O documentário curto Aotearoa – We Are All Made Of Stars, é semi-finalista em Los Angeles. Trata-se do festival internacional de cinema Los Angeles CineFest. O diretor do festival é o conceituado Mark Mos. Um Editor, Director e Produtor de filmes em Hollywood. Esteve envolvido em filmes como por exemplo “Gladiator”, premiado com um Óscar (Russell Crowe). “Missão Impossível 2” (Tom Cruise). “Gone in 60 seconds” (Nicholas Cage, Angelina Jolie). “How the Grinch Stole Christmas” (Jim Carrey) e muitos outros. São estes reconhecimentos que dão alento para continuar a realizar mais e melhores documentários curtos. A consciência ambiental como forma de combate às alterações climáticas é necessária.
Obrigado a todos os patrocinadores que se envolveram na produção deste trabalho e que podem ser conhecidos nos créditos do filme. Ficamos assim a aguardar pela possibilidade deste filme passar à fase final e ser premiado como um dos melhores na sua categoria.
O Clube Gondomarense, uma das mais antigas salas de cultura do concelho de Gondomar, apresenta no próximo dia 7 de Fevereiro, algumas das curtas metragens da autoria de Paulo Ferreira. Na sua maioria serão filmes premiados um pouco por todo o mundo. O evento tem hora marcada para as 21H30 e conta com a presença do realizador. Paulo Ferreira irá falar um pouco sobre os filmes, nomeadamente o que o motiva a realizar estes documentários curtos. Será certamente mais uma oportunidade para visualizar e conhecer estes filmes e por outro lado, estar à conversa com o seu autor. Ouvir as suas inúmeras histórias ao redor da produção do filme. Ficando assim a conhecer o que ele pensa sobre as alterações climáticas e a necessidade urgente de haver mais consciência ambiental.
A estreia do filme This Is Our Time, um documentário curto realizado na Islândia, apresentado pela primeira vez ao público e patrocinadores no passado dia 16 de Novembro de 2019 no auditório da Casa do Infante no Porto, tem data marcada para o Dia Internacional da Terra.
Assim, a estreia do filme “This Is Our Time”, acontecerá no próximo dia 22 de Abril de 2020 (quarta-feira), pelas 10H30 e o local escolhido para a sua divulgação ao público em geral, será aqui no site.
Para aqueles que ainda não tiveram a oportunidade de ver o filme, este será o momento certo. Trata-se de um documentário curto realizado por Paulo Ferreira, que à semelhança dos anteriores, pretende consciencializar as pessoas para a actual problemática ambiental. A estreia do filme This Is Our Time, acontecerá naquele que é um dia importante para a nossa única casa, o planeta Terra.
A emergência climática foi assunto da conferência (#COP25), realizada no passado mês de Dezembro de 2019 em Madrid e dela saiu a declaração de que é tempo para a acção. Apesar de muitos considerarem que foi perdida uma boa oportunidade para ir mais longe, Paulo Ferreira tem esperança que os movimentos individuais façam aquilo que os políticos não têm coragem de fazer.
Esta é uma forma que Paulo Ferreira encontrou (mediante as suas possibilidades, em conjunto com os patrocinadores que decidiram apoiar esta causa), de ajudar as pessoas a perceberem esta emergência climática. Para isso, tem viajado por vários países, muitos dos quais sozinho, para realizar estes documentários. Esta forma de consciencializar as pessoas, mostrando-lhes seres vivos raros, paisagens maravilhosas e lugares únicos, através do seu olhar e técnica de timelapse, podem ser a fonte de esperança que falta.
O Homem não pode continuar a pensar que é exterior ao planeta onde vive. Que não faz parte do sistema. Esta forma de viver das sociedades actuais, envolvendo-se em tecnologia e afastando as relações humanas, não pode continuar a existir. Este caminho fácil não é o que nos fará resolver os problemas. A Humanidade precisa de ter consciência individual e colectiva. E temos assistido no passado a corajosos momentos colectivos. Este é pois, mais um deles.
Nem tudo está perdido. Há que acreditar. Perceber as relações passadas entre o Homem e a natureza na utilização dos recurso naturais. O Humanidade não pode virar as costas e deixar-se vencer pelos problemas climáticos. Há esperança. Cada um de nós pode fazer a diferença. Todos os dias.
Directed by Paulo Ferreira Screenplay byLaurence Alves | Voice Over by Conrad Harvey Advisor/Consultant by Paulo Silva | Recording/Mixing by João Sousa Making Of byMarco Ribeiro and Marcelo Sousa
O rio corria sem sossego por entre as pedras do vale. Em redor, árvores vestidas com os tons de outono cobriam todo o vale até meia encosta, onde já surgia a neve e, de súbito, imponente, o maciço rochoso do Fitz Roy. O pico, fantasmagórico no seu incessante jogo de escondidas com as névoas.
