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A cegonha-preta

Situado no Parque Natural do Douro Internacional, o miradouro do Penedo Durão, proporciona uma vista pouco comum. Não existem muito lugares no mundo, onde se possa observar de cima, o voo das aves.

No cimo do maciço rochoso, à beira de escarpas de cortar a respiração, rodeado por uma paisagem que realça a mão do Homem ao longo de várias eras, o mais fácil é avistar uma ave em voo. 

O sossego é ensurdecedor. Não fosse a leve brisa que se fazia sentir no momento destes registos, quase que se ouvia as penas das asas a deslizarem sobe a camada de ar quente que se eleva neste local, ao final da tarde.

O objetivo era fotografar os “Grifos”, mas a surpresa é sempre bem vinda. E como nestas coisas da vida selvagem e da imprevista natureza, não há garantias de nada, eu até fiquei algum tempo a duvidar do que os meus olhos me queriam transmitir. Lá ao longe, bem por cima do Douro, uma cegonha-preta (Ciconia nigra) planava com as asas bem abertas. O bico e as patas de tons vermelhos realçavam ainda mais o majestoso voo.

Depois de uma troca rápida de objetivas (200 por 600mm) ainda fui a tempo de realizar esta fotografia:

Cegonha Preta

HOPE vence no Vegas Movie Awards

VEGAS MOVIE AWARDS

O filme “HOPE” tem vindo a arrecadar prémios em festivais internacionais de cinema independente. Foi com enorme surpresa que Paulo Ferreira recebeu a notícia de que venceu em 3 categorias no VEGAS MOVIE AWARDS™. Sim, 3 prémios:
BEST DOCUMENTARY SHORT – Award of Excellence
BEST CINEMATOGRAPHY – Award of Excellence
BEST DRONE VIDEO – Award of Merit
O filme foi produzido e realizado por Paulo Ferreira. A voz foi de Conrad Harvey. A tradução ficou a cargo de Maria José Moura Castro.
A realização decorreu durante os períodos de confinamento entre Março de 2020 e Março de 2021.
 
Uma nuvem desceu sobre o mundo.
Pela primeira vez, na nossa atarefada civilização global, todos nós parámos.
Embora isto continue a ser incrivelmente desafiante para todos nós, há uma certa beleza nesta quietude.
E, enquanto partes do nosso mundo ardem nas chamas de um tempo passado, aos que ficam é-lhes dado a escolher.
Uma oportunidade, não de voltar ao passado, mas de sonhar e agir, e criar o que será.
Como todas as tempestades, também estas nuvens passarão.
Do outro lado destas nuvens, há um sol que irradia esperança para o nosso mundo.
Há uma oportunidade para todos nós vermos além da mera sobrevivência e abraçarmos o futuro, no qual nós e o nosso planeta podemos prosperar como um só.
Prepara-te. O mundo como o conhecemos, mudou para sempre.
O laço que nos liga a todos é a esperança.
Esperança de voltar às coisas que todos nós amamos.
E, contudo, a esperança de que não regressemos ao modo como fazíamos as coisas anteriormente. Esta viagem começa… com ESPERANÇA.
 
O filme pode ser visualizado aqui:

Hope – premiado em Nova York

O filme “HOPE” realizado por Paulo Ferreira, foi premiado este sábado (06.03.2021), no festival internacional de cinema “ONIROS FILM AWARDS“, em Nova York. O filme foi premiado na categoria de “DRAMA” e obteve o troféu “GRAND JURY AWARD”. Este consagrado festival de cinema, também qualifica para o IMDb, sitio onde Paulo Ferreira já tem listados alguns prémios internacionais.

Um agradecimento especial ao Conrad Harvey que deu voz a este filme e à Maria José Moura Castro, responsável pela tradução da narrativa. O filme pode ser visualizado, clicando aqui.

