Aotearoa premiado em Los Angeles
Aotearoa – We Are All Made Of Stars, o mais recente filme de Paulo Ferreira, foi premiado no “Los Angeles Independent Film Festival Awards“.
Este documentário curto realizado na Nova Zelândia, pretende ser um filme que consciencialize as pessoas para a temática do ambiente. Nomeadamente para a conservação dos recursos fundamentais à vida. Os maori acreditavam que as “glowworms” (uma espécie de larva florescente) zelava pela preservação da água que circulava no interior das cavernas e isso está bem patente no filme. Acreditavam que estes seres eram os espíritos dos seus antepassados. Eram as estrelas lá no céu. “We Are All Made Of Stars”.
O LAIFFA é um conceituado festival em Los Angeles, que todos os anos realiza um evento mundial. A cerimónia terá lugar no dia 24 de agosto de 2019 nos famosos Raleigh Studios em Hollywood.
De salientar que este é já o segundo troféu arrecadado neste tipo de festival internacional do cinema independente. O ano está a começar e estes dois prémios são um bom pronúncio para o que poderá vir até ao final. Assim sendo, fique atento ao que acontece nesta página. Siga o Paulo Ferreira no seu canal do YouTube.




Depois de “Nordlys” e de “Patagónia”, “Aotearoa – We Are All Made Of Stars” foi também distinguido com um “Óscar dos documentários independentes” pelo conceituado festival “
Aotearoa – We Are All Made Of Stars (um documentário curto cujo objectivo é consciencializar as pessoas para a atual problemática ambiental), é finalista no 

“Aotearoa – We Are All Made of Stars” integra a seleção oficial de finalistas do Oniros – Film Awards, uma competição italiana, com diferentes categorias e géneros, que integra o popular IMDB (Internet Movie Data Base). Trata-se da primeira seleção em concurso para o documentário “Aotearoa”. O festival Oniros apura os melhores todos os meses, incluindo os trabalhos selecionados na competição anual. A cerimónia de entrega de prémios decorrerá em agosto deste ano.
Na primeira superlua de 2019, Paulo Ferreira registou o fenómeno no Monte Crasto, em Gondomar: foi durante um eclipse lunar total, ao longo de cinco horas, com a sombra da Terra a criar a ilusão de uma Lua maior e vermelha.
