Paulo Ferreira publicou hoje o seu mais recente vídeo. Trata-se de um filme de cerca de 4 minutos que foi realizado para um projeto europeu em parceria com CINDOR, ECO2 e GEOCLUBE, que visa a conservação do ambiente. É um projeto cofinanciado pelo programa Erasmus + da Comissão da União Europeia e segundo o autor, tratou-se de um enorme desafio que o obrigou a uma dedicação total. Teve necessidade de recorrer a planos de vídeo e timelapse de todos os locais onde o Paulo Ferreira já esteve durante as suas aventuras, como por exemplo, Portugal, Noruega, Argentina, Chile, Nova Zelândia, etc. O vídeo pode ser visto no canal do YouTube do Paulo Ferreira, em:
A energia chega de formas tão diversas. Por vezes, da escuridão, por vezes, do pó. Torna-se o poder que move o mundo, o combustível que nos faz brilhar. Viver. Sentir vivos. O segredo que nos ilumina. Passo a passo. Um passo de cada vez…
O documentário curto, “Aotearoa – We Are All Made Of Stars”, recebeu ontem a distinção de “Melhor Documentário Curto” no Hollywood International Moving Pictures Film Festival. Trata-se de um conceituado festival independente em Los Angeles. Este trabalho produzido na Nova Zelândia no ano de 2018 é visto como um filme que vai muito mais além do documentário em si mesmo. Tem recebido elogios de muitos dos membros dos júris. Fazem questão de enviar notas de consideração, depois de terminadas as cerimónias de entrega de prémios.
É dito que este filme é uma inspiração e incute na consciência das pessoas, de que é urgente cuidar da nossa casa. Nós não somos exteriores à natureza. Nós somos parte dela. A natureza não nos rodeia. Nós somos natureza! As pessoas são natureza.
A poucos dias de celebrarmos o Dia Mundial da Terra, é muito bom receber este prémio.
Paulo Ferreira estará presente no próximo dia 22 de Junho de 2019 pelas 21H30 na Escola Dramática e Musical Valboense.
Está prevista a mostra, de quatro dos seus filmes. No final haverá uma palestra, onde os participantes poderão colocar questões ao autor.
Paulo Ferreira tem estado fortemente empenhado em mostrar ás pessoas, que é necessário tomar consciência das alterações climáticas.
Para o efeito tem viajado por países como a Espanha, a Noruega, a Argentina, o Chile, a Nova Zelândia e a Islândia, com o objectivo de realizar documentários curtos que de certa forma inspirem as pessoas e as leve a querer mudar. Compete a todos nós, preservar a nossa única casa, a Terra.
A entrada é livre.
A morada é: Rua Escola Dramática 579 – 4420-443 Valbom
O documentário curto “Aotearoa – We Are All Made Of Stars”, um filme que tem sido premiado em muitos festivais internacionais, tem estreia online marcada para o dia 22 de abril de 2019. É o dia Mundial da Terra e por isso uma boa razão para o divulgar, pois também ele se preocupa com a forma como cuidamos da nossa única casa, a Terra.
Paulo Ferreira foi convidado para apresentar alguns dos seus documentários curtos no Agrupamento de Escolas À Beira Douro em Gondomar. O evento terá lugar no referido estabelecimento de ensino no próximo dia 15 de maio de 2019 pelas 18H00. A entrada é livre e aberta a todos os que queiram assistir à mostra de filmes e à palestra.
Os alunos participantes terão a possibilidade de ver a mostra de 3 filmes. No final poderão conversar com o autor, por diversas vezes premiado em festivais internacionais, acerca da urgência em olharmos com atenção para a nossa casa – O planeta Terra.
Está prevista também a mostra do seu mais recente filme “Aotearoa – We Are All Made Of Stars”. Um filme que tem dado que falar nos festivais por onde tem passado. Razões mais do que suficientes para marcar presença no evento.
O documentário curto “Aotearoa – We Are All Made Of Stars” está a arrecadar prémios, um pouco por todo o mundo. Desta vez foi selecionado no festival internacional LIFT-OFF Global Network, organizado pelos famosos Pinewood Studios em Inglaterra. É tão só o estúdio onde foram produzidos filmes como o lendário 007 ou mais recentemente Mary Poppins Returns. Por isso já é uma vitória. E por isso vale a pena continuar a trabalhar. O filme será certamente visualizado na rede que este festival disponibiliza e chegará a uma maior audiência.
Estes prémios são sinónimo de reconhecimento da qualidade do filme de cerca de 11 minutos de duração. Um filme que pretende alertar para a necessidade de olhar para a nossa casa, na perspetiva de que é a única casa que temos, logo devemos preservá-la! Nós fazemos parte dela!
Por enquanto o filme ainda não é publico, no entanto será divulgado no dia mundial da Terra, a 22 de abril próximo.
