A minha paixão pela fotografia de natureza, levou-me estes dias ao Penedo Durão em Freixo de Espada À Cinta, no Parque Natural do Douro Internacional. O objectivo era fotografar aves, mais concretamente o Grifo, o Britango e a Águia Perdigueira. Confesso que fiquei surpreendido pela quantidade de aves que habitam aquela zona de Portugal. De entre algumas centenas de fotografias que realizei, decidi publicar esta em especial, pois recordo perfeitamente o momento em que a registei. O momento foi vivido apenas entre mim e o Grifo. Lembro-me de o olhar nos olhos, através da objectiva da minha câmera e de ele não gostar. Olhou em frente revoltado pelo facto de o ter fotografado e destemido desapareceu no penedo rochoso que o aguardava. A imponência destas aves, o lugar que ocupam na natureza e a sua dimensão, são aspectos que me fascinam. Apesar da importância de cada um destes seres vivos, temos vindo a observar um crescente aumento na destruição da biodiversidade. As causas poderão ser as mais variadas, contudo na maioria das vezes, somos nós que aceleramos este processo. Clique na imagem para visualizar a fotografia em tamanho maior.
Aotearoa – We Are All Made Of Stars, faz parte da selecção oficial de filmes que foram admitidos ao festival internacional de cinema independente, “Santiago Independent Film Awards”. O documentário curto, está nomeado para prémio na categoria “BEST DOCUMENTARY SHORT”.
Trata-se de um festival que se realiza em Santiago do Chile e que aceita apenas, filmes realizados de forma independente.
É com um enorme orgulho que recebemos esta informação e decidimos dar a conhecer esta notícia, pois ela é só por si, sinónimo de reconhecimento internacional e prestigia a dedicação e o trabalho independente, que Paulo Ferreira tem vindo a realizar ao longo dos últimos anos.
Paulo Ferreira dá-nos a conhecer os lugares maravilhosos que ainda existem na nossa única casa, a Terra e que tendencialmente continuamos a destruir.
A informação sobre a selecção oficial pode ser consultada em:
Panorâmica da Via Láctea. Clicar na imagem para ver a fotografia num tamanho superior.
No passado dia 31 de Agosto, estive no Parque Natural do Douro Internacional, nas proximidades da Aldeia de Pena Branca, a realizar um workshop de fotografia nocturna. Na noite anterior à do evento, fui para o terreno na expectativa de conseguir realizar uma fotografia que há já algum tempo idealizava. Eu queria imenso uma fotografia panorâmica, com a finalidade de mostrar à Via Láctea, que circunda o Planalto Mirandês,localizado noNordesteTransmontanoaolongodoDouroInternacional.
Apesar de ter chegado muito tarde ao local onde iria ficar alojado (Cimo da Quinta), ainda consegui tempo para registar este momento. A ânsia de “congelar” a galáxia em espiral onde vivemos era imensa. E essa ânsia acontece, não pelo facto de querer um troféu, antes sim porque os dias que temos disponíveis para o conseguir, não são assim tantos. Isto porque os meses do ano favoráveis à fotografia da Via Láctea, são apenas 2 (na minha opinião). Por outro lado temos de eliminar os dias de Lua Cheia e as condições climatéricas desfavoráveis, como chuva, nevoeiro, neblinas, nuvens, etc. E ainda há que contar com a vontade de cada um de nós, de ir para o terreno à noite, deixando para trás algumas coisas importantes.
Com todos estes impedimentos, é fácil de deduzir que as noites para fotografar a Via Láctea, não são assim tantas como parece. É pois necessária uma boa dose de coragem, dedicação, persistência e trabalho. Tudo isto justificado pela simples razão de que é preciso mostrar o local onde vivemos. Uma pequeníssima bola azul nesta imensa Galáxia. Que quer aceitem quer não, é indiferente se essa bola azul, lá está ou não. A Via Láctea será sempre Via Láctea, com ou sem Terra, com ou sem racionalidade. Disso não haja a mais pequena dúvida.
No entanto, sabendo eu (e tu e todos nós) a dimensão da nossa “única casa”, será mais fácil percebermos a nossa dimensão e o quão insignificante somos para a vida no Universo. Ter noção da escala da Terra em relação a esta imensa Galáxia, é ter noção do nosso lugar. Percebemos assim que todos os conflitos pessoais e da Humanidade em geral, não têm qualquer razão de ser.
Por isso, não liguem muitas luzes, não iluminem o que não é preciso, pois todos nós necessitamos da luz das estrelas, para iluminar a nossa existência.
Aproveito o momento para agradecer aos participantes no workshop de fotografia nocturna em Miranda do Douro, (Diana Pinto, Alcides Meirinhos, João Miranda de Azevedo, Manuel Marques, Ricardo Leal e Luís Almeida), pela presença. Espero que tenham vivido uma experiência única e que tenham percebido que mais importante do que fazer fotografia, é viver e registar os momentos, num negativo, num ficheiro, ou na nossa memória.
Paulo Ferreira terminou recentemente uma expedição à Islândia, com o objetivo de realizar um novo documentário curto, que consciencializa as pessoas para o grande desafio que enfrentamos. As alterações climáticas e a necessidade de olhar com mais atenção para a nossa única casa, o planeta Terra, são motivos suficientes para preservarmos os poucos espaços naturais que nos restam.
É este enorme desafio que enfrentamos, que faz com que Paulo Ferreira continue a produzir estes filmes.
A expedição decorreu durante 15 dias e ao longo de todo esse tempo, foram registados alguns momentos que documentaram a viagem ao Jornal de Notícias. Os vídeos podem ser visualizados clicando em “Continuar a ler“.
