Paulo Ferreira conversa com Renato Godinho no podcast Na Realidade É Ficção
No dia 7 de junho estive à conversa com Renato Godinho, na SIC, enquanto realizador do documentário “Naturalmente Flores”. Oiça o podcast Na Realidade É Ficção
No dia 7 de junho estive à conversa com Renato Godinho, na SIC, enquanto realizador do documentário “Naturalmente Flores”. Oiça o podcast Na Realidade É Ficção


Num belo dia de primavera, a manhã despontava serena nos Moinhos de Jancido. A brisa suave dançava entre as folhas, trazendo consigo o aroma fresco das flores recém-desabrochadas. O sol nascente pintava o céu com tons rosados e dourados, enquanto os primeiros raios iluminavam as margens do rio Sousa e os antigos moinhos, conferindo-lhes um brilho quase mágico. Acordei…
Apaixonado pela natureza, levantei-me bem cedo, e equipado com a minha câmera fotográfica e paciência rumei aos Moinhos. Eu já a tinha fotografado lá no alto no céu, mas pretendia uma fotografia da Águia-pesqueira, empoleirada de forma majestosa nos amieiros que ladeavam o rio Sousa. Determinado a capturar uma imagem dessa ave rara, caminhei silenciosamente pelo bosque. Cada passo era cuidadosamente calculado para não perturbar a tranquilidade do lugar.
Foi então que ao aproximar-me da ponte de Longras, ao levantar os olhos, pareceu-me vislumbrar uma ave de rapina empoleirada num Amieiro a cerca de 100 metros de distância. Era a Águia-pesqueira e estava lá! Empoleirada num velho mas robusto amieiro, as suas penas brilhavam à luz do sol da manhã. Rapidamente ajustei os parâmetros da câmera e através da objetiva de 600mm pude confirmar o que os meus olhos haviam reparado. E novamente pensei para comigo. É a Águia-pesqueira e está ali! O silêncio era absoluto, quebrado apenas pelo canto distante dos pássaros que começavam a despertar. E então, fiz um clique. E de seguida, mais cliques. A imagem ficou perfeita: a águia em toda sua majestade, contra o pano de fundo da natureza exuberante que abraça o rio Sousa. E levantou voo quando ainda confirmava as fotografias que havia registado.
Eu sabia que aquele instante era raro e precioso, resultado da minha dedicação e foco. Uma oportunidade única para registar uma ave tão bela e rara na região. E sorri, sentindo-me parte de algo maior, conectado à beleza selvagem que havia conseguido capturar através da objetiva. Um momento feliz que fez esquecer todos os outros insucessos. Sonhar e acordar cedo, a par da minha persistência, tinha valido a pena.



A convite da Escola EB 2,3 de Rio Tinto, realizei uma palestra para os alunos e cujo tema era a “Fotografia e o Cinema na Consciencialização Ambiental”. No final da palestra estive à conversa com os alunos e professores e ofereci á escola dois dos meus livros.



A convite do Instituto Politécnico de Gestão e Tecnologia, no próximo dia 17, pelas 14h30 irei realizar um workshop de timelapse no âmbito do Dia da Escola Superior de Tecnologia – Inteligência Artificial no Ensino Superior.

A RTP Açores noticiou a estreia oficial do documentário Naturalmente Graciosa. Um evento realizado no Dia da Terra e que contou com a presença de várias individualidades da ilha e entidades do Municipio de Santa Cruz da Graciosa.
Veja o vídeo:

Esta imagem ilustrativa de uma aurora boreal, foi registada no dia 11 de maio de 2024, pelas 00h26, no Parque Natural do Alvão. Para além do tom rosado do fenómeno natural (muito raro em Portugal), ainda é visível na linha de horizonte, uma forte trovoada. Faz parte de uma sequência de timelapse.
O último registo de uma grande aurora boreal em Portugal foi a 25 de Janeiro de 1938. O fenómeno apenas foi visível em Portugal, pois a “mancha solar AR3664”, uma monstro com cerca de 200.000 quilómetros de extensão (mais de 15 vezes o diâmetro da Terra) está imensamente activa nos últimos dias.
Estas fotografias e os planos de timelapse que realizei, foram apresentados na RTP na rubrica (A Última Fronteira) do Miguel Gonçalves.



Realizou-se este fim de semana (27 de abril de 2024) na Quinta da Alagoa em Valpaços, o programa intitulado “XVII Passeio Fotográfico na Quinta da Alagoa, na Natureza e com Ciência”, onde estiveram presentes enquanto oradores, Rui Manuel Vitor Cortes, Ernestino Maravalhas, João Carrola, João Ruano, Carlos Alexandre, Jorge Ventura, João Cabral, de diversas proveniências como por exemplo a UTAD, o CITAB, o TAGIS e a Universidade de Évora.
Os oradores das mini-conferências provenientes de áreas como a investigação, a biologia, química e fotografia abordaram temas no âmbito das alterações climáticas e coube a mim realizar uma palestra sobre a técnica de timelapse como instrumento de divulgação do ambiente e da natureza.
No final do evento apresentei o meu documentário natural “Islândia – Natureza Ígnea”.








Estreia do documentário português ‘Islândia – Natureza Ígnea’ dá recorde a “O Nosso Mundo”
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A SIC estreou neste sábado, 16 de março, o documentário português ‘Islândia – Natureza Ígnea’ de Paulo Ferreira.
A estreia deu recorde de share a “O Nosso Mundo”.
Com inicio pelas 12h17, o documentário marcou 5.8 de rating e 21.5% de share. 564 mil portugueses seguiram a estreia.
No último minuto, “O Nosso Mundo” bateu nos 7.4 pontos de rating com 717 mil e 800 telespectadores. O pico em share foi de 23.9%.