Por agora ficam aqui algumas frases mais emblemáticas que de certa forma alertam para a problemática ambiental que tanto se fala nos dias de hoje. Já há algum tempo que várias pessoas têm vindo a alertar para o facto:
“Nosso planeta é nossa casa; vamos preservá-la.” (Amóes Xavier)
“O laço essencial que nos une é que todos habitamos este pequeno planeta. Todos respiramos o mesmo ar. Todos nos preocupamos com o futuro dos nossos filhos. E todos somos mortais.” (John Kennedy)
“O maior desafio tanto no nosso século quanto nos próximos é salvar o planeta da destruição. Isso vai exigir uma mudança nos próprios fundamentos da civilização moderna – o relacionamento dos seres humanos com a natureza.” (Mikhail Gorbachev)
“Não temo nossa extinção. O que realmente temo e receio é que o ser humano arruíne o planeta antes da sua partida.” (Loren Eiseley)
Paulo Ferreira está a preparar uma aventura para realizar um novo filme sobre o ambiente, procurando consciencializar para a problemática das alterações climáticas. Desta vez, o palco para as filmagens dos planos de timelapse e de vídeo será na Islândia.
Em termos geológicos, a Islândia é uma zona da Terra ainda particularmente recente. Ali, a Natureza continua fortemente empenhada em ser o mais criativa possível, para gerar as paisagens vulcânicas e glaciares o mais estranhas que alguma vez se possa imaginar.
Não se contentando com isto, é ainda a terra de “Trolls e de Elfos”, de músicos e musicas e de contadores de histórias. Histórias que nos levam para as noites e dias sem fim. É também a terra das auroras boreais e dos céus dramáticos, de montanhas coloridas e de praias monocromáticas, de fogo e de gelo.
Tudo isto é matéria-prima para um filme sobre a consciência ambiental, à semelhança de trabalhos anteriores de Paulo Ferreira. A aventura na Islândia será muito mais do que uma viagem no seu território. Será, sobretudo, uma viagem no tempo, uma viagem para uma era em que os humanos ainda não pisavam a Terra.
Serão estas paisagens frias, áridas e inóspitas, contudo repletas de vida, que darão o mote para o próximo filme de Paulo Ferreira.
No momento, o protejo está a ser estudado e delineado ao pormenor, procurando-se por patrocinadores que estejam interessados em financiar esta viagem. Afinal de contas, todos nós temos a nosso cargo a responsabilidade de deixar a nossa casa às gerações futuras, o mais natural e sustentável possível.
Na eventualidade de haver interesse em patrocinar, entre em contacto através do email (paulo@pauloferreira.pt) ou através do telefone: 966454440
A minha aventura pela Nova Zelândia previa um dia para subir ao glaciar Rob Roy para realizar algumas fotografias, planos de timelapse e vídeo. A ideia era sair de Wanaka bem cedo e conduzir por uma estrada de terra, durante cerca de uma hora. Era o tempo previsto para percorrer os quase 50 quilómetros que ligam Wanaka ao início do trilho para o Rob Roy. Um trilho de alta montanha com cerca de 12 quilómetros.
Rapidamente verifiquei que era um percurso em muito mau estado e cujo fim poderia não ser atingido, pois haviam muitos cursos de água provenientes das montanhas que atravessavam a estrada de terra. A sinalização, essa, estava lá constantemente em todas as travessias e informava que, caso a chuva fosse intensa, deveria regressar a Wanaka. Com calma e atento às mudanças de tempo, avancei. Pensava para mim: E se, depois de caminhar durante duas horas para chegar ao Rob Roy, começar a chover?, terei tempo para regressar? Olhei o horizonte e percebi que talvez o tempo não mudasse. Confiante e esperançado, avancei.
Depois de chegar ao fim da estrada era altura de colocar a mochila às costas. Aparentemente pesada, pois todo o equipamento de fotografia estava no seu interior, rapidamente esqueci-me disso e comecei a percorrer o trilho que ia pelo vale fora. O Rob Roy chamava-me.
A manhã estava fria e havia gelo no trilho que serpenteava ao longo do rio proveniente do glaciar Rob Roy.
Depois de caminhar durante cerca de 30 minutos, cheguei a uma ponte pedonal que permitia a passagem para a outra margem. Uma vez na margem oposta, subi a bom ritmo e rapidamente dei por mim a tirar alguma roupa. A cada passo que dava a subida parecia cada vez mais íngreme. Parei várias vezes para descansar um pouco debaixo de uma das árvores da imensa floresta de faias que polvilha todo o vale em direção ao glaciar. Lá no alto, um Kea (um papagaio muito inteligente) voa sob a copa das árvores, abrindo as suas asas coloridas, assinalando a sua presença.
Foi numa dessas paragens que retirei a câmara fotográfica e tentei enganar-me a mim próprio. – Não, não estava cansado. Havia parado para fotografar a natureza ao meu redor! Encostei a mochila a uma árvore e enveredei pelo interior do bosque na ânsia de ver qualquer coisa que fosse surpreendente e que me fizesse esquecer que estava a apenas meio caminho para o glaciar.
