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Etiqueta: Natureza

Uma viagem pela biodiversidade no espaço PAN Porto

Evento PAN

A convite do Pan Gondomar e Pan Porto, irei apresentar o meu trabalho no “Espaço PAN Porto”.  Desta forma convido todos os amantes da Natureza,e não só, para este evento, onde poderemos apreciar o trabalho desenvolvido, na divulgação, preservação e valorização da biodiversidade em Gondomar e não só. O evento terá também a passagem do documentário premiado “No Silêncio dos Moinhos “, documentário esse que dá a conhecer a fauna e a flora da bacia do Vale do Sousa na zona de Jancido em Foz do Sousa. O evento contará também com a presença dos “Rapazes de Jancido” que têm sido os principais responsáveis pela reflorestação e preservação desta área natural, realizando um trabalho fantástico de sensibilização para estas temáticas.
Contamos com vocês no dia 11/03, às 21H no Espaço PAN Porto, na Rua do Barão de Forrester 783, Porto!

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Fotografia de Natureza no Parque Nacional da Peneda-Gerês

Parque Nacional da Peneda-Gerês

O dia 14 de janeiro de 2023, nasceu cinzento. Contudo não foi motivo para cancelar a caminhada de montanha que havia planeado uns dias antes. O trilho que liga Fafião a Porto da Laje, no Parque Nacional da Peneda-Gerês, seria o caminho que iria percorrer. Em busca de cenários naturais e agrestes, fiz-me ao caminho. O vale estava coberto por um manto de neblina que não deixava ver quase nada. Aqui ou ali, surgia um aberta e era o momento certo para procurar um enquadramento interessante. Foi assim toda a manhã. E não choveu. O mesmo já não posso dizer do período da tarde.

Chegado ao final do trilho, houve tempo para descansar um pouco, registar algumas fotografias, recarregar energias e regressar. E foi aí que a chuva começou a cair com mais intensidade. O cansaço era tanto, que uma simples gota de chuva, quando pousava na minha face, parecia pesar um quilograma. Cabisbaixo e fugindo da chuva, a saltar de pedra em pedra, reparei num tronco velho, envolto por umas raízes, também elas com aspeto envelhecido. Logo ali imaginei que seria um pedaço de madeira interessante para trazer comigo no regresso. Faltavam 7 Km mas iria colocar à prova, todas as minhas forças. Não vacilei. Mochila às costas, não havia muito espaço para este tronco que media cerca de 1 metro. Contudo tinha dois braços disponíveis que me iriam ajudar a carregar aquele objeto que ainda não era arte, mas sê-lo-ia seguramente. Mesmo que para isso não estivessem disponíveis para carregar a camara fotográfica, quando houvesse necessidade. E assim foi. Uma manhã de fotografias que irei recordar para sempre e uma tarde a carregar um objeto que para a maioria do comum dos mortais, não passa de um tronco velho.

A vida é mesmo assim. Não há que complicar. Basta viver e não pensar muito. Aqui ficam algumas fotografias.

Quanto ao tronco velho, um dia destes irei apresentá-lo.


Parque Nacional da Peneda-Gerês

Parque Nacional da Peneda-Gerês
Parque Nacional da Peneda-Gerês

Parque Nacional da Peneda-Gerês

Parque Nacional da Peneda-Gerês


Parque Nacional da Peneda-Gerês



Parque Nacional da Peneda-Gerês
Parque Nacional da Peneda-Gerês

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Candal – A pequena aldeia de xisto aninhada na serra

Candal - Aldeia de Xisto

Candal. Por lá passei em 2022. Uma aldeia pacata, aninhada na serra da Lousã. Um refúgio, para quem como eu gosta de fotografar a natureza. E foi mesmo numa casinha que mais não é do que um refúgio, que fiquei alojado algumas noites. Durante a minha breve estadia, tive oportunidade de conhecer a aldeia e foi daí que parti por caminhos remotos em busca “daquela fotografia”. A que iria ser especial. Mas não aconteceu como previa. Contudo, outras coisas aconteceram. Como a possibilidade de conhecer algumas pessoas da aldeia e a sua gastronomia. Momentos que ficam para mais tarde recordar. Como sentir o frio de montanha numa noite escura, à luz das estrelas, em busca da fotografia “especial” à Via Láctea. Agora, à distância, parece que aquele lugar parou no tempo. Um tempo, onde havia lugar para as pessoas e para o tempo. Era um tempo próprio de pessoas e de vidas. Trago comigo as memórias, as imagens gravadas no meu cérebro. Os sabores e os cheiros da montanha. A vida. Das poucas fotografias que realizei, ficam aqui algumas que complementam a viagem.

Candal -Aldeia de Xisto
Candal -Aldeia de Xisto
Candal - Aldeia de Xisto
Candal - Aldeia de Xisto
Candal - Aldeia de Xisto
Candal - Aldeia de Xisto
Candal - Aldeia de Xisto
Candal - Aldeia de Xisto
Candal - Aldeia de Xisto
Candal - Aldeia de xisto

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A beleza é o nome de qualquer coisa que existe

Panorâmica Alvão

O Parque Natural do Alvão tem sido o meu local preferido ao longo dos anos. Há mais de duas décadas que percorro os caminhos do parque, em busca dos melhores momentos fotográficos, para produção de planos de timelapse. No entanto, nos últimos anos, tenho-me dedicado um pouco à fotografia de natureza, dado que o local é propicio a isso. Gosto de estar em contacto com a natureza, enquanto caminho por trilhos de pastores e caminhos centenários que me levam quase sempre a lugar algum, mas preenchem-me enquanto humano à face da Terra.

