Entre Moinhos e Natureza Selvagem chegou à televisão



E passados que foram 5 anos, eis o novo documentário natural sobre a zona dos Moinhos de Jancido. Por agora fiquem com o teaser – Entre Moinhos e Natureza Selvagem.
Num recanto da margem esquerda do rio Sousa, escondidos entre socalcos verdes e memórias do passado, repousam silenciosos os Moinhos de Jancido. Esquecidos durante décadas, estavam quase submersos no tempo. Mas algo extraordinário aconteceu… Uma história de resiliência, de comunidade e de renascimento da natureza começou a ser escrita — não com palavras, mas com ações.
Este documentário é uma viagem pela beleza bruta e frágil da vida selvagem que hoje floresce aqui — graças ao esforço de um grupo que ousou sonhar. Os Rapazes de Jancido. Através da sua dedicação, devolveram aos moinhos o seu espírito… e à paisagem, o seu equilíbrio. Tudo o resto veio depois…
Brevemente! Em Gondomar e mais além!


Notícia publicvada no Jornal Correio dos Açores:
Paulo Ferreira, autor dos documentários “Açores, um novo desígnio” e dos episódios “Naturalmente Flores” e “Naturalmente Graciosa”, sente-se como “um filho de cada ilha por onde passa”. Obteve grandes audiências televisivas com os episódios sobre as Flores e a Graciosa, e no presente ano estreará o episódio sobre a ilha de São Jorge. O objectivo é filmar em todas as ilhas pois “a beleza natural dos Açores é distinta do resto do mundo”.
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A ilha Graciosa, situada no arquipélago dos Açores, é um tesouro natural onde a fauna, a flora e o mar se entrelaçam numa paisagem exuberante. Com uma biodiversidade única, esta ilha é um exemplo vivo da importância de preservar os espaços naturais para combater as alterações climáticas.
A fauna da Graciosa é caracterizada pela presença de aves marinhas, como os cagarros ou os garajaus, ou ainda o raro painho-de-monteiro e alma-negra, que encontram nas suas falésias e em especial no Ilhéu de Baixo e Ilhéu da Praia, um local ideal para nidificar. Além disso, diversas espécies de aves migratórias fazem desta ilha um ponto de paragem durante as suas rotas migratórias, evidenciando a sua importância como refúgio para a vida selvagem.
Quanto à flora, a Graciosa é adornada por pastagens verdejantes e uma variedade de plantas endémicas dos Açores. A camarinha, a vidália ou a não-me-esqueças, são apenas algumas das muitas espécies que contribuem para a beleza natural da ilha.
O mar que rodeia a Graciosa é uma fonte de vida abundante, com águas cristalinas de um azul intenso que abrigam uma diversidade de vida marinha. Desde pequenos peixes coloridos até cetáceos majestosos, passando pelo coral-negro, este ambiente marinho é vital para o equilíbrio do ecossistema local.
A atividade vulcânica na ilha Graciosa foi crucial para a sua formação geológica e singularidade. Os vestígios vulcânicos moldam a paisagem, criando locais únicos como a Caldeira, a Furna do Enxofre, e a Caldeirinha, que são fontes de interesse turístico e científico, enriquecendo a ilha.
Tal como com as outras ilhas do arquipélago dos Açores, visitar esta ilha é conhecer um importante património geológico, composto por locais de interesse científico, pedagógico e turístico.
Preservar espaços naturais como a ilha Graciosa é fundamental na luta contra as alterações climáticas. Esses ecossistemas desempenham um papel crucial na regulação do clima global, absorvendo carbono da atmosfera e fornecendo habitats essenciais para a vida selvagem. Ao protegermos estes tesouros naturais, estamos também a proteger o nosso planeta e as futuras gerações.
Brevemente na SIC.








No dia 7 de junho estive à conversa com Renato Godinho, na SIC, enquanto realizador do documentário “Naturalmente Flores”. Oiça o podcast Na Realidade É Ficção


Realizou-se este fim de semana (27 de abril de 2024) na Quinta da Alagoa em Valpaços, o programa intitulado “XVII Passeio Fotográfico na Quinta da Alagoa, na Natureza e com Ciência”, onde estiveram presentes enquanto oradores, Rui Manuel Vitor Cortes, Ernestino Maravalhas, João Carrola, João Ruano, Carlos Alexandre, Jorge Ventura, João Cabral, de diversas proveniências como por exemplo a UTAD, o CITAB, o TAGIS e a Universidade de Évora.
Os oradores das mini-conferências provenientes de áreas como a investigação, a biologia, química e fotografia abordaram temas no âmbito das alterações climáticas e coube a mim realizar uma palestra sobre a técnica de timelapse como instrumento de divulgação do ambiente e da natureza.
No final do evento apresentei o meu documentário natural “Islândia – Natureza Ígnea”.