Depois de caminhar alguns metros para dentro da floresta de faias, aninhei-me para fotografar uma aranha muito colorida que por ali tecia a sua teia e comecei a fotografá-la. Confesso que estava completamente concentrado na procura da melhor perspetiva para enquadrar aquele aracnídeo. Por isso, decidi deitar-me no solo repleto de musgo e foi aí que os meus olhos se fixaram num pequeno cogumelo de uma cor estranha. Perguntei a mim próprio: Agora?, agora que ia descansar um pouco? Nunca tinha visto nada igual. Enquanto procurava acertar os parâmetros corretos para o registo daquele momento dei comigo a imaginar-me num dos filmes do Harry Potter.
As minhas mãos tremiam e eu, surpreendido com aquele cogumelo, não conseguia registar o momento. Todos os meus sentidos estavam ativos e inundavam-me de sensações e de emoções que só consegui controlar ao fim de dois ou três minutos. O próprio silêncio daquele lugar já era audível!
Eu queria continuar a subir para o Rob Roy, mas aquele cogumelo não me deixava! Acho que fiquei ainda mais cansado, tal era a adrenalina do momento. Acho que no total devo ter feito mais do 20 fotografias. Eu próprio tive de colocar um fim ao registo fotográfico, ou não fosse eu que ali estava.
Sozinho, no meio da floresta de faias, a caminho do glaciar Rob Roy, eu havia encontrado um cogumelo raro (só mais tarde soube através de uma procura na internet). O seu nome: Cortinarius Porphyroideus. Confesso que tentei encontrá-lo noutras regiões da Nova Zelândia, mas nunca mais o vi. No entanto, foi um momento marcante na minha aventura para produzir o filme “Aotearoa”. Tal como a vida, o mundo é feito de pequenas coisas. Surpreendentes.
“Aotearoa – We Are All Made Of Stars”, o mais recente filme de Paulo Ferreira, foi premiado no famoso festival italiano “Oniros Film Awards”. Trata-se de um prestigiado festival que é suportado por alguns nomes reconhecidos do cinema mundial como, por exemplo, a cadeia de cinema Universal Movies, Stan Winston, Dreamlight, iPitch, etc.
Este filme, de cerca de 10 minutos de duração e que tenta consciencializar as pessoas para o problema das alterações climáticas, chamou a atenção do júri internacional. É agora do conhecimento publico de que venceu na categoria de “Best documentary short” (melhor documentário curto).
Também este festival dá acesso direto ao IMDb, pelo que os entusiastas desta plataforma podem saber mais acerca do filme e de todos os profissionais que estiveram envolvidos na sua produção, em: https://www.imdb.com/title/tt9728896/
A lista de premiados pode ser consultada aqui. “Aotearoa – We Are All Made Of Stars” é assim um documentário curto que tem dado que falar nos festivais internacionais de cinema independente.
Mantenha-se a par das novidades que o Paulo Ferreira irá publicar em breve, nomeadamente a estreia do seu filme produzido na Nova Zelândia, subscrevendo o seu canal do YouTube em: https://www.youtube.com/pauloferreirapt
No fim de semana de 25 e 26 de maio de 2019, está prevista a realização de um workshop de timelapse na vertente de fotografia. O evento terá lugar no Refúgio do Raposo, em Proença-A-Nova. Trata-se de um espaço situado na aldeia de Casalinho da Ribeira, no concelho de Proença-a-Nova. Na sua envolvente, existem locais para percursos pedestres que atravessam as paisagens naturais do GeoPark Naturtejo, das portas do Almourão, da Serra das Corgas e das Talhadas. É pois, um local excelente para a prática da fotografia e no caso deste workshop, do timelapse diurno ou noturno.
Durante os dois dias que estão previstos para o evento, os participantes poderão tomar contacto com equipamentos específicos para a prática da técnica de timelapse.
Todos os interessados em participar, deverão fazer-se acompanhar de uma câmera DSLR, tripé, intervalómetro e computador portátil de preferência com o software Lightroom instalado.
Programa previsto:
Dia 25 às 10H00 – receção aos participantes
Dia 25 às 10H30 – inicio de sessão onde irá ser abordada a componente teórica da técnica de timelapse
Dia 25 às 12H30 – pausa para almoço
Dia 25 às 14H30 – saída para o exterior nas proximidades do espaço, para registo de planos de timelapse
Dia 25 às 18H30 – regresso ao Refúgio do Raposo
Dia 25 às 20H30 – jantar no local, caso seja opção do participante
Dia 25 às 22H30 – saída para o exterior para registo de planos de timelapse noturnos (na caso de haver condições meteorológicas favoráveis)
Dia 25 às 24H00 – regresso ao Refúgio do Raposo
Dia 26 às 10H00 – sessão teórica para edição de planos de timelapse
Dia 26 às 12H30 – pausa para almoço
Dia 26 às 14H30 – encerramento do evento com mostra dos planos efetuados pelos participantes
Qualquer informação que pretendam obter, nomeadamente preços e serviços disponibilizados, deverá ser solicitada através do numero 914655063 ou por e-mail para geral@refugiodoraposo.pt