Nada substitui a experiência pessoal, cunho marcado da vivência in loco. O registo mecânico permite a guarda, para memória futura, de cada detalhe, elemento, pormenor. É um resgate feito ao passado, transmitido em herança às gerações vindouras. Mas a memória visual, mesmo que falível, mesmo que roída pelo tempo, é feita da vivência pessoal, intransmissível, incorruptível na essência – eu vi o Fitz Roy!
Posto a caminho, atravessei rio Blanco para chegar ao último acampamento antes de atingir a base do Fitz Roy: Camping Rio Blanco.
O sol ia alto e o calor inclemente era um braseiro que trazia sob a roupa; estava a ser tomado pelo cansaço. Obriguei-me a parar, descansar e a beber água, a hidratação é fundamental e eu não me esqueci dela durante os dias anteriores.
Um painel de madeira ali perto informava um quilómetro para chegar ao fim do trilho e sugeria ao leitor que verificasse o seu estado físico. Agora??? Depois de 11 quilómetros percorridos é que sou alertado para isto? Vim eu do outro lado do mundo para me atirarem este desaforo à cara? Se tinha chegado até ali, iria certamente percorrer o último quilómetro tal como havia feito os anteriores. Qual é a dificuldade?, atirei, altivo, em modo desafiador aos deuses da fortuna. Por um mísero quilómetro… Por quem me tomam?
Patagónia – Chegada ao Fitz Roy
Resoluto, a mastigar quezília, fiz-me à vida que não me atenho a pormenores. De súbito… estanquei. As árvores tinham desaparecido e o que se plantava diante dos meus olhos exauriu-me todas as forças: o trilho seguia montanha acima numa inclinação que de acentuada não tinha nada – tinha tudo!
Como uma cobra, serpenteava a encosta. Ah!, pois… admiti a custo: o tal quilómetro em falta!
Neste livro “Patagónia A Ponta Do Mundo” a narrativa luta com a imagem pela supremacia na entrega da mensagem. Cabe ao leitor avaliar qual cumpre melhor o objectivo, mas, acima de tudo, devemos assumir que ambas contribuem para a consciencialização da humanidade na necessidade da manutenção saudável do nosso suporte de vida, a Terra (“Our Home”, na locução do filme homónimo do mesmo autor).
Se a força da prosa está na sua simplicidade já para imagem está no pormenor onde se percebem provas da degradação do ecossistema, habitat de muitas espécies. Se todos aceitamos provas da extinção de algumas, ou melhor, muitas espécies, porque não o há de acontecer com a nossa? Einstein disse, ”Deus não joga aos dados”, noutro contexto, mas com o mesmo sentido, eu direi “a natureza não toma partidos”, porque nos haveria de poupar? A continuarmos a tratar este planeta, “a Nossa Casa”, como até aqui esse será também o nosso destino.
A nossa agressão ao meio ambiente pode ser melhor compreendida através de um modelo aproximado, fazendo um paralelo com o nosso corpo. De entre as muitas bactérias que nos habitam, as que prejudicarem o organismo serão combatidas pelo nosso sistema de defesa, o nosso organismo dá-nos sinais desse conflito através de um mal-estar generalizado. Como insistimos na cegueira de ignorarmos os fenómenos atípicos (sintomas) que a natureza nos tem enviado, senão, uma reacção de defesa do organismo vivo que nós também habitamos e agredimos, “a TERRA”.
Esta ideia é base da teoria GAIA (divindade que representava a terra na mitologia Grega) que vê a terra como um complexo sistema autor regulador, característica de qualquer ser vivo, e propõe que a biosfera (todos os seres vivos) e toda a parte física da terra; atmosfera, criosfera, hidrosfera e litosfera se comportem como órgãos de um só corpo a trabalharem para o mesmo objectivo: a manutenção das condições climáticas e bioquímicas necessárias à vida. Uns ainda não aceitam como um facto, as alterações climáticas, muitos já, mas, a maioria, não mudou uma palhinha nos seus comportamentos. Temos a toda a hora exemplos disso, quem nunca viu o automobilista da frente a lançar pela janela fora, lugar que é de todos, um qualquer objecto de que já não necessita?
Ser “Humano” é ser inteligente, crescemos física e intelectualmente e devemos adaptar, através da inteligência, constantemente, os nossos comportamentos à luz dos novos conhecimentos, comportamento em concordância com conhecimento. Não vejo há muito tempo uma mudança positiva nos hábitos quotidianos que não fosse obrigatória, veja-se os sacos plásticos de compras.
