Naturalmente São Jorge estreia na SIC



‘Naturalmente São Jorge’ é o novo documentário de Paulo Ferreira
O documentário “Naturalmente São Jorge”, do realizador Paulo Ferreira, foi apresentado esta quinta-feira, 24 de abril de 2025, no Auditório das Velas.
O filme explora as paisagens da ilha de São Jorge e reflete sobre os impactos das alterações climáticas, integrando-se como o terceiro trabalho da série televisiva “Naturalmente Açores”, reforçando o compromisso de Paulo Ferreira em dar voz às maravilhas naturais do arquipélago.
Veja a reportagem da RTP Açores, aqui:
‘Naturalmente São Jorge’ é o novo documentário de Paulo Ferreira – RTP Açores

A conservação das áreas naturais ao redor dos Moinhos de Jancido é essencial para proteger a biodiversidade local e manter a beleza histórica da região. Graças ao esforço incansável dos Rapazes de Jancido, a paisagem renasceu, com trilhos recuperados, ribeiras limpas e fauna preservada. Este trabalho voluntário não só devolveu vida aos moinhos, como também inspirou uma maior consciência ambiental. No entanto, urge reflorestar (depois do grande incêndio) e restringir o acesso de veículos motorizados, dado que são uma perturbação para a pouca fauna que ainda persiste. A continuidade da proteção desta área garante um refúgio para espécies autóctones e um espaço para o turismo sustentável.
Paulo Ferreira, fotógrafo de natureza e realizador de documentários naturais, natural e residente em Gondomar, tem dedicado uma parte da sua vida a realizar documentários naturais ao redor do mundo. Países como a Espanha, Noruega, Chile, Argentina, Nova Zelândia, Islândia, foram lugares onde Paulo Ferreira já realizou filmes. Através dos seus trabalhos, procura fazer chegar às pessoas, a mensagem de que é necessário preservar os poucos espaços naturais que possuímos na nossa única casa, o Planeta Terra. De certa forma tem por objetivo, incutir nas pessoas uma maior consciência e sensibilidade ambiental.
Recentemente os seus documentários naturais têm sido transmitidos nos canais nacionais de televisão, nomeadamente a RTP e SIC, como é o caso de “No silêncio dos moinhos”, “Açores um novo desígnio”, “Naturalmente Flores”, “Islândia natureza ígnea” e “Naturalmente Graciosa”.
Já publicou dois livros, intitulados “Patagónia a ponta do mundo” e “No silêncio dos moinhos”, sendo em breve publicado um novo trabalho e encontra-se atualmente a realizar uma serie de documentários naturais no arquipélago dos Açores.
Aqui ficam algumas fotografias ilustrativas do regresso da Primavera aos Moinhos de Jancido.












Paulo Ferreira realizou uma inspiradora palestra no Agrupamento de Escolas Virgínia Moura, em Guimarães, intitulada “O papel da fotografia e do vídeo na sensibilização ambiental”. Durante a sessão, o documentarista partilhou a sua visão sobre a importância da imagem como ferramenta de sensibilização e mudança de mentalidades, utilizando o seu vasto portefólio de trabalhos realizados em diversos pontos do mundo.
Com um conjunto impressionante de fotografias e vídeos, Paulo Ferreira transportou os alunos e professores para realidades distintas, desde florestas ameaçadas a ecossistemas marinhos em risco. Através das suas imagens, evidenciou os impactos da ação humana no planeta, destacando temas como as alterações climáticas, o degelo dos glaciares e a poluição luminosa.
Além de alertar para os desafios ambientais, o documentarista sublinhou o poder da fotografia e do vídeo como meios de contar histórias e inspirar mudanças. Incentivou os alunos a usarem a imagem para dar voz a questões ambientais locais, promovendo uma maior consciência ecológica.
A palestra terminou com a mostra de várias fotografias de algumas aves e Paulo Ferreira ofereceu dois exemplares dos seus ivros aos alunos que acertaram no nome da ave. Foi uma experiência enriquecedora e motivadora para todos os presentes.