Uma nuvem desceu sobre o mundo.
Pela primeira vez, na nossa atarefada civilização global, todos nós parámos.
Embora isto continue a ser incrivelmente desafiante para todos nós, há uma certa beleza nesta quietude.
E, enquanto partes do nosso mundo ardem nas chamas de um tempo passado, aos que ficam é-lhes dado a escolher.
Uma oportunidade, não de voltar ao passado, mas de sonhar e agir, e criar o que será.
Como todas as tempestades, também estas nuvens passarão.
Do outro lado destas nuvens, há um sol que irradia esperança para o nosso mundo.
Há uma oportunidade para todos nós vermos além da mera sobrevivência e abraçarmos o futuro, no qual nós e o nosso planeta podemos prosperar como um só.
Prepara-te. O mundo como o conhecemos, mudou para sempre.
O laço que nos liga a todos é a esperança.
Esperança de voltar às coisas que todos nós amamos.
E, contudo, a esperança de que não regressemos ao modo como fazíamos as coisas anteriormente. Esta viagem começa… com ESPERANÇA.

O Rio Sousa lá do alto

São incontáveis os locais quer em Portugal, quer lá fora, onde já tive a oportunidade de fotografar. Fosse na paisagem mais plana ou mais montanhosa, ao nível do solo, ou num plano mais elevado. Na sua maioria acabam sempre por me surpreender. A vista lá do alto é sempre diferente. Pois a nossa existência restringe-se à nossa capacidade de locomoção. Mas contam-se pelos dedos, os sítios que realmente me fascinaram verdadeiramente, no que toca à vista aérea. Este é um deles. Mas não é obra do acaso. É o resultado da nossa capacidade de imaginar, de ver mais longe, se sonhar e concretizar. Aqui fica o resultado de uma miragem. O Rio Sousa, numa das suas curvas que só ele tem.

Que esta fotografia consciencialize as pessoas (principalmente aqueles que detêm a capacidade de mudar, arriscar, ir mais longe), para a necessidade de se preservar um local único.

HOPE

Uma nuvem desceu sobre o mundo.
Pela primeira vez, na nossa atarefada civilização global, todos nós parámos.
Embora isto continue a ser incrivelmente desafiante para todos nós, há uma certa beleza nesta quietude.
E, enquanto partes do nosso mundo ardem nas chamas de um tempo passado, aos que ficam é-lhes dado a escolher.
Uma oportunidade, não de voltar ao passado, mas de sonhar e agir, e criar o que será.
Como todas as tempestades, também estas nuvens passarão.
Do outro lado destas nuvens, há um sol que irradia esperança para o nosso mundo.
Há uma oportunidade para todos nós vermos além da mera sobrevivência e abraçarmos o futuro, no qual nós e o nosso planeta podemos prosperar como um só.
Prepara-te. O mundo como o conhecemos, mudou para sempre.
O laço que nos liga a todos é a esperança.
Esperança de voltar às coisas que todos nós amamos.
E, contudo, a esperança de que não regressemos ao modo como fazíamos as coisas anteriormente. Esta viagem começa… com ESPERANÇA.

Clique na imagem em baixo para visualizar o vídeo.

Notícia jornal Vivacidade Janeiro 2021

Notícia Jornal Vivacidade Janeiro 2021

Paulo Ferreira

O jornal Vivacidade (edição de Janeiro de 2021), publicou uma entrevista realizada ao Paulo Ferreira. Nela é possível ler o que ele pensa relativamente a vários assuntos, dos quais se salienta o trabalho em torno da consciência ambiental. Pode saber mais aqui:

A Lontra Europeia ou Lontra Euroasiática

Vale do Rio Sousa, nas proximidades dos “Moinhos de Jancido”. O relógio marcava 08H30 e a temperatura rondava os 4 ºC. Ao descer a serra, por entre as árvores e a caminho de um local isolado para fotografar aves, reparei que havia alguma ondulação nas margens do Rio. Cautelosamente, procurei descer ainda mais na ânsia de encontrar um sitio mais aberto, de onde pudesse clarificar o motivo para tal ondulação. Por momentos não vislumbrei absolutamente nada. A ondulação havia desaparecido.

Desanimado, comecei a caminhar ao longo da margem do Rio. Rio acima, alguns minutos depois, como por magia, os meus olhos fixaram-se nos olhos de uma Lontra. Inacreditável! Tentei não fechar os olhos. Não queria acreditar que diante de mim, talvez a uns 50 metros, a cabeça de uma Lontra deslizava sobre a água fria, naquela manhã de Janeiro. Inconscientemente, levei a câmera fotográfica aos olhos e comecei a fotografar. Incrédulo, duas fotografias depois, ela mergulhou e não mais a voltei a ver. Por sorte, a objetiva que estava a utilizar no momento, era de 600mm.

