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Etiqueta: Ambiente

This Is Our Time premiado no Oniros Film Awards

Oniros Film Awards
Oniros Film Awards

O filme “This Is Our Time”, o mais recente documentário curto de Paulo Ferreira, arrecadou o seu primeiro prémio no festival Italiano “Oniros Film Awards”, edição de Novembro. O filme realizado na Islândia, com estreia no passado mês de Novembro na Casa do Infante no Porto, foi premiado na categoria de Melhor Documentário Curto. A lista de vencedores pode ser consultada na página oficial do festival em: Oniros Film Awards.

O ficheiro que contém a lista de todos os premiados pode ser visualizado aqui: ficheiro pdf

Trata-se de um festival cujo “Media Partner Oficial” é a Universal Movies de Hollywood. O Oniros Film Awards para além de premiar o cinema independente, classifica para a plataforma de filmes IMDb, onde Paulo Ferreira já tem alguns filmes listados. A informação pode ser consultada na página da Universal Movies.

O trilho da vida

Parque Natural do Alvão
Parque Natural do Alvão

Existem dias na vida, que nos levam a meditar sobre o que andamos nós (Humanidade), realmente a fazer. Cada um de nós vai desenhando um caminho em função de muitas variáveis, que nos guiam ao longo da vida e nos fazem mudar ou não de trajectória. Todos percorremos o trilho da vida.

Esta fotografia foi registada no Parque Natural do Alvão, naquela que é para mim, umas das melhores épocas para a fotografia, o Outono. Clique  na imagem para a ver em tamanho maior, ou então clique neste link.

Nela está bem patente cada recanto, cada bocado de terra, fruto da mão do Homem ao longo de muitas gerações e que são um encanto para a vista Humana.

Terra que produz, que não foi desenhada com régua e esquadro, no entanto é um caos que me fascina. Nem tudo tem de ser rigor. O tempo, por exemplo, não pode ser dominado pelo Homem. A meteorologia, por exemplo, não tem de ser o resultado de a+b em função do que pretendemos para dado momento. E enquanto estas variáveis não forem dominadas pelo Homem, ainda há algo a que nos possamos agarrar. Ainda há a possibilidade do caos se pronunciar. Ainda há a possibilidade de viver, percorrendo o trilho da vida.

E para isso é preciso fazer alguns sacrifícios, nomeadamente:

Levantar bem cedo da cama, caminhar durante largos quilómetros, ter alguma capacidade de ultrapassar dificuldades e acima de tudo, vontade de estar em contacto com a natureza. Fugir do stress das cidades, fugir da falta de tempo, aproveitar os fracos raios de sol desta época do ano, ouvir o vento nos ramos despidos das árvores, interrompidos aqui ou ali pelo “click” da câmera fotográfica. A isto, chama-se viver.

Porque a vida não é este corropio de viagens entre a nossa casa, o local de trabalho e ao fim de semana, o shopping, polvilhadas ao longo da semana de notícias de que afinal os animais e as plantas sofrem, o oxigénio na Índia pode custar 6 Euros, ou enquanto alguns respiram o suor dos ginásios.

Quando olho para esta fotografia, vejo um passado de dificuldades, de trabalhos árduos, de sofrimento quer do Homem quer dos animais e já agora, das plantas. Mas nunca nos devemos esquecer, de que afinal somos resultado do passado. Da evolução. Evolução que porventura poderá não estar certa, mas certamente estará nas mãos de cada um de nós.

Portanto, hajam! Não façam da vida, um mero usufruto do que o passado vos deu. Criem o vosso próprio trilho.

Esta é a nossa única casa, a Terra.

Nunca o mensageiro pode ser mais importante do que a mensagem

Islândia – Paulo Ferreira

Sempre fui uma pessoa que não enveredou por alarmismos, tento manter a calma mesmo nos momentos onde ela não deveria entrar. Se assim não fosse, nunca teria enveredado pela técnica de timelapse, certo?
Nunca segui as massas e faz-me um bocado de confusão, ver todos os dias nos meios de comunicação social, uma espécie de histerismo colectivo, vindo não se sabe muito bem de onde, mas que tem colocado a sociedade numa polarização nunca antes vista.
É sabido que nós Humanos, temos de mudar muita coisa, numa tentativa de reduzir gastos com recursos naturais, que não fazem sentido continuar a desperdiçar.
Optar por outras formas de energia, menos destruidoras dos ecossistemas. Mudar de hábitos, de politicas, alterar costumes e acertar problemas culturais e sociais. Certo!