A mudança só será efectiva e rápida se for livre e colaborativa, se partir de cada um, com convicção, será permanente, já a obrigatoriedade implica uma supervisão e que por natureza humana parece feita para ser ludibriada, corrompida, uma tentação.
O filme “This Is Our Time”, o mais recente documentário curto de Paulo Ferreira, arrecadou o seu primeiro prémio no festival Italiano “Oniros Film Awards”, edição de Novembro. O filme realizado na Islândia, com estreia no passado mês de Novembro na Casa do Infante no Porto, foi premiado na categoria de Melhor Documentário Curto. A lista de vencedores pode ser consultada na página oficial do festival em: Oniros Film Awards.
O ficheiro que contém a lista de todos os premiados pode ser visualizado aqui: ficheiro pdf
Trata-se de um festival cujo “Media Partner Oficial” é a Universal Movies de Hollywood. O Oniros Film Awards para além de premiar o cinema independente, classifica para a plataforma de filmes IMDb, onde Paulo Ferreira já tem alguns filmes listados. A informação pode ser consultada na página da Universal Movies.
Sempre fui uma pessoa que não enveredou por alarmismos, tento manter a calma mesmo nos momentos onde ela não deveria entrar. Se assim não fosse, nunca teria enveredado pela técnica de timelapse, certo?
Nunca segui as massas e faz-me um bocado de confusão, ver todos os dias nos meios de comunicação social, uma espécie de histerismo colectivo, vindo não se sabe muito bem de onde, mas que tem colocado a sociedade numa polarização nunca antes vista.
É sabido que nós Humanos, temos de mudar muita coisa, numa tentativa de reduzir gastos com recursos naturais, que não fazem sentido continuar a desperdiçar.
Optar por outras formas de energia, menos destruidoras dos ecossistemas. Mudar de hábitos, de politicas, alterar costumes e acertar problemas culturais e sociais. Certo!
A Humanidade chegou até aos dias de hoje, pois é a forma como evoluímos. Estão a querer insinuar que evoluímos de forma errada? Há uma geração que roubou a infância da mais actual? Que histeria é esta? A actual interrogação deve-se à evolução. Não estará a inteligência directamente relacionada com a evolução? Já diziam os meus avós: – Não se pode ter sol na eira e chuva no nabal. A vida é assim.
Cair no radicalismo é impedir que a mudança aconteça. E isso ajuda tanta gente! Na minha opinião, nunca um mensageiro pode ser mais importante do que a mensagem que pretende passar. E calmamente tenho tentado que as consciências se formem na cabeça de cada um. https://pauloferreira.pt/portefolio-de-filmes/
O Making Of do documentário curto “This Is Our Time”, um filme que teve estreia na Casa do Infante no passado dia 16 de Novembro, já está disponível para visualização no canal do YouTube.
Paulo Ferreira estreia novo filme realizado na Islândia. Um documentário curto de cerca de 15 minutos de duração, que aborda a necessidade de percebermos que este é o nosso tempo. O tempo de mudança de comportamentos. O tempo de preservarmos o que ainda nos resta. Este filme cuja produção começou em Abril deste ano e só agora está terminado, mostra-nos gelo, glaciares, fauna e flora, vulcões e paisagens de cortar a respiração. Numa tentativa de chegar mais perto das pessoas e fazê-las acreditar que ainda existem sítios que devemos preservar a todo o custo.
Estreia dia 16 de Novembro pelas 17H00 na Casa do Infante no Porto. Com a participação especial de Laurence Alves, Miguel Gonçalves e Luís Henrique Pereira. Entrada gratuita mas limitada ao numero de lugares que o auditório possui.
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A equipa de jurados do 12º Festival Internacional de Cinema de Turismo ART&TUR, edição de 2019, decidiu nomear este ano, dois filmes realizados por Paulo Ferreira. Dois lugares diametralmente opostos (Antípodas) estão assim a concorrer neste conceituado festival.
São eles, AOTEAROA – We Are All Made Of Stars e Parque das Serras do Porto.
No próximo dia 25 de Outubro, saberemos se foram ou não premiados. Até lá, o facto de serem os dois nomeados, já é um prémio para o autor dos filmes.
Todo o trabalho e empenho pessoal é pois reconhecido e isso faz com que Paulo Ferreira acredite que está no caminho certo, numa tentativa de consciencializar as pessoas para a problemática ambiental. Tentando salvar o que ainda resta, não deixando que o abismo seja a única alternativa, procurando um ponto de retorno, de inversão. Só assim poderemos um dia salvar-nos a nós próprios, Humanidade.
Mais informação em: Festival Internacional de Cinema de Turismo ART&TUR