O seu gosto pela água (se for preciso, aguenta-se mais de cinco minutos submersa), aliada ao facto de ter uma dieta maioritariamente carnívora, tornam-na um animal de hábitos especiais. A começar pela sua performance enquanto predadora: com olhos que vêem mais no breu da noite, com olfato que chega longe (têm um dispositivo ao nível do nariz que deteta vibrações abaixo da linha de água), e com uma audição superior à de muitas outras espécies, a Lontra espera pelo pôr do sol para utilizar as suas armas. As presas são sobretudo peixes ou crustáceos, em menor escala outros mamíferos, e eventualmente répteis à falta de melhor.

Aqui fica a fotografia.

Regulamento do Passatempo “PULSEIRA LAVA DA ISLÂNDIA”

Paulo Ferreira, produtor e realizador de vídeo e fotógrafo de natureza, natural e residente em Gondomar, tem dedicado uma parte da sua vida a realizar documentários curtos ao redor do mundo. Procura uma forma de fazer chegar às pessoas, a mensagem de que é necessário preservar os poucos espaços naturais que possuímos na nossa casa, o Planeta Terra. Procura incutir nas pessoas uma maior consciência ambiental. Um problema que nos afeta cada vez mais.

Neste sentido, Paulo Ferreira está a realizar um passatempo designado por “PULSEIRA LAVA DA ISLÂNDIA”, entre os dias 5 e 12 de janeiro de 2021, na sua página de Facebook (https://www.facebook.com/ptpauloferreira).

O regulamento do passatempo pode ser consultado na seguinte hyperligação:

Regulamento

A neblina da manhã ao redor do Monte Crasto

Numa manhã fria dos primeiros dias de Janeiro de 2021, acordei pelas 06H30 com o objetivo de fotografar e filmar alguma fauna e flora nas proximidades dos Moinhos de Jancido. Quando me dirigia para o local, circulando nas proximidades do Monte Crasto, verifiquei que a neblina estava muito densa. Logo imaginei como é que seria a vista lá do alto. Será que conseguiria ver algum pormenor do Monte Crasto, destacado no meio do manto branco que o envolvia?
Não havia outra forma de o saber e como tal decidi fazer uma paragem e levantar o drone.
Para espanto meu, tudo ao redor estava envolto numa neblina branca que refletia a luz do sol da manhã e no meio, surgiu o Monte Crasto. Primeiro estava quase completamente tapado, mas dois minutos depois abriu mais um pouco. Foi quando pude registar esta fotografia. Um minuto depois e estava novamente tapado pela neblina. Fiquei ali uns 20 minutos a fotografar e a filmar, sempre que a neblina destapava o monte.
Ver assim o Monte Crasto é uma experiência única. E como nem toda a gente tem a possibilidade de voar, aqui fica esta fotografia. Espero que vos motive e inspire para a vida que todos temos que enfrentar. Bom 2021.

Pela manhã nos Moinhos de Jancido

Pela manhã nos Moinhos de Jancido

Pela manhã nos Moinhos de Jancido

Moinhos de Jancido

O Outono é para mim, uma das estações do ano, mais produtivas ao nível da fotografia. Normalmente quando faço viagens escolho sempre entre o Outono e a Primavera. São as duas fantásticas para quem gosta de fotografia. Esta fotografia que divulgo agora no meu site, tem um significado especial para mim. Ela foi obtida há alguns dias atrás, quando no seguimento de um trabalho que estava a realizar, fiquei motivado para outro. E quase todos os fins de semana tenho levantado bem cedo e percorro os caminhos dos Moinhos de Jancido. Foi numa dessas manhãs, que registei este momento. Seriam cerca das 07Hoo quando este cenário se proporcionou diante de mim, Esta fotografia foi obtida pelo método de HDR. Esta é uma técnica que procura alargar o alcance dinâmico de uma determinada fotografia. Basicamente é representar o melhor possível, quer as áreas mais escuras, quer as mais claras, criando vários pontos de ajuste numa única fotografia. Esta em especial, dedico-a aos “Rapazes de Jancido”.