A Humanidade chegou até aos dias de hoje, pois é a forma como evoluímos. Estão a querer insinuar que evoluímos de forma errada? Há uma geração que roubou a infância da mais actual? Que histeria é esta? A actual interrogação deve-se à evolução. Não estará a inteligência directamente relacionada com a evolução? Já diziam os meus avós: – Não se pode ter sol na eira e chuva no nabal. A vida é assim.
Cair no radicalismo é impedir que a mudança aconteça. E isso ajuda tanta gente! Na minha opinião, nunca um mensageiro pode ser mais importante do que a mensagem que pretende passar. E calmamente tenho tentado que as consciências se formem na cabeça de cada um.
https://pauloferreira.pt/portefolio-de-filmes/

This Is Our Time – Teaser

O filme “This Is Our Time”, um documentário curto realizado na Islândia, tem estreia marcada para o próximo dia 16 de Novembro pelas 17H00. O local da apresentação, será o auditório da Casa do Infante no Porto. Por agora e enquanto não chega esse dia, aqui fica um minuto do filme. Sigam as notícias nas redes sociais em: Facebook

Trata-se de um documentário curto de cerca de 15 minutos, cujo objetivo é a consciencialização das pessoas para o atual desafio ambiental.
A cerimónia contará com a presença de Laurence Alves (CINDOR), Miguel Gonçalves (RTP) e Luís Henrique Pereira (RTP), na qualidade de oradores.

O “teaser” pode ser visto aqui: YouTube

Estreia do filme “This Is Our Time”

Estreia do fllme "This Is Our Time"Paulo Ferreira estreia novo filme realizado na Islândia. Um documentário curto de cerca de 15 minutos de duração, que aborda a necessidade de percebermos que este é o nosso tempo. O tempo de mudança de comportamentos. O tempo de preservarmos o que ainda nos resta. Este filme cuja produção começou em Abril deste ano e só agora está terminado, mostra-nos gelo, glaciares, fauna e flora, vulcões e paisagens de cortar a respiração. Numa tentativa de chegar mais perto das pessoas e fazê-las acreditar que ainda existem sítios que devemos preservar a todo o custo.
Estreia dia 16 de Novembro pelas 17H00 na Casa do Infante no Porto. Com a participação especial de Laurence Alves, Miguel Gonçalves e Luís Henrique Pereira. Entrada gratuita mas limitada ao numero de lugares que o auditório possui.
Assinale a sua presença ou partilhe o evento do facebook pelos seus amigos.

Dois filmes nomeados no 12º ART&TUR

Filmes nomeados no ART&TURA equipa de jurados do 12º Festival Internacional de Cinema de Turismo ART&TUR, edição de 2019, decidiu nomear este ano, dois filmes realizados por Paulo Ferreira. Dois lugares diametralmente opostos (Antípodas) estão assim a concorrer neste conceituado festival.
São eles, AOTEAROA – We Are All Made Of Stars e Parque das Serras do Porto.
No próximo dia 25 de Outubro, saberemos se foram ou não premiados. Até lá, o facto de serem os dois nomeados, já é um prémio para o autor dos filmes.
Todo o trabalho e empenho pessoal é pois reconhecido e isso faz com que Paulo Ferreira acredite que está no caminho certo, numa tentativa de consciencializar as pessoas para a problemática ambiental. Tentando salvar o que ainda resta, não deixando que o abismo seja a única alternativa, procurando um ponto de retorno, de inversão. Só assim poderemos um dia salvar-nos a nós próprios, Humanidade.
Mais informação em: Festival Internacional de Cinema de Turismo ART&TUR