Ontem foi um daqueles dias, em que, munido de uma camara fotográfica e na companhia de amigos que já não via há algum tempo, fiz-me ao caminho por entre montes e vales, bosques e riachos. Um dia perfeito na companhia de gente imperfeita, mas verdadeira. Um dia para mais tarde recordar. Um obrigado a todos eles.

E porque a dado momento já a meio da caminhada, me veio á lembrança que “Uma flor é apenas uma flor”, aqui fica o poema de Alberto Caeiro:

Às vezes, em dias de luz perfeita e exacta,
Em que as coisas têm toda a realidade que podem ter,
Pergunto a mim próprio devagar
Porque sequer atribuo eu
Beleza às coisas.

Uma flor acaso tem beleza?
Tem beleza acaso um fruto?
Não: têm cor e forma
E existência apenas.
A beleza é o nome de qualquer coisa que não existe
Que eu dou às coisas em troca do agrado que me dão.
Não significa nada.
Então porque digo eu das coisas: são belas?

Sim, mesmo a mim, que vivo só de viver,
Invisíveis, vêm ter comigo as mentiras dos homens
Perante as coisas,
Perante as coisas que simplesmente existem.

Que difícil ser próprio e não ver senão o visível!

“O Guardador de Rebanhos”. In Poemas de Alberto Caeiro. Fernando Pessoa

Cavalo Parque Natural do Alvão

Os montes

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Auditório da Casa da Cultura de Paredes recebe Paulo Ferreira no âmbito de uma palestra relativa à “Arte de Fotografar a Natureza”

Paulo Ferreira

Paulo Ferreira marcou presença no Auditório da Casa da Cultura de Paredes, no âmbito de uma palestra relativa à “Arte de Fotografar a Natureza”. A par desta iniciativa da ABAE, realizou dois workshops de fotografia para os alunos da Escola Secundária de Paredes.

Mais informação em:

2022 | SEMINÁRIO JRA Paredes – Fotografias – Jovens Repórteres para o Ambiente (abae.pt)

Podem realizar o download do ficheiro da apresentação em formato *pdf aqui:

Palestra_Jovens_Reporteres_Ambiente_Paredes

Paulo Ferreira - Participa Evento ABAE

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Outono nos Moinhos de Jancido

O outono está à porta e é tempo de fotografar as pequenas coisas que abundam nos campos nas proximidades dos Moinhos de Jancido. Aqui ficam algumas fotografias que registei estes dias naquela zona. Desde a Salamandra-lusitánica aos cogumelos, todos eles são motivos mais do que suficientes para levantar bem cedo e ir em busca destas espécies.







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Paulo Ferreira no Instituto Politécnico do Cávado e do Ave (IPCA)

A convite do Instituto Politécnico do Cávado e do Ave (IPCA), realizarei uma palestra na Escola Superior de Design no próximo dia 27 de outubro.
A minha intervenção será no âmbito do projeto FASA 50+10 subordinado ao tema “Pensamento Crítico”.
As histórias e peripécias das viagens que realizei aos vários países onde produzi alguns filmes premiados internacionalmente, serão o assunto para a palestra e para o tema.

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Estreia online do documentário “Açores – Um novo desígnio”


Este filme de cerca de 41 minutos foi realizado em 2021, em 4 ilhas do arquipélago dos Açores. Terceira, Pico, Flores e São Miguel. Trata-se de um filme que aborda entre vários assuntos, a questão antiga da caça à baleia e consequentemente a mudança que está a ser implementada no arquipélago, dada a necessidade das pessoas procurarem novas fontes de recursos, como o turismo ou a investigação. O filme tem locução do Eduardo Rêgo e a banda sonora é de André Barros. Obrigado a todas as empresas e entidades que apoiaram esta produção.

Veja o filme aqui: Açores – Um Novo Desígnio on Vimeo

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Documentário “Açores – Um novo desígnio” premiado no festival de cinema “Finisterra Arrábida Film Art & Tourism Festival

O documentário “Açores – Um novo desígnio” foi premiado no conceituado festival de cinema “Finisterra Arrábida Film Art & Tourism Festival”. A cerimónia de entrega do prémio, será no próximo dia 6 de outubro, pelas 17H00, em Sesimbra. Aproveito para enaltecer o trabalho de todos os profissionais que fizeram parte desta produção. Ao mesmo tempo, agradeço o apoio de algumas entidades acorianas e de todos os patrocinadores, nomeadamente:
Apoio: Governo dos Açores através de Manuel Costa Júnior, Diretor do Museu do Pico, Vitorina Silveira da Câmara Municipal das Lajes das Flores, Carlos Picanço da Futurismo Azores Adventures, Armando Rodrigues da ExperienceOC.
Patrocínios: Claranet Portugal, Opticália de Gondomar, Delete Informática, LadoB Café, PTLapse e Viagens Gondomar.

Veja o “teaser” aqui:

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Documentário “No silêncio dos moinhos” premiado no Finisterra Arrábida Film Art & Tourism Festival

O documentário natural “No Silêncio dos Moinhos” foi premiado no festival internacional de cinema “Finisterra Arrábida Film Art & Tourism Festival”, em Sezimbra. Trata-se de um filme com cerca de 41 minutos que retrata alguma da fauna e flora da região nas proximidades dos Moinhos de Jancido, em Gondomar. Este trabalho demorou cerca de dois anos a produzir e contou com o apoio do Municipio de Gondomar.

Este filme teve estreia em televisão, no canal SIC, no passado dia 31 de julho de 2022.

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