Documentário “Parque das Serras do Porto” nomeado para prémio no ART&TUR
O documentário foi nomeado para prémio no festival internacional de cinema ART&TUR.
A notícia chegou esta semana, proveniente da Comissão Organizadora do XII Festival Internacional de Cinema de Turismo – ART&TUR 2019, que se realizará em Torres Vedras, de 22 a 25 de Outubro. O Júri Internacional do Festival – constituído por 25 peritos de 15 países, deliberou que o filme “Parque das Serras do Porto” deveria fazer parte da lista de filmes nomeados para prémio.
O Jantar de gala da cerimónia de encerramento do festival, será no dia 25 de Outubro, às 21:00, após a realização da entrega de prémios, que se iniciará às 17:30.
Paulo Ferreira apresentou hoje o seu mas recente filme. A cerimónia de estreia do documentário de 15 minutos, sobre o Parque das Serras do Porto, teve lugar na Quinta Da Costa, em Aguiar – Paredes. No seguimento dos seus anteriores trabalhos, também este aborda de certa forma a necessidade de todos nós termos consciência. Consciência para a actual problemática ambiental. Sermos responsáveis, pois… “Não há nada que preencha mais a alma que temos, do que a magia de poder espraiar os olhos, sobre a beleza de uma paisagem.”
Para o Paulo Ferreira, este é um filme especial, pois retrata as serras, ao redor da localidade que o viu crescer. Local que conhece muito bem e que facilitou a realização do filme. Podem ver o filme aqui: YouTube
Aotearoa – We Are All Made Of Stars tem vindo a ser premiado na grande maioria dos festivais internacionais de cinema, aos quais é submetido. O documentário curto, que aborda a necessidade urgente de preservarmos a nossa única casa, a Terra, procura consciencializar as pessoas para esta problemática tão atual e imperativa. É urgente tomar medidas. A natureza sabe o que faz. Um dia teremos de enfrentar a sua ira, caso não tomemos medidas que revertam este caminho das alterações climáticas.
Desta vez, o documentário foi premiado no Finisterra – Arrábida Film Art & Tourism Festival, um evento que decorreu em Sesimbra – Portugal, no passado dia 30 de maio de 2019. Normalmente traz ao nosso país, realizadores de todos os cantos do mundo, na procura de verem os seus filmes reconhecidos, naquele que é um festival de referência em Portugal e lá fora. Aotearoa, um documentário realizado na Nova Zelândia, obteve o primeiro lugar na categoria “Travel” e pode ser visualizado em: Aotearoa – Youtube
Aotearoa – We Are All Made Of Stars foi premiado recentemente no festival internacional de cinema “Tour Film Riga”. Selecionado para melhor documentário curto sobre ecologia, acabou por obter o terceiro lugar nessa categoria. Mais informação pode ser consultada em: http://www.tourfilmriga.lv/tourfilm/aotearoa
[…]12th INTERNATIONAL TOURISM FILM FESTIVAL “TOURFILM RIGA 2019”
The International Tourism Film Festival Tourfilm Riga is the member of the International Committee of the Tourism Film Festivals (CIFFT ) since 2009. The Festival “Tourfilm Riga” is organized by the Riga City Council already for the 12th time. At the 12th International Tourism Film festival “Tourfilm Riga 2019” the professional international jury judged previously selected entries – 173 films. […]
Aotearoa – We Are All Made Of Stars foi considerado o melhor documentário curto no festival Terres Festival, que decorreu em Tortosa – Espanha. O planeta Terra atravessa atualmente um período de alterações climáticas, que muitos acreditam ser devidas à intervenção do Homem. É por isso o momento de chamar a atenção para este facto, de forma a consciencializar as pessoas para o problema que a Humanidade enfrenta. Trata-se do maior desafio alguma vez colocado à nossa existência. Ver este filme premiado um pouco por todo o mundo é sinónimo de que o Paulo Ferreira está no caminho certo, acompanhado por diversas empresas que patrocinam este seu projeto de vida. Mais informação relativa ao prémio poderá ser encontrada aqui, no site do Terres Festival
De regresso à terra natal, após duas semanas de viagem na Islândia – onde rodou o seu próximo documentário –, Paulo Ferreira viu o filme “Aotearoa – We Are All Made Of Stars” nomeado para o melhor filme da quinta edição do Viva Film Festival, na categoria Ecologia.
O Viva Film Festival, sedeado em Sarajevo (Bósnia-Herzegovina), realiza-se anualmente e destaca filmes em torno de temas religiosos, ecológicos, turísticos e relacionados com a juventude. Para a edição deste ano, foram submetidos a concurso 1768 filmes, provenientes de 107 países.
O festival foi criado por uma equipa internacional de profissionais do cinema, ambientalistas, diplomatas, líderes religiosos e académicos que inclui o ex-vice-presidente dos Estados Unidos da América, Al Gore.
“Aotearoa – We Are All Made Of Stars”, divulgado publicamente no último Dia Mundial da Terra, é um documentário curto realizado na Nova Zelândia e pretende ser um filme que consciencialize as pessoas para a temática do ambiente. Nomeadamente para a conservação dos recursos fundamentais à vida. Os maori acreditavam que as “glowworms” (uma espécie de larva florescente) zelava pela preservação da água que circulava no interior das cavernas e isso está bem patente no filme. Acreditavam que estes seres eram os espíritos dos seus antepassados. Eram as estrelas lá no céu. “We Are All Made Of Stars”. “Aotearoa” tem argumento de Cristina Alves e voz de Cristina Alves e Conrad Harvey.