Islândia – Monólogo com uma foca

Foca

A minha aventura por terras da Islândia, realizada em maio de 2019 teve um momento que nunca mais esquecerei. A dada altura, nas proximidades de Ísafjörður nos fiordes ocidentais, deparei-me com uma colónia de focas. Já andava há alguns dias a tentar descobri-las e eis que numa altura em que já estava a ficar desanimado, elas surgiram diante de mim.
Depois de ter percorrido quase uma centena de quilómetros por uma estrada de “terra batida” fui dar a uma pequena enseada, onde estavam essas focas. Logo que as descobri, iniciei o registo fotográfico e aqui ou ali aproveitei para gravar alguns planos de vídeo que serão utilizados no meu próximo documentário curto.
De entre as inúmeras fotografias que tive oportunidade de registar, saliento esta.
Trata-se de um momento vivido intensamente entre mim e a foca. Eu estava tão ansioso e surpreendido com a presença da foca que a dada altura percebi que estava a falar com ela. Encontrei-a a uns 50 metros de mim e aos poucos fui-me aproximando. Pé ante pé, fui deslizando por entre as rochas cheias de algas, escorregando aqui ou ali, mas sempre com os olhos postos na camera fotográfica. Lembro-me que cheguei muito próximo da foca e a objectiva que usava naquele momento (400 mm), favoreceu imenso o trabalho.
A dada altura, de tão próximo que estava (a uns 20 metros), parecia que a ouvia respirar.
Foi aí que o monólogo começou. Eu fazia as perguntas e respondia logo de seguida. Suavemente, para não a assustar. Lembro-me de lhe dizer para ficar quieta, caso contrário ficaria “desfocada”.
Era a primeira vez que estava diante de uma foca, em ambiente completamente natural. Não sabia como iria reagir, nem sabia como deveria agir. Acho que já todos passamos por esta situação, uma vez na vida.
Apesar de toda a incerteza, o monólogo manteve-se e acreditem que a foca também. Penso que gostou de ser fotografada, pois esta fotografia é retrato disso mesmo.
Infelizmente, 5 minutos depois, em virtude do ruído que fiz ao escorregar numa rocha, na tentativa de me aproximar ainda mais, deslizou para dentro de água e desapareceu no oceano. Lentas em terra, mas muito esquivas na água.
No entanto ficou para a história, esse momento em que sem dar conta, estabeleci um monólogo com uma foca.

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Santiago Indie Film Awards

Aotearoa – We Are All Made Of Stars, faz parte da selecção oficial de filmes que foram admitidos ao festival internacional de cinema independente, “Santiago Independent Film Awards”. O documentário curto, está nomeado para prémio na categoria “BEST DOCUMENTARY SHORT”.

Trata-se de um festival que se realiza em Santiago do Chile e que aceita apenas, filmes realizados de forma independente.

É com um enorme orgulho que recebemos esta informação e decidimos dar a conhecer esta notícia, pois ela é só por si, sinónimo de reconhecimento internacional e prestigia a dedicação e o trabalho independente, que Paulo Ferreira tem vindo a realizar ao longo dos últimos anos.

Paulo Ferreira dá-nos a conhecer os lugares maravilhosos que ainda existem na nossa única casa, a Terra e que tendencialmente continuamos a destruir.

A informação sobre a selecção oficial pode ser consultada em:

Santiago Independent Film Awards

 

Documentário do Parque das Serras do Porto nomeado no ART&TUR

Documentário “Parque das Serras do Porto” nomeado para prémio no ART&TUR

O documentário foi nomeado para prémio no festival internacional de cinema ART&TUR.

A notícia chegou esta semana, proveniente da Comissão Organizadora do XII Festival Internacional de Cinema de Turismo – ART&TUR 2019, que se realizará em Torres Vedras, de 22 a 25 de Outubro.  O Júri Internacional do Festival – constituído por 25 peritos de 15 países, deliberou que  o filme “Parque das Serras do Porto” deveria fazer parte da lista de filmes nomeados para prémio.

O Jantar de gala da cerimónia de encerramento do festival, será no dia 25 de Outubro, às 21:00, após a realização da entrega de prémios, que se iniciará às 17:30.