Hoje, 3 de março de 2025, celebra-se o Dia Mundial da Vida Selvagem. Celebrar este dia é muito importante para que a consciência e sensibilidade ambiental chegue aos mais céticos. Há que preservar a pouca vida selvagem que existe ao nosso redor. Para assinalar este dia, realizei este vídeo numa parceria entre a JCDecaux Portugal, a Loving the Planet e a PTLAPSE.

Notícia publicvada no Jornal Correio dos Açores:
Paulo Ferreira, autor dos documentários “Açores, um novo desígnio” e dos episódios “Naturalmente Flores” e “Naturalmente Graciosa”, sente-se como “um filho de cada ilha por onde passa”. Obteve grandes audiências televisivas com os episódios sobre as Flores e a Graciosa, e no presente ano estreará o episódio sobre a ilha de São Jorge. O objectivo é filmar em todas as ilhas pois “a beleza natural dos Açores é distinta do resto do mundo”.
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A ilha Graciosa, situada no arquipélago dos Açores, é um tesouro natural onde a fauna, a flora e o mar se entrelaçam numa paisagem exuberante. Com uma biodiversidade única, esta ilha é um exemplo vivo da importância de preservar os espaços naturais para combater as alterações climáticas.
A fauna da Graciosa é caracterizada pela presença de aves marinhas, como os cagarros ou os garajaus, ou ainda o raro painho-de-monteiro e alma-negra, que encontram nas suas falésias e em especial no Ilhéu de Baixo e Ilhéu da Praia, um local ideal para nidificar. Além disso, diversas espécies de aves migratórias fazem desta ilha um ponto de paragem durante as suas rotas migratórias, evidenciando a sua importância como refúgio para a vida selvagem.
Quanto à flora, a Graciosa é adornada por pastagens verdejantes e uma variedade de plantas endémicas dos Açores. A camarinha, a vidália ou a não-me-esqueças, são apenas algumas das muitas espécies que contribuem para a beleza natural da ilha.
O mar que rodeia a Graciosa é uma fonte de vida abundante, com águas cristalinas de um azul intenso que abrigam uma diversidade de vida marinha. Desde pequenos peixes coloridos até cetáceos majestosos, passando pelo coral-negro, este ambiente marinho é vital para o equilíbrio do ecossistema local.
A atividade vulcânica na ilha Graciosa foi crucial para a sua formação geológica e singularidade. Os vestígios vulcânicos moldam a paisagem, criando locais únicos como a Caldeira, a Furna do Enxofre, e a Caldeirinha, que são fontes de interesse turístico e científico, enriquecendo a ilha.
Tal como com as outras ilhas do arquipélago dos Açores, visitar esta ilha é conhecer um importante património geológico, composto por locais de interesse científico, pedagógico e turístico.
Preservar espaços naturais como a ilha Graciosa é fundamental na luta contra as alterações climáticas. Esses ecossistemas desempenham um papel crucial na regulação do clima global, absorvendo carbono da atmosfera e fornecendo habitats essenciais para a vida selvagem. Ao protegermos estes tesouros naturais, estamos também a proteger o nosso planeta e as futuras gerações.
Brevemente na SIC.









Já se passaram 10 anos de viagens pelo mundo. O meu trabalho ao nível da fotografia, vídeo e realização de documentários de natureza, foi marcado por uma profunda ligação com a vida selvagem e os ambientes mais remotos. Tentei que cada clique capturasse a essência da diversidade natural, desde vastas florestas como por exemplo no Chile, na Argentina e na Nova Zelândia, até paisagens geladas e montanhas intocadas na Islândia e na Noruega, incluindo os Açores e Portugal continental. Esses projetos não só documentaram a beleza do nosso planeta, mas também trouxeram à tona a urgência da sua conservação. Pelo caminho encontrei pessoas fantásticas ao redor do mundo, de entre os quais realço Sir David Attenborough, com quem tive uma conversa que recordarei para sempre. Através das minhas objetivas, procurei consciencializar as pessoas sobre a importância de preservar esses ecossistemas para as futuras gerações, unindo arte e ativismo ambiental.


