audiências!
Os números falaram alto: 5.2% de rating e 16.7% de share — mais de meio milhão de pessoas a viajar connosco pelos horizontes indomáveis dos Moinhos de Jancido.
Obrigado a todos por transformarem este momento em algo enorme para o meu caminho, para o dos “Rapazes de Jancido” e, quem sabe, para o futuro de Gondomar.

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Pré-venda do livro Odisseia na Terra

PRÉ-VENDA ABERTA | “Odisseia na Terra”

Pré-venda do livro Odisseia na Terra

PRÉ-VENDA ABERTA | “Odisseia na Terra”
Depois de anos a cruzar o mundo com uma câmara na mão e o coração na boca, chegou o momento de partilhar esta viagem contigo.
“Odisseia na Terra” é mais do que um livro de fotografia. São 260 páginas de imagens, histórias reais, encontros improváveis e momentos em que tudo podia ter corrido mal — mas em que a vontade de contar o mundo falou mais alto.
Do caos de perder equipamento na Nova Zelândia e Patagónia, aos dilemas de continuar ou voltar atrás na Islândia, passando por um encontro com Sir David Attenborough, este livro é o reflexo cru e belo do que vivi para captar cada imagem.
Está oficialmente em pré-venda! Se sentes que o mundo é maior do que aquilo que vemos todos os dias, este livro é para ti.
Garante já o teu exemplar e recebe uma surpresa exclusiva de pré-venda: Uma fotografia autografada (à tua escolha no tamanho 60 x 40), aquando da apresentação e entrega do livro em Gondomar.
Caso tenhas interesse em adquirir o livro na fase da pré-venda (mais barato), envia 30 Euros por mbway para o nº 966 454 440

Na data de lançamento do livro, o mesmo será entregue em mãos e podes levantar o brinde. Ou então solicita o envio por correio após a data de lançamento, contudo será acrescido o valor dos portes.

Para quem vive fora de Gondomar e não pode levantar o livro no dia da apresentação, deve acrescentar o valor dos portes,  de forma a recebê-lo pelo correio.

Listagem das pessoas que já adquiriram o livro em pré-venda:

  • JOÃO TELES
  • PAULA ABREU
  • CREMILDE VIANA
  • JOSÉ RODRIGUES
  • TERESA MATEUS
  • MARIA MAGALHÃES
  • MARIA ANTUNES
  • JOSÉ BARBOSA
  • MARIANA TAVARES
  • ANTONIO MOTA
  • RITA CORDEIRO
  • JOSE GONÇALVES
  • LILIA FERREIRA
  • JOAQUIM SANTOS
  • ANABELA CALAFATE
  • JOÃO M. AZEVEDO
  • MARIA FONSECA
  • JOÃO CARREIRA
  • MARIA CARDOSO
  • JOSÉ GOUVEIA

Local e data  para o lançamento do livro:
Casa Branca de Gramido (Gondomar), dia 25 de outubro de 2025, pelas 15h00

ODISSEIA NA TERRA
Sinopse
Entre a memória e a luz, entre o instante e a eternidade, nasce a jornada de um homem que fez da câmara o seu instrumento de redenção. “ODISSEIA NA TERRA” é o relato íntimo e poético de uma vida atravessada pela busca — a do olhar certo, o do momento irrepetível, o do sentido que o tempo teima em esconder.
Dar sentido à vida.
Da infância povoada de sonhos e desilusões, nas margens do Douro em Gondomar, às noites geladas da Noruega onde as auroras dançam como almas antigas; das estradas de Salamanca e Madrid sob o peso do terror, às vastidões da Patagónia e Nova Zelândia — o autor percorre o mundo e a si mesmo. Cada viagem é um espelho, cada fotografia, uma tentativa de compreender o invisível: a fragilidade humana diante da natureza e do tempo.
Mistura de crónica e confissão, de humor e melancolia, o livro é também um ensaio sobre o acto de criar, sobre a persistência e a solidão que acompanha quem decide olhar o mundo por detrás de uma objetiva.
Com uma escrita viva, irónica e profundamente humana, o autor transforma o registo fotográfico em narrativa de descoberta — do mundo exterior e do universo interior que o habita. “ODISSEIA NA TERRA” é um manifesto de amor à curiosidade, à memória e à arte de ver e viver

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